Adorava ter metade da capacidade de síntese e de exposição desta mulher. O último post dela, Atheism and the "Shut Up, That’s Why" Arguments, expõe brilhantemente o erro dos argumentos de “calem-se com isso” feitos tão habitualmente aos activistas ateus – muitas vezes por pessoas que não têm elas próprias qualquer tipo de crença, mas que mesmo assim acham que é “intolerante” criticar a religião e as crenças em geral (como se alguma coisa fosse intrinsecamente acima de crítica), que “os ateus são tão fanáticos e fundamentalistas como os alvos das suas críticas”, que “há coisas importantes e estão-se a preocupar com isso?”, e argumentos do género.
Eu próprio já escrevi sobre porque é que me importo com esta questão e sobre como é estúpido menosprezar uma preocupação só porque não a partilhamos (muitas vezes porque nunca pensámos no assunto… ou porque “isso acontece tudo lááá muito longe e não me afecta pessoalmente”), mas admito sem reservas, e sem falsas modéstias, que o que ela escreve sobre o mesmo assunto é bem mais interessante.
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Também adorei esta parte de um dos comentários nesse post: