Porque é que, quando tratamos alguém exactamente como essa pessoa nos trata ou tratou, e ela nos acusa de crueldade, de sermos uma pessoa horrível por isso, a pessoa em questão nunca percebe a implicação óbvia?
Recent Comments
Recent Posts
Blogs
Outros sites
Categories
- Aborto
- Actualidades
- Animais
- Auto-estima
- Blogging
- Colectivismo
- Comics
- Computadores
- Cristianismo
- Dúvidas existenciais
- Diversos
- Fóruns
- Filmes
- Humanidade
- Humor
- Informática
- Inteligência
- Jogos de computador
- Jogos de consola
- Jogos de tabuleiro
- Jogos de telemóvel
- Língua Portuguesa
- Livros
- Música
- Moralidade
- Ostras (o blog)
- Pensar
- Pessoal
- Política
- Portugal
- Relacionamentos
- Religião
- Sem categoria
- Sexismo
- Sites
- Sociedade
- Star Trek
- Trabalho
- trânsito
- TV




Tu por vezes és capaz das maiores cretinices (sem te dares conta), porque achas que estás a fazê-lo para o *bem* da outra pessoa. Nunca te ocorre que o que tu consideras como sendo o *bem*, poderá não o ser para os outros.
Fica aqui uma fábula que não sei se conheces… é muito antiga e já não a conto há anos.
Era uma vez 2 burros (leia-se gado asinino) que transportavam mercadorias entre a aldeia e o mercado da grande cidade. Um dos burros transportava grandes sacos de lona, os quais continham sal e o outro enormes fardos de algodão cru.
Todos os dias percorriam vários quilómetros com a pesada carga, atravessando um rio a vau, onde o burro dos sacos de sal se agachava sempre durante uns minutos.
Certo dia, o burro do algodão perguntou ao outro porque o fazia.
- Quando eu me agacho no rio, os sacos de sal molham-se. Parte do sal dissolve-se na corrente e a carga fica mais leve. - explicou o burro do sal.
- Ah é? Então da próxima também vou fazer isso!! - disse o burro do algodão.
- Tem cuidado. - respondeu o do sal - Olha que isto funciona comigo, mas não sei se é gual para todos…
- Qual quê! Se funciona para ti, para mim também há-de funcionar!!
Na viagem seguinte, chegados ao rio, ambos excepcionalmente carregados, o burro do sal fez como de costume e só saiu quando o dono o obrigou a levantar-se. Saiu do outro lado bastante mais leve e ficou à espera do burro do algodão, que resolveu fazer o mesmo.
O algodão, naturalmente hidrófilo, absorveu toda a água que pôde e a carga do burro ficou ainda mais pesada do que estava antes. Com o peso extra, o burro perdeu o equilíbrio e foi arrastado pela corrente, tendo morrido afogado.
Moral da história… tu sabes.
Porta-te bem e podes sempre falar comigo no MSN ~;)