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	<title>Comentários em: D&#250;vida existencial n&#186; 1</title>
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		<title>Por: BOLINHA</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2007/12/05/dvida-existencial-n-1/#comment-37244</link>
		<dc:creator>BOLINHA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 12:42:47 +0000</pubDate>
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		<description>Quando você convive com alguém &quot;difícil&quot;, se você cede p/ melhorar a convivência acaba sendo o mau no final.

Sobre sua dúvida, como diz o dito popular: &quot;pimenta nos olhos do outro é refresco&quot; 

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		<title>Por: tao</title>
		<link>http://blog.dehumanizer.com/2007/12/05/dvida-existencial-n-1/#comment-36392</link>
		<dc:creator>tao</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jan 2008 15:02:26 +0000</pubDate>
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		<description>Tu por vezes és capaz das maiores cretinices (sem te dares conta), porque achas que estás a fazê-lo para o *bem* da outra pessoa. Nunca te ocorre que o que tu consideras como sendo o *bem*, poderá não o ser para os outros.

Fica aqui uma fábula que não sei se conheces... é muito antiga e já não a conto há anos.

Era uma vez 2 burros (leia-se gado asinino) que transportavam mercadorias entre a aldeia e o mercado da grande cidade. Um dos burros transportava grandes sacos de lona, os quais continham sal e o outro enormes fardos de algodão cru.

Todos os dias percorriam vários quilómetros com a pesada carga, atravessando um rio a vau, onde o burro dos sacos de sal se agachava sempre durante uns minutos.

Certo dia, o burro do algodão perguntou ao outro porque o fazia.

- Quando eu me agacho no rio, os sacos de sal molham-se. Parte do sal dissolve-se na corrente e a carga fica mais leve. - explicou o burro do sal.

- Ah é? Então da próxima também vou fazer isso!! - disse o burro do algodão.

- Tem cuidado. - respondeu o do sal - Olha que isto funciona comigo, mas não sei se é gual para todos...

- Qual quê! Se funciona para ti, para mim também há-de funcionar!!

Na viagem seguinte, chegados ao rio, ambos excepcionalmente carregados, o burro do sal fez como de costume e só saiu quando o dono o obrigou a levantar-se. Saiu do outro lado bastante mais leve e ficou à espera do burro do algodão, que resolveu fazer o mesmo.

O algodão, naturalmente hidrófilo, absorveu toda a água que pôde e a carga do burro ficou ainda mais pesada do que estava antes. Com o peso extra, o burro perdeu o equilíbrio e foi arrastado pela corrente, tendo morrido afogado.

Moral da história... tu sabes.

Porta-te bem e podes sempre falar comigo no MSN ~;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tu por vezes és capaz das maiores cretinices (sem te dares conta), porque achas que estás a fazê-lo para o *bem* da outra pessoa. Nunca te ocorre que o que tu consideras como sendo o *bem*, poderá não o ser para os outros.</p>
<p>Fica aqui uma fábula que não sei se conheces&#8230; é muito antiga e já não a conto há anos.</p>
<p>Era uma vez 2 burros (leia-se gado asinino) que transportavam mercadorias entre a aldeia e o mercado da grande cidade. Um dos burros transportava grandes sacos de lona, os quais continham sal e o outro enormes fardos de algodão cru.</p>
<p>Todos os dias percorriam vários quilómetros com a pesada carga, atravessando um rio a vau, onde o burro dos sacos de sal se agachava sempre durante uns minutos.</p>
<p>Certo dia, o burro do algodão perguntou ao outro porque o fazia.</p>
<p>- Quando eu me agacho no rio, os sacos de sal molham-se. Parte do sal dissolve-se na corrente e a carga fica mais leve. &#8211; explicou o burro do sal.</p>
<p>- Ah é? Então da próxima também vou fazer isso!! &#8211; disse o burro do algodão.</p>
<p>- Tem cuidado. &#8211; respondeu o do sal &#8211; Olha que isto funciona comigo, mas não sei se é gual para todos&#8230;</p>
<p>- Qual quê! Se funciona para ti, para mim também há-de funcionar!!</p>
<p>Na viagem seguinte, chegados ao rio, ambos excepcionalmente carregados, o burro do sal fez como de costume e só saiu quando o dono o obrigou a levantar-se. Saiu do outro lado bastante mais leve e ficou à espera do burro do algodão, que resolveu fazer o mesmo.</p>
<p>O algodão, naturalmente hidrófilo, absorveu toda a água que pôde e a carga do burro ficou ainda mais pesada do que estava antes. Com o peso extra, o burro perdeu o equilíbrio e foi arrastado pela corrente, tendo morrido afogado.</p>
<p>Moral da história&#8230; tu sabes.</p>
<p>Porta-te bem e podes sempre falar comigo no MSN ~;)</p>
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