WoWForum-PT: back from the mostly-dead

Primeiro: tenho sono. E já estive mais bem disposto (fisicamente) do que neste preciso momento. Mas daqui a pouco vou almoçar, o que é sempre bom. 🙂

WoWForum-PT - World of Warcraft em Portugal Segundo: é curioso como às vezes um site nosso “pega” mesmo sem intervenção nossa. Case in point: o WoWForum-PT: fórum de World of Warcraft em Portugal. É um fórum que já tinha criado em 2007, mas que por preguiça minha e dos dois moderadores (ambos membros regulares dos almoços BattleCattle), nunca foi devidamente promovido, nem tinha tido intervenção da equipa do fórum há cerca de um ano. Qual não é o meu espanto quando recebo, não um, mas vários mails de membros, no espaço de dias, a pedir moderação para o fórum, e verifico que ele tem, curiosamente, crescido bem nos últimos dias.

E quem sou eu para recusar pedidos tão simpáticos? 🙂 Até consegui fazer com que metade da anterior equipa de moderação voltasse ao fórum, e estou em negociações com a outra metade da equipa. 🙂 Aproveitei também para actualizar o software (que estava com uma versão pré-histórica), e corrigir outras pequenas coisas. Tenho é de ver se acabo finalmente a tradução para português… tenho de arranjar umas horitas para isso. Não é um trabalho difícil, mas é chato…

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Um Comentário a “WoWForum-PT: back from the mostly-dead”

  1. ACruz diz:

    A razão para o teu forum estar a receber tantas visitas prende-se com o facto de que as pesquisas no google por “wow forum pt” vão sempre lá bater 😀

    Apesar de a comunidade não ser muito participativa, a malta nova que vai aparecendo escreve uma coisa ou outra e alguém responde, o que vai criando alguma dinâmica.

    Curiosamente já nasceram vários projectos no fórum, um deles onde estou envolvido: a guild “Alma Lusa” do servidor Auchindon.

    De qualquer modo, estás de parabéns e tenta manter o forum vivo, porque com a visibilidade que o google lhe dá, podia rapidamente tornar-se no forum do Warcraft mais significativo de Portugal (e além fronteiras, pois já não são poucos os brasileiros que o visitam).