20050913

Ainda não pus as fotos do almoço online. Vou ver se me lembro de o fazer logo à noite.

Estou a gostar dos Fates Warning, tanto que até já comprei mais 2 álbuns (eu sou esquisito, compro música, nos dias que correm. Azar. :)). Aquilo é mais ou menos “progressive metal”, se bem que bem menos complexo do que, por exemplo, Dream Theater. Boa voz, bons músicos, e músicas muito agradáveis de ouvir.

Acabei de sair de uma reunião. Continuo a achar que são demasiado longas, e que se fala de muita coisa que ou não necessitava de tanta conversa, ou era algo que podia ser perfeitamente falado fora de uma reunião. Mas pronto, se calhar penso assim porque sou anti-social 🙂 e porque sinto que as reuniões acabam por ser sempre uma interrupção – ainda por cima, longa.

Mas podia ser pior. Podiam estar infestadas com um ou mais engravatados (que são dos seres mais desprezíveis e imundos à face da Terra), e tal não tem acontecido. Felizmente.

Hoje consegui escrever, no WotM, algo que já estava para escrever há algum tempo, sobre a mentalidade típica dos portugueses (e, penso eu, não só), de acharem que uma empresa ou patrão lhes fazem um favor em dar emprego, por muito difícil e mal pago que ele seja, por muito que sejam explorados – vêm sempre com o argumento de que “já se tem muita sorte em se estar empregado” e “as coisas andam difíceis” e “a crise” (que dura, pelos vistos, pelo menos desde que eu nasci…) e “se não queres estas condições, há muita gente que as quer”, etc.. Bem, não vou repetir metade do artigo aqui. Leiam, se quiserem: A job: trade, favor or duty?

No Tlog, só um link para um simulador de ataque de zombies que achei lindo! (mas isso tem, provavelmente, a ver com o meu gosto por zombies… se bem que tem piada como experiência, independentemente disso.)

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