<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: O Problema do Colectivismo</title>
	<atom:link href="http://blog.dehumanizer.com/2006/10/26/o-problema-do-colectivismo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.dehumanizer.com/2006/10/26/o-problema-do-colectivismo/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 12 Mar 2010 09:27:13 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: MIG</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2006/10/26/o-problema-do-colectivismo/#comment-36286</link>
		<dc:creator>MIG</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 20:54:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.dehumanizer.com/2006/10/26/o-problema-do-colectivismo/#comment-36286</guid>
		<description>Posso dizer que sou colectivista na medida em que trabalho para um grupo na esperança que esse grupo defenda os meus próprios interesses?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Posso dizer que sou colectivista na medida em que trabalho para um grupo na esperança que esse grupo defenda os meus próprios interesses?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Timóteo</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2006/10/26/o-problema-do-colectivismo/#comment-3319</link>
		<dc:creator>Pedro Timóteo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2006 11:54:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.dehumanizer.com/2006/10/26/o-problema-do-colectivismo/#comment-3319</guid>
		<description>Sérgio: aí estás a misturar outra coisa, a dita &quot;ditadura da democracia&quot;. Mencionei-a um pouco nesta parte:

&lt;blockquote&gt;É a ideia de que não há “certo” e “errado”, mas que a sociedade - a maioria - é que decide o que é “certo” e “errado”. Que não há princípios fundamentais. Que não há direitos básicos do ser humano, acima dos caprichos da sociedade; se muitos decidem sacrificar um, para o colectivista, esse um perde qualquer direito.&lt;/blockquote&gt;

Apesar de tudo, &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; vivemos assim. Há uma constituição que define direitos fundamentais, e que está (supostamente) acima das decisões da maioria.

Repara: a maioria podia decidir que, ok, &quot;precisam&quot; muito da tua casa, e por isso vão tirar-ta? Não. Felizmente, não. Mas um colectivista acredita que isso seria apropriado.

Politicamente, temos muito colectivismo: impostos brutais, um governo a meter-se onde não é chamado e a legislar coisas que não devia &lt;small&gt;(ex. o aborto... NUNCA deveria ter sido criminalizado; o governo, ao fazê-lo, já fez algo que, eticamente, não devia poder. Se for descriminalizado em Janeiro, será com décadas de atraso)&lt;/small&gt;. Temos subsídios atrás de subsídios. Temos uma segurança social que pune quem trabalha e recompensa quem não o faz. Temos partidos como o BE a dizer que um criminoso que mate um polícia é uma &quot;vítima&quot;, mas um polícia que dispare num criminoso é um &quot;monstro&quot;.

Isso é colectivismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio: aí estás a misturar outra coisa, a dita &#8220;ditadura da democracia&#8221;. Mencionei-a um pouco nesta parte:</p>
<blockquote><p>É a ideia de que não há “certo” e “errado”, mas que a sociedade &#8211; a maioria &#8211; é que decide o que é “certo” e “errado”. Que não há princípios fundamentais. Que não há direitos básicos do ser humano, acima dos caprichos da sociedade; se muitos decidem sacrificar um, para o colectivista, esse um perde qualquer direito.</p></blockquote>
<p>Apesar de tudo, <b>não</b> vivemos assim. Há uma constituição que define direitos fundamentais, e que está (supostamente) acima das decisões da maioria.</p>
<p>Repara: a maioria podia decidir que, ok, &#8220;precisam&#8221; muito da tua casa, e por isso vão tirar-ta? Não. Felizmente, não. Mas um colectivista acredita que isso seria apropriado.</p>
<p>Politicamente, temos muito colectivismo: impostos brutais, um governo a meter-se onde não é chamado e a legislar coisas que não devia <small>(ex. o aborto&#8230; NUNCA deveria ter sido criminalizado; o governo, ao fazê-lo, já fez algo que, eticamente, não devia poder. Se for descriminalizado em Janeiro, será com décadas de atraso)</small>. Temos subsídios atrás de subsídios. Temos uma segurança social que pune quem trabalha e recompensa quem não o faz. Temos partidos como o BE a dizer que um criminoso que mate um polícia é uma &#8220;vítima&#8221;, mas um polícia que dispare num criminoso é um &#8220;monstro&#8221;.</p>
<p>Isso é colectivismo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: sara_the_menace</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2006/10/26/o-problema-do-colectivismo/#comment-3318</link>
		<dc:creator>sara_the_menace</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2006 11:25:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.dehumanizer.com/2006/10/26/o-problema-do-colectivismo/#comment-3318</guid>
		<description>Concordo e assino por baixo (ou assinaria, se me exprimisse assim tao bem ;))

E nao reparas como se arreigam aos grupos a que pertencem? Clubísticos, religiosos, políticos, até da porra dos produtos que usam. Qualquer coisa diferente é... simplesmente errada.

De qualquer forma, já pensei sobre o assunto e cheguei a outra conclusao; nao tem só a ver com esta necessidade de pertencer a uma &lt;i&gt;verdade&lt;/i&gt; comum, mas com o conceito de paternalismo. Ou para melhor se entender, judgemental. O povo é judgemental, quem nao está com eles, está... contra eles, portanto e é alvo a eliminar.

Ai o que eu nao suporto as massas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo e assino por baixo (ou assinaria, se me exprimisse assim tao bem <img src='http://blog.dehumanizer.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> )</p>
<p>E nao reparas como se arreigam aos grupos a que pertencem? Clubísticos, religiosos, políticos, até da porra dos produtos que usam. Qualquer coisa diferente é&#8230; simplesmente errada.</p>
<p>De qualquer forma, já pensei sobre o assunto e cheguei a outra conclusao; nao tem só a ver com esta necessidade de pertencer a uma <i>verdade</i> comum, mas com o conceito de paternalismo. Ou para melhor se entender, judgemental. O povo é judgemental, quem nao está com eles, está&#8230; contra eles, portanto e é alvo a eliminar.</p>
<p>Ai o que eu nao suporto as massas!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sérgio Rebelo</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2006/10/26/o-problema-do-colectivismo/#comment-3312</link>
		<dc:creator>Sérgio Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2006 21:10:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.dehumanizer.com/2006/10/26/o-problema-do-colectivismo/#comment-3312</guid>
		<description>Pela tua definição de Colectivismo e, se nós vivemos em Democracia, então somos colectivistas, porque Democracia é exactamente isso, a maioria dita as regras que TODOS têm de cumprir. Aliás, acho que a Democracia é mais colectivista do que os exemplos que citaste como o comunismo, socialismo ou fascismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pela tua definição de Colectivismo e, se nós vivemos em Democracia, então somos colectivistas, porque Democracia é exactamente isso, a maioria dita as regras que TODOS têm de cumprir. Aliás, acho que a Democracia é mais colectivista do que os exemplos que citaste como o comunismo, socialismo ou fascismo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
