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	<title>Comentários em: Ignorando amigos</title>
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		<title>Por: vithor</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2005/06/07/ignorando-amigos/#comment-37895</link>
		<dc:creator>vithor</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 22:53:20 +0000</pubDate>
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		<description>eu tenho um amigo(eu o considero) mas parece q ele nao me considera um amigo e ele e melhor amigo de um amigo meu,sera q eu deva acabar com a amizade?</description>
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		<title>Por: Jorge Aguiar</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2005/06/07/ignorando-amigos/#comment-36630</link>
		<dc:creator>Jorge Aguiar</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 05:25:26 +0000</pubDate>
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		<description>Sinto, cada vez mais que amizade verdadeira é uma espécie de ilusão. Aliás, a noção de amizade sempre esteve relacionada a uma exteriorização do nosso eu. Creio que grande parte das características que atribuímos aos nossos amigos mais queridos,
não correspondem à sua realidade efetiva, como se, na ânsia de sermos amados ou alvos da atenção de alguém, projetamos nele
tudo aquilo que gostaríamos de ser, atribuíndo-lhes qualidades e sentimentos, muitas vezes inexistentes. Enaltecemos e superestimamos os outros na inconsciente esperança de sermos recompensados, ressarcidos, correspondidos e geralmente nos decepcionamos, quando não culpamos o outro ao darmos de cara com a triste realidade de que cada um é realmente o que é, e não aquilo que idealizávamos que ele fosse. No afã de sermos amados, amamos de maneira antecipada e com intensidade desmedida, como se isso nos pudesse garantir uma consideração ao menos  proporcional àquela que dispensamos aqueles que consideramos amigos. Talvez seja justamente aí que resida o engano. Muitas vezes, para satisfazer quem julgamos amigos, fazemos coisas que, de outra forma, jamais faríamos assim como renunciamos a fazer outras coisas que gostaríamos muito de fazer. O problema é que sempre achamos que o outro seria capaz de fazer o mesmo e quase sempre &quot;quebramos a cara&quot;, ao constatarmos que não era &quot;bem assim&quot;. Cada vez mais me convenço da veracidade do princípio budista que afirma ser a razão do sofrimento o desejo, a espera, a expectativa, cuja realização depende de fatores externos sobre os quais não temos controle algum: o pensar, o querer, o gostar, o agir de outra pessoa. Por que fazer minha satisfação depender de fatores que estão fora do meu controle? Afinal, já nos é tão difícil controlar os nossos próprios sentimentos, a nossa auto estima... Talvez fosse muito mais simples investirmos amor, atenção, carinho e dedicação em nós mesmos, assim correríamos menos o riscos de uma afeição não correspondida. Fechemo-nos como ostras e cultivemos nossas próprias pérolas. Sim, elas estão dominando o mundo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sinto, cada vez mais que amizade verdadeira é uma espécie de ilusão. Aliás, a noção de amizade sempre esteve relacionada a uma exteriorização do nosso eu. Creio que grande parte das características que atribuímos aos nossos amigos mais queridos,<br />
não correspondem à sua realidade efetiva, como se, na ânsia de sermos amados ou alvos da atenção de alguém, projetamos nele<br />
tudo aquilo que gostaríamos de ser, atribuíndo-lhes qualidades e sentimentos, muitas vezes inexistentes. Enaltecemos e superestimamos os outros na inconsciente esperança de sermos recompensados, ressarcidos, correspondidos e geralmente nos decepcionamos, quando não culpamos o outro ao darmos de cara com a triste realidade de que cada um é realmente o que é, e não aquilo que idealizávamos que ele fosse. No afã de sermos amados, amamos de maneira antecipada e com intensidade desmedida, como se isso nos pudesse garantir uma consideração ao menos  proporcional àquela que dispensamos aqueles que consideramos amigos. Talvez seja justamente aí que resida o engano. Muitas vezes, para satisfazer quem julgamos amigos, fazemos coisas que, de outra forma, jamais faríamos assim como renunciamos a fazer outras coisas que gostaríamos muito de fazer. O problema é que sempre achamos que o outro seria capaz de fazer o mesmo e quase sempre &#8220;quebramos a cara&#8221;, ao constatarmos que não era &#8220;bem assim&#8221;. Cada vez mais me convenço da veracidade do princípio budista que afirma ser a razão do sofrimento o desejo, a espera, a expectativa, cuja realização depende de fatores externos sobre os quais não temos controle algum: o pensar, o querer, o gostar, o agir de outra pessoa. Por que fazer minha satisfação depender de fatores que estão fora do meu controle? Afinal, já nos é tão difícil controlar os nossos próprios sentimentos, a nossa auto estima&#8230; Talvez fosse muito mais simples investirmos amor, atenção, carinho e dedicação em nós mesmos, assim correríamos menos o riscos de uma afeição não correspondida. Fechemo-nos como ostras e cultivemos nossas próprias pérolas. Sim, elas estão dominando o mundo.</p>
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		<title>Por: Nick</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2005/06/07/ignorando-amigos/#comment-180</link>
		<dc:creator>Nick</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2005 18:03:17 +0000</pubDate>
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		<description>Me interessei por este site mas não sei ao certo ainda o que é ele, de que se trata????</description>
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