Archive for December, 2004

Bem, já foi…

Algumas prendas. Não muitas, mas não posso reclamar. :) E o jantar de Natal foi bem bom.

O Pathway to Glory, na N-Gage, está brilhante. Lindo. Custa a largar.

Por outro lado… estou doente. Nada de especial, só um princípio de gripe. Dores no corpo, febre, alternância entre calor e frio, e alguma sonolência, também. Pelo menos não perdi a fome, até agora… já diziam no Astérix, “quando o apetite acaba, tudo se acaba.” :)

O love of my life vai passar a semana ao Algarve com uma amiga, o que me faz ter pena de não poder tirar férias neste meu primeiro ano de trabalho, já que gostava de ir também… mas fica para o ano.

Por falar nesse… como é que o vou passar? Penso que vai ser em casa, mas ainda não acertei os detalhes. We shall see…

Feliz Natal…

… para quem quer que leia isto. :)

Espero que tenham muitas prendas, comam muito bacalhau (hmm… bacalhau!) e bebam muito vinho do Porto, ou coisa parecida!

P.S. - não se esqueçam de agradecer à Polónia! :)

A minha equipa

DTI PGA

Foi depois da troca de presentes. Não ficou mal. :)

Stuff

Definitivamente, o spammer dos casinos é um chato. E um idiota, e um cretino.

Vamos ver se agora já não chateia mais. Imaginem que até tentou spammar o MC, também…

Devia escrever mais, mas não sei porquê, sinto-me um bocado stressado neste momento. Talvez seja por o Natal estar próximo, e ainda não ter comprado as (poucas, admito) prendas que quero dar. Talvez por hoje ser o jantar da companhia. Talvez por andar com saudades da namorada.

Mas o trabalho até está a correr bem. Acho eu.

Ando cada vez mais “quase dependente” da N-Gage. O maior pesadelo de toda a minha vida, já desde a infância, têm sido as “secas”, e a N-Gage é como se fosse uma “vacina” contra as mesmas. Onde quer que esteja, em qualquer altura, posso sempre continuar a ler um livro, jogar um jogo, ir a um site, falar com alguém. Ando a ler mais nos últimos meses do que nos últimos anos (excluindo esses meses). É mesmo bom - aliás, algo em mim me diz que isso é bom demais para durar. Mas, quem sabe, talvez esteja relativamente livre de “secas”, para o resto da vida. Afinal, a tendência é para que estas coisas se tornem mais e mais comuns…

Mas estou um pouco triste. Não sei bem porquê - acho que é mesmo por sentir que a Alda não anda bem, e por andarmos a ter muito pouco tempo para estar juntos. Ao mesmo tempo, sinto também que não tenho tempo nenhum para mim… é estranho, já que parece contraditório, mas é verdade.

Mudando de assunto, o meu nome vem no New York Times de hoje. Nice! :)






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