Depois de finalmente ter tomado uma atitude em relação a estas coisas (com uma grande ajuda, como já disse), pus-me a brincar com folhas de cálculo.
Por exemplo, vamos considerar uma situação hipotética: um empréstimo de 2000 euros, pago a 50 euros por mês, com juros de 2% ao mês (em relação à dívida actual – não sei se há créditos em que os juros são em relação à dívida inicial). Parece razoável, não é? 50 euros por mês não custa nada, e 2%… não parece assim tanto, pois não?
Então peguem numa folha de cálculo e façam as contas.
Essa dívida demorará quase 7 anos a ser paga, e os juros totais são de 2063 euros. Mais do que a dívida em si. Nada mau… para quem empresta.
Se em vez de 50 euros por mês, se pagar 100, as coisas melhoram bastante: a dívida acaba em apenas 26 meses, e os juros chegam a 579 euros.
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É só preciso então dispôr dos 100 euros mensalmente e tornar a dívida menos pesada.
Aliás, é contrair um empréstimo absurdo, pagar em “absurdo/12″ prestações e ter um juro irrisório