Sim, eu continuo a celebrá-lo (é um feriado muito mais antigo do que o Cristianismo, por curiosidade), mas as pessoas à minha volta estão avisadas de que não devem contar com prendas e afins, e que obviamente também não espero recebê-las. A parte de estar nessa noite e dia com a família e conviver? Venha ela. O consumismo desenfreado, filas enormes para tudo (incluindo na estrada), centros comerciais como latas de sardinhas, a preocupação de achar a “prenda perfeita” para cada pessoa, e com o valor “psicologicamente correcto” (isto é, sem parecermos uns pobretões ou forretas, mas também sem parecer exibicionismo da nossa parte por darmos algo acima das possibilidades do destinatário, ou acima do que ele/a nos vai dar), o stress de nos podermos ter esquecido de alguém que (a lata dele/a!) não se esqueceu de nós, e tudo o mais? Dispenso. Saí desse joguinho parvo e doentio, e não me arrependo nem um pouco.
E se achasse a minha família tão superficial e mesquinha que, como a imagem diz, tivesse de “provar” que gosto deles através de prendas na noite de 24 para 25, estaria a insultá-los.
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Etiquetas: Consumismo, Natal


Yer still getting that video game, and that’s final!
Se estiveste em filas intermináveis, vou ficar chateado.
[...] Imagem roubada do blog do Pedro Timóteo, no qual vale a pena ler esta posta sobre o Natal. O Pedro Pereira tem não uma, mas duas postas sobre o Natal que também vale a pena [...]