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	<title>Comments on: Vida, 20060220</title>
	<link>http://blog.dehumanizer.com/2006/02/20/vida-20060220/</link>
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	<pubDate>Fri, 16 May 2008 03:54:42 +0000</pubDate>
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		<title>By: velvetsatine</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2006/02/20/vida-20060220/#comment-613</link>
		<dc:creator>velvetsatine</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2006 17:17:11 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.dehumanizer.com/2006/02/20/vida-20060220/#comment-613</guid>
		<description>Keep focused! ;-) Verás que conseguirás o que desejas. Por vezes as coisas custam um pouco mais. É só isso. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Keep focused! <img src='http://blog.dehumanizer.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> Verás que conseguirás o que desejas. Por vezes as coisas custam um pouco mais. É só isso. <img src='http://blog.dehumanizer.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /></p>
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	<item>
		<title>By: Dehumanizer</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2006/02/20/vida-20060220/#comment-612</link>
		<dc:creator>Dehumanizer</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2006 08:37:06 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.dehumanizer.com/2006/02/20/vida-20060220/#comment-612</guid>
		<description>&lt;blockquote&gt;O interessante será notar em que reside a tua felicidade. Numa segunda casa fora de Lisboa? Numa casa arrumada? Se assim é, então concordo contigo cabe-te a ti mexeres-te para o conseguires. Mas se encaras esses desejos ou objectivos como meros deveres (o tal devia ter a casa arrumada…) então perdes o gozo todo à coisa.&lt;/blockquote&gt;

Não, a minha felicidade não reside nisso. A casa arrumada é um problema a resolver (e, infelizmente, é um problema que não basta resolver uma vez, é preciso continuar a combater a entropia indefinidamente). A segunda casa, sim, seria uma fonte de prazer, conforto e variedade na vida.

&lt;blockquote&gt;Disciplina. A tua vida fica a ganhar com isso? Então começa com pequenas alterações. Dou-te um exemplo: queres fazer algum desporto? Não comeces logo com o objectivo megalómano de “teres de” correr todos os dias antes ou depois do trabalho; em vez disso dá um passeio depois do jantar duas vezes por semana; depois disso podes passar a correr todos os sábados (escolhes o horário que te der mais jeito) ou duas ou três vezes por semana. O ideal é encontrares dentro da tua rotina espaço para outras coisas.&lt;/blockquote&gt;

Aqui, concordo completamente, e vou tentar pôr em prática algo do género.

&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Além de que é possível não querer nada, não almejar nada, contentar-me com o que tenho neste momento e “mentalizar-me” para ser feliz assim.&lt;/i&gt;

Reparaste no contra-senso? Se não se almeja nada, se não se quer nada, não temos de nos mentalizar para ser felizes assim, somos e pronto!&lt;/blockquote&gt;

Não, aqui estás a ver a coisa ao contrário. Para chegar a um estado em que não quisesse nada, teria de me mentalizar, de me esquecer de quem sou, do que sou. É algo que pode ser útil, como disse, nos tais casos extremos, como uma doença que me prende à cama, ou uma cela numa prisão. Mas não "cá fora".</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O interessante será notar em que reside a tua felicidade. Numa segunda casa fora de Lisboa? Numa casa arrumada? Se assim é, então concordo contigo cabe-te a ti mexeres-te para o conseguires. Mas se encaras esses desejos ou objectivos como meros deveres (o tal devia ter a casa arrumada…) então perdes o gozo todo à coisa.</p></blockquote>
<p>Não, a minha felicidade não reside nisso. A casa arrumada é um problema a resolver (e, infelizmente, é um problema que não basta resolver uma vez, é preciso continuar a combater a entropia indefinidamente). A segunda casa, sim, seria uma fonte de prazer, conforto e variedade na vida.</p>
<blockquote><p>Disciplina. A tua vida fica a ganhar com isso? Então começa com pequenas alterações. Dou-te um exemplo: queres fazer algum desporto? Não comeces logo com o objectivo megalómano de “teres de” correr todos os dias antes ou depois do trabalho; em vez disso dá um passeio depois do jantar duas vezes por semana; depois disso podes passar a correr todos os sábados (escolhes o horário que te der mais jeito) ou duas ou três vezes por semana. O ideal é encontrares dentro da tua rotina espaço para outras coisas.</p></blockquote>
<p>Aqui, concordo completamente, e vou tentar pôr em prática algo do género.</p>
<blockquote><p><i>Além de que é possível não querer nada, não almejar nada, contentar-me com o que tenho neste momento e “mentalizar-me” para ser feliz assim.</i></p>
<p>Reparaste no contra-senso? Se não se almeja nada, se não se quer nada, não temos de nos mentalizar para ser felizes assim, somos e pronto!</p></blockquote>
<p>Não, aqui estás a ver a coisa ao contrário. Para chegar a um estado em que não quisesse nada, teria de me mentalizar, de me esquecer de quem sou, do que sou. É algo que pode ser útil, como disse, nos tais casos extremos, como uma doença que me prende à cama, ou uma cela numa prisão. Mas não &#8220;cá fora&#8221;.</p>
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		<title>By: velvetsatine</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2006/02/20/vida-20060220/#comment-611</link>
		<dc:creator>velvetsatine</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2006 21:43:40 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.dehumanizer.com/2006/02/20/vida-20060220/#comment-611</guid>
		<description>Há bocado fiz o comentário à pressa porque estava mesmo de saída. Voltei porque tinha algo mais a acrescentar. É certo e sabido que todos temos prioridades diferentes na vida, assim como desejos e objectivos diversos. Também acho que em determinadas alturas das nossas vidas as nossas prioridades e desejos alteram-se, tornam-se outras e o que dantes parecia algo premente passa a um lugar secundário ou deixamos sequer de considera-lo como um objectivo a atingir. 

O interessante será notar em que reside a tua felicidade. Numa segunda casa fora de Lisboa? Numa casa arrumada? Se assim é, então concordo contigo cabe-te a ti mexeres-te para o conseguires. Mas se encaras esses desejos ou objectivos como meros deveres (o tal devia ter a casa arrumada...) então perdes o gozo todo à coisa. 

A tua evolução e crescimento possivelmente até passam por outras coisas que não essas que colocas como etapas a atingir. Já te questionaste em relação a isso? 

Acima de tudo faz o que queres, o que desejas de facto. O que te faz feliz. O que te completa. Por arrasto crescerás, evoluirás.

Disciplina. A tua vida fica a ganhar com isso? Então começa com pequenas alterações. Dou-te um exemplo: queres fazer algum desporto? Não comeces logo com o objectivo megalómano de "teres de" correr todos os dias antes ou depois do trabalho; em vez disso dá um passeio depois do jantar duas vezes por semana; depois disso podes passar a correr todos os sábados (escolhes o horário que te der mais jeito) ou duas ou três vezes por semana. O ideal é encontrares dentro da tua rotina espaço para outras coisas.  

&lt;i&gt;Além de que é possível não querer nada, não almejar nada, contentar-me com o que tenho neste momento e “mentalizar-me” para ser feliz assim.&lt;/i&gt;

Reparaste no contra-senso? Se não se almeja nada, se não se quer nada, não temos de nos mentalizar para ser felizes assim, somos e pronto! :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há bocado fiz o comentário à pressa porque estava mesmo de saída. Voltei porque tinha algo mais a acrescentar. É certo e sabido que todos temos prioridades diferentes na vida, assim como desejos e objectivos diversos. Também acho que em determinadas alturas das nossas vidas as nossas prioridades e desejos alteram-se, tornam-se outras e o que dantes parecia algo premente passa a um lugar secundário ou deixamos sequer de considera-lo como um objectivo a atingir. </p>
<p>O interessante será notar em que reside a tua felicidade. Numa segunda casa fora de Lisboa? Numa casa arrumada? Se assim é, então concordo contigo cabe-te a ti mexeres-te para o conseguires. Mas se encaras esses desejos ou objectivos como meros deveres (o tal devia ter a casa arrumada&#8230;) então perdes o gozo todo à coisa. </p>
<p>A tua evolução e crescimento possivelmente até passam por outras coisas que não essas que colocas como etapas a atingir. Já te questionaste em relação a isso? </p>
<p>Acima de tudo faz o que queres, o que desejas de facto. O que te faz feliz. O que te completa. Por arrasto crescerás, evoluirás.</p>
<p>Disciplina. A tua vida fica a ganhar com isso? Então começa com pequenas alterações. Dou-te um exemplo: queres fazer algum desporto? Não comeces logo com o objectivo megalómano de &#8220;teres de&#8221; correr todos os dias antes ou depois do trabalho; em vez disso dá um passeio depois do jantar duas vezes por semana; depois disso podes passar a correr todos os sábados (escolhes o horário que te der mais jeito) ou duas ou três vezes por semana. O ideal é encontrares dentro da tua rotina espaço para outras coisas.  </p>
<p><i>Além de que é possível não querer nada, não almejar nada, contentar-me com o que tenho neste momento e “mentalizar-me” para ser feliz assim.</i></p>
<p>Reparaste no contra-senso? Se não se almeja nada, se não se quer nada, não temos de nos mentalizar para ser felizes assim, somos e pronto! <img src='http://blog.dehumanizer.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /></p>
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		<title>By: Dehumanizer</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2006/02/20/vida-20060220/#comment-610</link>
		<dc:creator>Dehumanizer</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2006 20:56:35 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.dehumanizer.com/2006/02/20/vida-20060220/#comment-610</guid>
		<description>Eu sou assim. Não me contento em sobreviver e "deixar andar".

Além de que é possível não querer nada, não almejar nada, contentar-me com o que tenho neste momento e "mentalizar-me" para ser feliz assim.

Talvez isso seja a forma de sobreviver em condições extremas, como numa prisão, ou tendo uma doença que me impeça completamente de mexer. Ajustar todos os meus desejos e sonhos de forma a coincidirem com a situação actual.

Mas fazer isso quando POSSO fazer alguma coisa para evoluir, para crescer, para dominar o mundo... sei lá, acho isso cobardia e preguiça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou assim. Não me contento em sobreviver e &#8220;deixar andar&#8221;.</p>
<p>Além de que é possível não querer nada, não almejar nada, contentar-me com o que tenho neste momento e &#8220;mentalizar-me&#8221; para ser feliz assim.</p>
<p>Talvez isso seja a forma de sobreviver em condições extremas, como numa prisão, ou tendo uma doença que me impeça completamente de mexer. Ajustar todos os meus desejos e sonhos de forma a coincidirem com a situação actual.</p>
<p>Mas fazer isso quando POSSO fazer alguma coisa para evoluir, para crescer, para dominar o mundo&#8230; sei lá, acho isso cobardia e preguiça.</p>
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		<title>By: velvetsatine</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2006/02/20/vida-20060220/#comment-609</link>
		<dc:creator>velvetsatine</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2006 18:33:50 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.dehumanizer.com/2006/02/20/vida-20060220/#comment-609</guid>
		<description>Devia, devia, devia... isso de a tua vida estar nesses moldes da obrigação moral "devia" parece-me tudo menos almejar a felicidade merecida ou até desejada...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Devia, devia, devia&#8230; isso de a tua vida estar nesses moldes da obrigação moral &#8220;devia&#8221; parece-me tudo menos almejar a felicidade merecida ou até desejada&#8230;</p>
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