Archive for November, 2005

Segundo mini-site

http://sites.dehumanizer.com/receitas/

Já tem 2 4, ainda lhe vou acrescentar mais.

Firefox 1.5

Já saiu o Firefox 1.5. Se o auto-update não vos avisou (ou, pior, se usam aquela coisa horrível que veio com o computador, com um “e” azul), podem ir buscá-lo aqui.

Vale a pena, trust me. :)

Self-sealing stem bolts

Não, não é o blog novo, esse será anunciado oficialmente quando tiver o seu 3º post. :)

É, sim, o primeiro dos múltiplos mini-sites: Self-sealing stem bolts.

Feito em menos de uma tarde, e é a primeira vez que mexo em CSS. Não é tão difícil como eu pensava.

Podia ter um pouco mais de conteúdo… e tê-lo-á, eventualmente.

E mais um… amanhã. :)

O post anterior fez-me constatar que realmente este blog não é o mais apropriado para mostrar “links fixes”. Para ser exacto, nenhum dos actuais é - às vezes faço-o porque o tema é relacionado com o do blog, e aí faz sentido, mas links que não tenham directamente a ver com jogos, filosofia ou tecnologia… onde os pôr?

Penso que a resposta é óbvia… :twisted: ;)

Alguém que faz inveja a quase todos os homens do mundo…

Já tinha visto isto antes, mas no Garrafive de 5 Litros há um post, de nome “Um herói para os tempos modernos“, que é virtualmente impossível ler sem pelo menos sorrir… :)

Força, Sooty! Todos te invejamos! :D

Já tenho carro…

90 euros. Ouch. Mas está bom, hoje chegou aqui mais frio do que nos últimos anos chegou a algum lado. :)

Não dormi é quase nada. Duas noites seguidas. Vou mesmo ver se descanso hoje…

20051123

Mais um dia, mais um problema. Ontem tive uma excitante e emocionante aventura ao tentar voltar para casa - o carro aquecia, e aquecia, e, demonstrando uma tremenda falta de originalidade, continuava a aquecer. Tive de parar numa bomba de gasolina, onde esperei mais de meia hora - aproveitando até para jantar - para ele arrefecer um pouco, e o trânsito melhorar - voltar para aquele engarrafamento seria fatal.

Finalmente, voltei para casa sempre a andar, mas mesmo assim fui o tempo todo com a luz de aviso acesa, e o indicador de temperatura quase no máximo. Hoje, estou com o carro do meu pai, que generosamente o emprestou, enquanto o meu é (assim espero) arranjado.

Parece mesmo que o universo conspira para que eu não compre a Nintendo DS este ano… :(

Entretanto, acabei de ter outra ideia genial :) para um tipo de site. Só falta pensar mais umas coisas… vamos ver o que surge daqui.

É curioso como às vezes é preciso travar completamente uma linha de pensamento para se ter uma boa ideia.

Créditos e juros

Depois de finalmente ter tomado uma atitude em relação a estas coisas (com uma grande ajuda, como já disse), pus-me a brincar com folhas de cálculo.

Por exemplo, vamos considerar uma situação hipotética: um empréstimo de 2000 euros, pago a 50 euros por mês, com juros de 2% ao mês (em relação à dívida actual - não sei se há créditos em que os juros são em relação à dívida inicial). Parece razoável, não é? 50 euros por mês não custa nada, e 2%… não parece assim tanto, pois não?

Então peguem numa folha de cálculo e façam as contas.

Essa dívida demorará quase 7 anos a ser paga, e os juros totais são de 2063 euros. Mais do que a dívida em si. Nada mau… para quem empresta.

Se em vez de 50 euros por mês, se pagar 100, as coisas melhoram bastante: a dívida acaba em apenas 26 meses, e os juros chegam a 579 euros.

Comunicado aos condutores portugueses

Senhoras e senhores, peço-vos um grande favor: deixem de ter acidentes.

Caso contrário, considero-vos responsáveis pelas constantes perdas de tempo, atrasos e desperdício de gasolina.

Não, não estou minimamente preocupado com as vossas vidas inúteis - tanto quanto posso ver, a maioria de vocês, julgando pela forma como conduz, é um desperdício de oxigénio. Mas, se quiserem, façam isto pela vossa integridade física - já que ela também tende a ser vítima da forma totalmente imbecil como conduzem.

Eu sei que é difícil conduzir um carro. Tem muitas coisas para controlar (quase tantas como um comando de Playstation), é preciso olhar para muitos lados e lidar com muitas variáveis a todo o momento, particularmente “os outros carros”. Para condutores do sexo feminino: sim, outros carros na estrada. Para condutores masculinos: não, eles não estão em competição convosco, e a vossa masculinidade não é afectada se eles passarem antes, ou se chegarem primeiro a algum lado.

Como aposto que “deixem de ter acidentes” é genérico demais para as vossas mentes paleolíticas, aqui vão umas sugestões mais concretas:

  • Deixem de conduzir a 2 milímetros do carro da frente, independentemente da velocidade. Já vimos que a maior parte de vocês tem os reflexos de uma velhinha de 90 anos (excepto as velhinhas de 90 anos, que são ainda piores).
  • Se um idiota se põe à vossa frente, ou faz outra coisa que ofende o vosso orgulho, controlem-se. Deixem o imbecil passar; ele que se vá matar noutro lado. Não entrem em competições estúpidas a tentar bloquear-se um ao outro, que acabam sempre em colisão, em 2 idiotas em coletes a gritar disparates um para o outro, e numa fila interminável de carros parados atrás.
  • Não mudem de faixa sem olhar.
  • Os piscas não são decorativos, como as luzes das árvores de Natal. Servem para avisar os outros inúteis que vocês vão alterar o vosso percurso. Usem-nos.
  • Se chegarem a um sítio em que não têm prioridade, isso não significa que têm de ficar ali vários minutos à espera de que venha um carro, para o deixar passar primeiro, antes de seguir em frente. Se não vem carro nenhum na via com prioridade, avancem, dammit!
  • Deixem de andar a 30 km/h na faixa da esquerda, em auto-estradas e outras vias rápidas.
  • Não são “menos homens” por usarem os travões ocasionalmente. São “menos homens”, sim, por serem uns cretinos inseguros e agirem como criancinhas com necessidade de afirmação, como fazem a todo o momento.
  • Os acidentes dos outros não são coisas assim tão fascinantes - além de que quem viu um, já viu todos. Deixem de ser uns abutres nojentos e andem.

Boas e más notícias

As boas notícias são que finalmente vou resolver (graças à GRANDE ajuda de alguém) os meus problemas financeiros. A vida não vai passar a ser um mar de rosas, nem vou poder, para já, gastar mais dinheiro, mas pelo menos vou acabar, de uma vez por todas, com a loucura dos juros.

E sim, já devia ter feito isto há anos.

As más notícias são que estou doente - dor de garganta, febre, etc.. Hoje vim trabalhar - vamos ver como é que estou na segunda.

Os Portugueses e o Dinheiro

Somos um país pobre, com muita miséria, “em crise” permanentemente, com ordenados baixos, pouca produtividade, muita gente endividada… sim, tudo isso é verdade.

E, muitas vezes, vem alguém falar sobre as razões disso. Bem, é a minha vez. Mas acho que as minhas razões, que são bem simples, são bem diferentes das habitualmente apresentadas… e imagino que quase ninguém concorde comigo. So what’s new? :)

No fundo, o seguinte é uma única razão, mas, por clareza, vou expandi-la em várias partes.

  • apesar de não sermos um povo muito religioso (por exemplo, não temos fanatismos “à lá” EUA, e a maior parte dos jovens hoje em dia não segue qualquer religião), há uma crença de origem religiosa em que parecemos quase todos acreditar: que o dinheiro é a origem de todo o mal. O dinheiro é aquilo que todos querem, mas que todos têm vergonha de admitir que querem.
  • a ideia de fazer dinheiro com trabalho árduo e honesto é completamente alheia aos Portugueses. Para quase todos nós, quem faça bastante dinheiro, das duas uma:
    1. ou é corrupto, e está a roubar,
    2. ou não o consegue trabalhando, mas sim explorando outros que trabalham.
  • como consequência, ganhar dinheiro é imoral - a única coisa vagamente aceitável é alguém matar-se a trabalhar para conseguir o mínimo dos mínimos para sobreviver. Qualquer coisa a mais do que isso já implica, como disse acima, corrupção e/ou exploração de outros.
  • o Português acredita, por isso, que não é possível “subir na vida” de uma forma honesta, através de competência e trabalho.
  • a ideia de ganhar dinheiro a fazer algo de que se gosta é completamente absurda, impossível e impensável.
  • sendo assim, se alguém sugerir uma forma de ganhar dinheiro com algo que já se faz por gosto, isso é considerado uma “corrupção” que tira a pureza da coisa.

Concordam? Duvido. :)

Outra crença curiosa do Português é esta: que um emprego não é uma troca entre o empregador e o empregado que favorece ambas as partes, mas sim um favor que o empregador faz ao empregado. Por muito competente e trabalhador que este seja, por muito dinheiro que ele faça à empresa - é sempre um favor, e o empregado não tem nada que reclamar se alguma coisa está mal - se ele não quer estas condições, há muitos que as querem. Ele já tem “sorte” (que conceito ridículo, aqui…) em ter um emprego. Afinal, há tanto desemprego…

E isto se calhar estaria melhor no Way of the Mind, mas, por outro lado, só faz sentido num blog Português…

A televisão

Sobrevivo. E a casa também.

A televisão, incrivelmente, ainda funciona. Estava meio “aberta”, várias partes tinham desencaixado, e não dava para ligar os cabos à mesma, mas um pouco de força bruta (tem de ser suficientmente bruta, senão isto não resulta) serviu para voltar a “fechá-la”, mais ou menos. A imagem continua desfocada, mas já o era… E, anyway, essa televisão serve só para um jogo, que não precisa de grande detalhe.

Por isso, so far, so good.

20051114

Como se calhar já repararam, mudei um pouco o aspecto deste blog. Será muito óbvio? :)

Mas tenho escrito pouco - bem menos do que gostaria, bem menos do que devia. Muito cansaço e stress durante a semana, que depois fazem com que no fim de semana só apeteça fazer coisas “fáceis”, como jogar ou ver DVDs. E com jogos novos em casa, ainda por cima… mas pronto, deu para recarregar certas baterias, se bem que continuo com algum sono durante o dia. Também tenho de ver se resolvo isso…

Entretanto, a televisão velha teve um acidente… hoje vou tentar ligá-la, e torcer para que não cause uma explosão aparatosa e/ou um incêncio. Se deixar de postar aqui, é porque estou completamente carbonizado. Hmm, pensando bem, se aquilo explodir tudo, deve apanhar o servidor, e por isso os meus sites ficarão inacessíveis…

Continuo a tentar achar uma ideia para um próximo blog, mas, até agora, sem sucesso…

Novo blog (não, este não é meu!)

Chama-se Garrafive de 5 Litros (vê-se logo que não é meu :)), e é de 2 simpáticos e divertidos familiares meus. É em português, e dá, em geral, para rir um bocado. Vale a pena subscrever o feed, ou, se não forem suficientemente maus/más para salvar o presidente, vale a pena visitar regularmente. :)

Europa salva pelo álcool!

Uma das grandes ironias da história é o facto de que a Europa é o que é hoje - e não algo substancialmente diferente - por causa do álcool.

No século XIII, os Mongóis invadiram a Rússia (ou o que viria a ser a Rússia), e de seguida a Hungria e Polónia. Conseguiram vitórias atrás de vitórias, dizimando completamente os exércitos dos países europeus, e preparavam-se para invadir o “Holy Roman Empire” (basicamente, o que hoje em dia é a Alemanha, mas maior), e de seguida a França, e sabe-se lá o quê a seguir.

Nada parecia ser capaz de os deter - há relatos de que o Rei de França, por exemplo, já acreditava que ia ser morto em breve pelos invasores.

Até que Ogadai Khan, líder dos Mongóis (e filho de Genghis Khan) morreu. Já era alcóolico há anos, e desta vez abusou de tal forma, que não sobreviveu à bebedeira.

Tendo notícias disso, o exército Mongol, que se preparava para conquistar a Europa, voltou para trás, para os seus líderes participarem nos rituais de sucessão ao Khan.

Pensem bem. Se não fosse a bebedeira que matou o líder Mongol, eles teriam, basicamente, conquistado toda a Europa. Possivelmente, esta seria diferente, mesmo hoje - cultura diferente, por exemplo. Não havia nada na Europa capaz de fazer frente às hordas Mongóis… mas o álcool fê-los voltar para trás.

Há mais na Wikipedia.

Há acasos assim na história que dão que pensar.






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