Porque é que acabo sempre por magoar as pessoas?
Porque é que acabo sempre por magoar as pessoas?
Continuo a ter ideias geniais para títulos, pelos vistos.
Finalmente, já tenho… bem, “aquilo” em casa, e já achei, depois de enfrentar mil perigos e fazer dezenas de quests como “deliver this sock” ou “fetch me a toothpick” (don’t ask), um cartão de memória para a PSX. Vamos ver se amanhã ataco aquilo em força.
Mais uma reunião de condóminos esta semana. Este pessoal tem assim tanto tempo livre? Já se sabe que são 2-3 horas de conversa fiada entre 2 ou 3, com os outros encostados às paredes a apanhar uma seca. Nope. Desta vez vou fazer alguma coisa. Tipo mencionar, no início da reunião, o compromisso inadiável para daí a pouco mais de uma hora. Até são boas pessoas, mas começo mesmo a não ter paciência para aquilo. E sacar da N-Gage e jogar Pokémon: Blue é capaz (só capaz) de parecer um pouco mal.
Estou cansado. O ritmo de trabalho anda mesmo a afectar-me; sinto-me (alarme de comparação parva) como um tipo de mais de 2 metros de altura que nunca teve de se esticar para chegar a nada, e que agora, estando a trabalhar numa biblioteca sem escadote, tem de se esticar constantemente. Ai, as costas… Ok, ok, eu avisei que era uma comparação parva. I can do better. Then again, I can probably do worse.
Hoje, finalmente, voltei a pegar no meu projecto ultra-secreto (não, não é o do trabalho, é um mais pessoal). Mas tenho muito mais para fazer ali, e não ando mesmo com tempo - nem vontade - para isso. Depois de passar 6-8 horas por dia a trabalhar com PHP e bases de dados, a última coisa que apetece é chegar a casa e trabalhar com PHP e bases de dados. Acho que vou esperar pelas próximas férias.
O que efectivamente apetece, curiosamente, é atacar jogos “simples”, como este, em que um jogo de 10 minutos me convenceu “regista isto! já!” Anteontem joguei uma sessão (esta palavra soa estranha, aqui) de meia hora que me deixou, no fim, a suar. Pensava que era só o Dancing Stage (Dance Dance Revolution para os americanos e japoneses) que tinha este efeito…
Primeiro, há uns dias caíram umas gotas. Não se pode chamar a isso “chuva”, infelizmente. Quando é que será que vou poder outra vez tornar realidade a minha estranha fantasia? (não, não é dessas fantasias, seus tarados!)
Segundo, ontem fui ao Tocsin, ouvir um pouco de metal. Bem bom, apesar de não ter falado com ninguém (excepto a pedir as bebidas). Hoje, naturalmente, estou um pouco rouco (há mais formas de usar a voz sem ser falar, you see…)
Terceiro… bem, não falei com ninguém por voz, mas tive a oportunidade de ter, pela primeira vez, uma conversa de vários minutos, de MSN Messenger (recuso-me a dizer só “messenger”, dá a ideia de que não há outros). Lá dentro. Pela N-Gage. Sem atrasos, sem “deixa escrever menos porque aqui é mais lento”. Adoro o meu brinquedo!
Quarto, emulador de Game Boy e GameBoy Color na N-Gage. Milhares de jogos por onde escolher, incluindo clássicos como as séries Mario, Pokémon (”lembra-te, trata sempre os teus Pokémons com amor e carinho!…”), Zelda… Já disse que adoro o meu brinquedo?
Bom título, hem?
Neste momento estou aqui no trabalho, à espera de um colega para ir (mais outro que aqui está) jantar. São 19:50.
Porquê? Porque hoje há uma “intervenção nocturna” (ultimamente, quando falo em “intervenção”, as pessoas olham para mim com um ar estranho. Será que há outra palavra?), para mudar servidores e switches. Tem de ser à noite, porque isto não pode parar durante o dia, naturalmente.
Por mim tudo bem, se bem que estou com sono… e sobretudo fome.
Sono porquê? Porque ontem fui jantar com os ex-demónios… Ok, ex-Onis (se bem que alguns não são ex-), que já não via há um bom tempo - anos, alguns deles. Adorei o jantar, aquele pessoal é impecável, deu para falar dos “bons velhos tempos” (que eram bons graças ao convívio, because our leaders were fucking PHBs… e, aparentemente, as coisas ainda têm piorado mais depois de eu ter saído). E o vinho estava bom, e era abundante. E o Cutty Sark também. Infelizmente, eu normalmente não durmo muito bem depois de beber em quantidades mais elevadas - ou seja, durmo como uma pedra inicialmente, mas depois acordo de madrugada e passo o resto da noite a adormecer e acordar. Case in point: esta noite.
Devido a isso, e à quantidade de trabalho actual (estou metido em N coisas ao mesmo tempo, que podia citar aqui, mas depois teria de vos suprimir… e matar pessoas tendo apenas uma lista de endereços IP ia dar uma trabalheira), estou cansado, e tenho andado hoje mal humorado.
Mas acho que fiz grandes progressos no anti-spam da empresa (que não tem nada a ver com a minha intervenção de hoje), que acredito ser dos melhores do país (não que haja grande competição…).
E estou a ouvir Ehren Starks. Continua a ser um espectáculo. O colega nem está a protestar, por isso não deve estar a detestar (e, infelizmente, não é uma cena tão divertida como quando pus Death, há 2 dias :)).
Tenho de ver se amanhã me lembro de mexer no meu projecto ultra-secreto. Bem, num deles. Na semana passada esqueci-me - eu não estou habituado a ter este ritmo de trabalho. Não é que trabalhe menos do que os outros, mas sou habitualmente tão rápido que consigo, graças a isso, ter bastante tempo livre - as in “mais de metade do tempo”. Mas estes últimos dias têm sido…
Bem, chega de me lamentar. Eu sobrevivo. E sobrevivo mais forte.
Ah, é verdade, queria mencionar isto, há pouco, quando falei do jantar dos ex-demónios. Entre outras coisas, falou-se dos nossos trabalhos actuais, do que andamos a fazer por lá, dos problemas que vamos tendo… e foi curioso que, várias vezes, eles me descreviam um problema, tipo uma máquina que passava a vida a ir abaixo e era preciso reiniciar, ou uma coisa que tinha deixado de funcionar, e eu só pensava “eu consigo resolver isto!“. Mas, quando estava lá (saí em 2003), não era assim. Será que mudei assim tanto? Que aprendi assim tanto?
É algo a considerar.
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