Archive for June, 2005

Enriquecer

Devia haver um HOWTO para enriquecer. :)

Sou capaz de já ter dito isto aqui (ou no antigo MC, não me lembro): durante a minha “juventude”, sempre pensei que nesta altura da minha vida (”trintas”) já estaria, se não necessariamente “rico”, pelo menos “confortável”.

“Confortável” como em “não ter dívidas substanciais”, como em “poder fazer uma pequena loucura sem passar o resto do mês a contar os cêntimos”, como em “poder passar férias fora de casa”

E como em “se começam a haver / fazer-me certas m*rdas no trabalho, então, sem me irritar, saio.”

Mas ainda não estou “confortável”, e muito menos “rico”, por isso não posso fazer tal coisa.

Tenho de arranjar uma forma. Estou com (mais) uma ideia em mente, mas é tudo menos fiável. Mas pelo menos ganharei experiência, na pior das hipóteses.

Limites

Estou a começar a ficar com pouca paciência para certas coisas no meu trabalho.

Não vou entrar aqui em detalhes, afinal isto é público… mas acho que vou ter de ter uma certa conversa aqui. E depois logo se vê.

Sair

Ando a precisar de desaparecer por uns dias.

Meter-me no carro (provavelmente sozinho, se bem que não me importava de ir com algum amigo/a), e ir passar uns 3 dias a algum sítio onde nunca tenha ido antes.

Mas não sei se terei coragem. Estas coisas não são nada fáceis para mim.

Dammit, Jim… terei, sim. Muita coisa depende disso - ninguém “cresce” (como pessoa, não me refiro a maturidade) sem forçar os seus limites ocasionalmente. Eu quero fazer isto, e vou fazê-lo, seja fácil ou difícil, seja natural ou não, por Crom! :)

Lá para Julho, então. Tenho 2 semanas de férias, e vou roubar-lhes uns dias para fazer isto.

Iron Maiden

Lindo concerto! “Phantom of the Opera”? Niiiiiiice. :)

Infelizmente, atrasámo-nos e perdemos a banda que abriu o concerto, os Dragonforce. Não os conhecia, mas pelo que ouvi entretanto parecem bons.

Tio Patinhas

Isto é das coisas mais brilhantes que li nos últimos tempos.

Coisas

Ah, estes “blog entry title writing skills”… :)

Não fui aos santos populares. A maior parte do pessoal que ia cortou-se cobardemente. :( Oh well…

Ando a jogar Harvest Moon: A Wonderful Life. Mais detalhes aqui.

Vou aos Iron Maiden depois de amanhã, quinta-feira. Isto se conseguir hoje comprar os bilhetes, é claro.

O último álbum do Bruce Dickinson, “Tyranny of Souls”, está fantástico. Ainda não me parece tão bom como o “Accident of Birth” e o “The Chemical Wedding”, que incluíam o grande Adrian Smith, mas por outro lado ainda está muito melhor do que tudo o que os Maiden têm feito (mesmo com ele!).

Supostamente, vai haver jantar na Adega da Barroca este fim de semana. Espero que sim, estou mesmo com saudades daquelas iscas… para não falar no vinho… oh, sim, e o convívio também costuma não ser mau. :)

Sin City

Acho que vou ver hoje o Sin City. Pelo trailer, e pelo que o meu irmão me disse, está excelente, e muito fiel à BD, que eu adoro. Ainda acho que deviam ter escolhido a “A Dame to Kill For” em vez da “The Big Fat Kill”, mas pronto… pelo menos as outras 2 histórias são das melhores.

Quero ver se na sequela terão coragem para recriar as alucinações do Wallace, na “Hell and Back”. :)

Frases do dia

“The president has been kidnapped by ninjas. Are you a bad enough dude to rescue the president?”
(Bad Dudes)

“The sun went down with practiced bravado. Twilight crawled across the sky, laden with foreboding.”
(Max Payne)

“In the early part of 1950’s in the USA, a game called “Violence Fight” was in vogue among Mafia, reckless drivers and general businessmen. The “Violence Fight” was the game to struggle for “No. 1 Quarreler” with fighters who were gathered from all parts of the USA speaking boastingly of their strength. And of course a lot of winning money as well as the honor were given to the “winner”. Here in downtown in L.A., a young fighter “Bat” and his manager “Blinks” seek for the winning money eagerly. As a matter of fact, can Bad take the No. 1 place of the USA?”
(Violence Fight)

Apeteceu-me. So sue me.

Ignorando amigos, parte 2

O problema disso é que abre um precedente. Se ignoro um amigo/a quando ele/a faz alguma coisa que me magoaria ou chatearia ou irritaria se eu não o/a ignorasse nessa altura… então quanto falta para começar simplesmente a ignorar tudo o que não me agrada? Para *eu* próprio deixar de ser um amigo, e deixar de ver essa pessoa como tal?

E pondo a coisa de outra forma: se a única maneira de me dar bem com alguém é ignorar (digamos) 50% do que a pessoa me diz e/ou faz, então… será que essa amizade vale a pena? Será que essa amizade existe, efectivamente? Ou estar-me-ei a enganar a mim próprio?

Não sei como é que as pessoas ditas “normais” lidam com isto. Será que só têm amizades superficiais (coisa que para mim é uma contradição de termos - se é “superficial”, é um conhecimento, não uma amizade)? Ou será que realmente ignoram uma boa parte do que a outra pessoa diz ou faz, que são bons amigos no resto, e que assim é que é “normal”? Será que, sei lá, realmente são tão exigentes como eu, mas que, como são muito mais sociais, já se cruzaram com um número muito maior de pessoas nas suas vidas e por isso (depois de anos) têm amizades com pessoas realmente compatíveis?

Não entendo, mesmo. Só sinto que é a velha questão: se aceito a situação, sinto-me um “banana” e um capacho; se digo “basta”, sou agressivo, um “monstro”…

Ignorando amigos

Um problema chato que eu tenho é o seguinte: ignoro perfeitamente estranhos e conhecidos, mas não consigo ignorar amigos; tenho interiorizado que isso é errado, que é algo que não se faz.

Ainda não aprendi que mesmo os amigos às vezes precisam de ser ignorados…






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