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Ronnie James Dio 1942-2010 :(

Segunda-feira, 17 de Maio, 2010

Ronnie James Dio Soube da notícia ontem à noite, e é como perder um familiar. 🙁

Não quero entrar aqui em grandes detalhes (até porque nestas alturas em geral fico um bocado sem saber o que dizer), mas desde que comecei propriamente a “gostar de música” (isto é, interessar-me, conhecer, distinguir, apreciar, etc., em vez de a tratar como ambiente de fundo ou como um mero “ritmo fixe”), lá para o início dos anos 90, que este tipo foi sempre parte da minha vida, tanto como vocalista como como “songwriter”. Alguns dos meus álbuns preferidos ainda hoje — “Elf”, “Ritchie Blackmore’s Rainbow”, “Rising”, “Long Live Rock ‘n’ Roll”, “Heaven and Hell”, “Mob Rules”, “Live Evil”, “Holy Diver”, “The Last In Line”, “Dream Evil”, “Dehumanizer”, “Strange Highways”, “Angry Machines” e “The Devil You Know” — têm-no como vocalista e são co-compostos por ele. Pensei que este ano ia realizar o meu sonho de ver a formação do “Dehumanizer” ao vivo, já que eles estavam anunciados para vir ao Optimus Alive em Julho (ainda há poucos meses ele estava supostamente a melhorar), mas não deu… e nunca vai dar.

É provavelmente egoísta da minha parte, mas não consigo deixar de pensar que, além da parte de nunca o poder ver ao vivo e falar com ele, também nunca mais vou ter o prazer de descobrir um novo álbum dele, o que tem sido uma alegria semi-regular na minha vida nos últimos 20 anos.

Assusta também pensar como uma vida pode acabar tão depressa, já que o cancro no estômago de que Ronnie foi vítima foi diagnosticado em 2009, ainda há menos de um ano, e ainda há poucos meses havia sinais de melhoria tão positivos que estavam previstos concertos dos Heaven and Hell para este verão. Menos de um ano entre estar-se saudável e a morte. Dá sempre que pensar.

Ficam cerca de 50 anos de carreira, dezenas de álbuns com várias bandas, e inúmeros momentos “mágicos” (em CD ou DVD, e nas memórias de quem lá esteve) de um músico que sempre deu o seu melhor pelos fãs.

Deixo-vos com Ronnie James Dio, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice, em Junho de 2009 (sim, há menos de um ano): “Follow The Tears”.

“Onde há fumo há fogo”? Please.

Quarta-feira, 17 de Fevereiro, 2010

Livraram-se do ateísmo (pub descarada), agora levam com política. 🙂 Ou não… porque a questão aqui nem é tanto a política, mas a estupidez de certas mentalidades.

Vi ontem no Google Buzz (que terá muito mais piada quando as pessoas — incluindo eu — começarem a usar aquilo sem ser como uma cópia do Twitter) este artigo no Bitaites, sobre o Sócrates e as acusações de “censura” e “ataques à liberdade da imprensa” que aparentemente têm feito bastante tinta correr.

Eu não sei. É que realmente não tenho estado atento às notícias sobre Portugal (ando numa altura em que as minhas únicas fontes de notícias são esta (versão internacional) e esta), e acredito que não faz muito sentido mandar postas de pescada sem estar ao corrente do assunto. Ou seja, não vou agir como um português típico. 😛

Vou, no entanto, comentar duas parvoíces que vi em comentários a esse post.

Uma delas era isto: “onde há fumo há fogo“. Ou seja, se há as acusações que há à volta do Sócrates, ele tem de ser culpado de alguma coisa.

Eu pergunto: quem é que é tão idiota que acredite em algo assim?

A questão aqui não é a culpa ou inocência do primeiro-ministro; é, sim, a ideia espatafúrdia de que acusações são prova de algo. Ou seja, assume-se quem faz acusações é 100% honesto e fiável, e, portanto, basta acusar-se alguém de algo para esse alguém ser culpado de algo — seja do que foi acusado, seja de algo parecido. E quem não tenha uma mas muitas acusações é claramente um criminoso, um mentiroso, etc..

Sem estar aqui a comparar uma coisa a outra, isto também era assim nos tempos da Inquisição: uma acusação constituia prova suficiente. Se uma mulher fosse acusada de ser uma bruxa, mesmo que depois os acusadores retirassem a acusação, ela já não se safava de prisão, tortura e morte… a não ser que acusasse outros como “cúmplices”, caso esse em que podia ter a pena reduzida. Não era preciso arranjar evidências ou provas; a acusação bastava.

Bem, caro leitor, caso alguma vez tenhas usado o argumento de “se há fumo, há fogo”, eu acuso-te de seres um espião Soviético. Logo, és obviamente um espião, já que a acusação não existiria se não houvesse um fundo de verdade. (O quê, já não existe União Soviética? Isso é o que eles querem que pensemos! 🙂 )

O outro argumento, não menos idiota, é este: que não importa se o Sócrates é inocente ou culpado porque, com tantas acusações, tem de passar todo o tempo a defender-se delas, e já não pode governar. Alguém percebe imediatamente o ridículo da coisa, ou é preciso dizê-lo? É preciso explicar que, se é assim, basta inventar umas dezenas de acusações, e com isso derruba-se quem quer que seja? Desde quando houve algum primeiro-ministro, ou qualquer tipo de governante, que não estivesse rodeado de acusações de inúmeros tipos? Se aceitamos a ideia de que não importa se as acusações são falsas ou não, porque a sua mera existência “algema” um governante e torna necessária a sua demissão … bem-vindos à nova república das bananas, onde cada governo dura meses.

A forma de lidar com as acusações é determinar a veracidade delas, e fazer alguma coisa — seja punir o acusado (se este for efectivamente culpado), seja punir os acusadores (por difamação, por exemplo — por fazerem acusações que sabem ser falsas, em proveito próprio). Porque acusações falsas devem ter consequências para quem as faz.

Nota: isto não é uma defesa do Sócrates; como disse, não estou actualmente informado sobre o que se tem passado nesta história toda.

Tudo o que precisam de saber em relação ao aquecimento global

Terça-feira, 15 de Dezembro, 2009

Climate: what if it's a big hoax and we create a better world for nothing?

(Nota: para quem ache isto tão óbvio que nem precisava de ser mencionado, considerem que, nos EUA, quase metade da população acredita que o aquecimento global é uma mentira, uma ficção anti-americana criada por cientistas e outros “ultra-liberais”, destinada a destruir as empresas nacionais e a competitividade das mesmas a nível mundial. Estamos, é claro, a falar do mesmo país em que mais de metade da população rejeita a realidade da evolução darwinista das espécies – conhecida há mais de 150 anos –, e acredita que as mesmas foram criadas magicamente há uns 6000 anos… altura em que os Sumérios já tinham inventado a cola há cerca de um milhar de anos.)

99500 euros por um site em Drupal?

Segunda-feira, 30 de Novembro, 2009

Notícia aqui.

Centenário da República

Valores vistos aqui.

Além do preço espatafúrdio (500-1000 euros são valores normais para um site deste tipo), do uso tanto de software open source grátis como de um theme também grátis1 e do facto de não ter havido concurso, chamo também a atenção para o prazo: 120 dias. 4 meses.

Centenário da República

Eu — que não sou programador nem designer — acredito que fazia aquilo em menos de uma semana (instalar o Drupal, instalar o theme, mudar cores aqui e ali, pôr as imagens que já me teriam dado, criar utilizadores e permissões para quem vai tratar dos conteúdos). Talvez até menos.

Ponho agora a questão: alguém vai pagar por isto (além dos contribuintes, naturalmente)?

  1. o problema não é fazer uso desse software, até apoio que tal seja feito (é bem melhor do que dar dinheiro à Microsoft ou à Oracle para obter resultados muitas vezes inferiores); simplesmente, desta forma não há realmente qualquer justificação — mesmo que má e estúpida, como “custos de licenças de software” — para um valor deste tipo. []

Saramago e a religião

Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

Tenho visto vários comentários, tanto no artigo do Público como em vários blogs portugueses, a criticar José Saramago por ter dito… bem, vejam o link anterior.

Comentários esses que chamam “banais” às afirmações de Saramago, insinuam que é preciso estudar teologia antes de se poder criticar a religião, dizem o chorrilho de disparates habitual sobre os ateus e o ateísmo, e… bem, já se sabe como é. O mais triste são os comentários de quem não tem qualquer crença religiosa, mas mesmo assim se sente chocado e ofendido com isto, porque caiu na lavagem cerebral de que a religião merece “paninhos quentes” e um respeito especial e inquestionável.

Como a paciência para estar sempre a corrigir os mesmos erros já não é muita, e me sinto enojado só por ler, quanto mais citar, certas coisas que já li hoje, prefiro comentar isto na forma de pequenos parágrafos, mais ou menos independentes uns dos outros. Nem todos se aplicam a todas as críticas, obviamente.

  • Não há qualquer tipo de evidências, provas, etc. da existência de qualquer tipo de deus. Nada. Nicles. Zero. Logo, a teologia é uma não-disciplina, tem tanto mérito e importância como a painatal-logia ou a gambozinologia. E, sim, caros teólogos, vocês desperdiçaram a totalidade das vossas vidas. Deal with it (se bem que sei que nunca o farão, é muito mais fácil manter uma ilusão confortável do que quebrá-la).
  • Chamar “banal” à afirmação de que Deus não existe é o mesmo que chamar “pouco sofisticado” a quem diz que 2+2=4, porque quem está num “nível espiritual mais elevado” tem “fé” de que 2+2=5, ou isso é verdade num plano espiritual tão ou mais importante do que o físico, ou para ele os números têm um significado “mais profundo”, ou outras baboseiras new-age sem significado. Dizer as coisas como elas são de forma simples e directa (como “o rei vai nu”, bem aplicável a este caso) não é “banal” ou “pouco sofisticado”.
  • Crenças religiosas não merecem mais respeito e consideração do que qualquer outro tipo de crenças (ex. “a Terra é redonda” ou “há ovnis a mutilar gado nos EUA”) apenas por serem religiosas. A única coisa que importa é: é verdade?
  • Hitler era católico! Párem lá de o incluir nessa absurda lista de “monstros ateus”. O facto de já terem sido corrigidos relativamente a isso centenas de vezes e mesmo assim o continuarem a fazer demonstra bem quanta importância dão a factos e à realidade… e quão honestos são.
  • Quanto aos outros, há muito de religião em sistemas como o Estalinismo: culto ao líder, rituais, “rezas”, livros “sagrados” (ex. o livro vermelho de Mao), supressão de ideias contrárias, controlo de “pureza” ideológica, irracionalidade, dogma acima de factos, e afins. Se perseguiam as religiões estabelecidas, era apenas porque não queriam competição. Religião e “Deus” não são a mesma coisa, e é possível haver uma sem crença no mesmo. Nenhum povo alguma vez sofreu por excesso de racionalidade e cepticismo.
  • De qualquer forma, quando dizem que “monstros ateus fizeram isto e isto”, querem dizer que o fizeram por não terem medo de um castigo divino. Já pensaram na hedionda distorção de moralidade que isso é? E estão, portanto, a dizer que vocês iriam para a rua roubar, violar e matar se neste momento perdessem a vossa fé, porque não vêem nenhuma razão para não fazer tais coisas, excepto o medo do inferno? O que é que isto diz sobre vocês?
  • Houve quem falasse da “necessidade do Homem para com a espiritualidade”. Isso tem outro nome quando se é mais jovem: “amigo imaginário”. Uma coisa não é real só porque se quer muito. Mesmo que a vida fosse cinzenta e sem sentido sem a existência de um deus e de vida depois da morte (não o é), isso não tornaria mais provável a sua existência.
  • Quem diz que “as críticas de Saramago à Bíblia só se aplicam relação ao Antigo Testamento, porque a mensagem do Novo é paz e amor” está a precisar de realmente ler a Bíblia (além de que Jesus supostamente disse que não vinha para mudar uma letra da lei antiga). Mas, tipicamente, os ateus conhecem-na melhor do que quem acredita que existe um livro escrito pelo criador do universo, do qual depende a sua salvação, mas mesmo assim nunca arranjou tempo para o ler…
  • Não me venham dizer que “mais vale acreditar, por via das dúvidas“, please. Isso é completamente idiota (pista: há mais do que uma religião no mundo…)

O ultra-mega-importante caso Maitê

Quarta-feira, 14 de Outubro, 2009

Tudo o que tenho ou posso ter a dizer está aqui.

P.S. – se levaram esta questão minimamente a sério, não clickem no link acima, pois vão ser insultados. E merecem-no.

ISTO é o ideal de beleza nos dias de hoje?

Quarta-feira, 7 de Outubro, 2009

Fonte

Isto está legendado como “Photoshop disasters”. Mas, para mim, seja isto real ou não (provavelmente não é), é, de qualquer forma, indicador de uma sociedade com gostos absolutamente doentes e depravados.

Se a rapariga é real, ela tem alguma doença (física ou mental, ou ambas, muito provavelmente). Se é photoshopada, quer dizer que, tal como na banda desenhada de super-heróis (onde as mulheres são desenhadas de forma irrealista, mas pelo menos com — IMO — algum bom gosto), alguém considera aquilo uma versão idealizada (!) da beleza feminina, o patamar perfeito, não atingível na realidade, mas o ideal contra o qual a realidade é comparada, ficando sempre aquém.

Serei só eu a olhar para aquilo e a pensar “que horror”?

Qual será o próximo ideal de beleza feminina (já que a guerra nunca acaba)? Este?

Oh dear…

Quarta-feira, 9 de Setembro, 2009

thundershower-090909

Fantasias e realidades políticas

Sexta-feira, 5 de Junho, 2009

Fantasia: uma elevada percentagem de abstenção / voto em branco transmitirá, de forma clara e não ignorável, a mensagem de que o povo está absolutamente insatisfeito e revoltado com a política e os políticos actuais, e que é necessária uma mudança a sério. Por outras palavras, é a melhor forma de iniciar a mudança.

Realidade: abster-se ou votar em branco não é nada mais do que dizer “está tudo bem como está”.

Se acham que os políticos alguma vez irão ter “vergonha na cara” por abstenções / votos em branco (há realmente alguma diferença? sim, eu sei a teoria, mas há realmente alguma diferença?) na ordem dos 60, 70, 80, 90%, então tenho uma ponte para vos vender. É vermelha, fica no Tejo, e foi herança de família. Estou a precisar de dinheiro para pagar dívidas, comprar jogos, e comprar queijo derretido (não necessariamente por essa ordem), daí estar a vender algo que tem tanto valor sentimental para mim (além de ser importantíssima para quem vive na margem sul).

Não se demorem a falar comigo sobre a ponte; há muito mais gente que acredita nisto, pelo que tenho visto…

P.S. – faz-me lembrar uma fantasia parecida, e quase tão ingénua:

security 

P.P.S. – não me venham com desculpas de que “eles são todos iguais”. Mesmo que assim fosse, não há melhor forma de mostrar insatisfação do que votar em quem não está no poder.

P.P.P.S. – não vejam isto como um apelo incondicional ao voto. Eu aceito perfeitamente que não se vote por preguiça, ou por se achar que o resultado destas eleições não nos afecta em nada significativo. O que acho absurdo é que se trate o não-voto como um marcar de posição, coisa que é completamente ingénua, adolescente (no pior sentido), absurda e fantasista.

Irlanda, Igreja Católica… “ah, pois, mas o ateísmo é que é o verdadeiro problema”

Segunda-feira, 25 de Maio, 2009

Acho que aqui não há muito a acrescentar a este post do Daylight Atheism, Catholicism’s Hollow Claims of Moral Authority.

O início do post:

The outgoing Archbishop of Westminster, Cormac Murphy-O’Connor, had some choice words for atheists at the ceremony this week to install his successor:

“What is most crucial is the prayer that we express every day in the Our Father, when we say ‘deliver us from evil’. The evil we ask to be delivered from is not essentially the evil of sin, though that is clear, but in the mind of Jesus it is more importantly a loss of faith. For Jesus, the inability to believe in God and to live by faith is the greatest of evils.

…You see the things that result from this are an affront to human dignity, destruction of trust between peoples, the rule of egoism and the loss of peace. One can never have true justice, true peace, if God becomes meaningless to people.”

Like others who came before him, this cardinal views atheism as “the greatest of evils”, literally the worst act a human being can possibly commit. Too bad for the cardinal that, at the time he gave this speech, an enormous counterexample was staring him in the face:

Tens of thousands of Irish children were sexually, physically and emotionally abused by nuns, priests and others over 60 years in a network of church-run residential schools meant to care for the poor, the vulnerable and the unwanted, according to a report released in Dublin on Wednesday.

Tens of thousands of children, suffering horrific abuse, degradation, and brutal assault both physical and sexual, over a period of decades. The sheer scope of the problem makes it impossible to explain away as the result of a few bad apples; cruelty this widespread and this institutionalized could only come about as the result of evil and corruption deeply entrenched in the hierarchy of church power.

Não acho que dê para acrescentar muito mais a isso.

E antes que me digam que isto não é representativo da Igreja Católica, eu lembro-vos do que a mesma fez enquanto tinha poder para tal: inquisição, tortura de “hereges”, queima de “bruxas”, censura de todos os livros por default (isto é, havia uma lista de livros permitidos, e não de livros censurados), cruzadas, e afins. E isso não parou por a Igreja ter pensado “espera aí, isto não está certo, é uma crueldade monstruosa, vamos parar e realmente tentar fazer algum bem ao mundo”. Não, parou quando deixaram de ter poder para isso. E acho que nunca devemos deixar de mencionar esse facto. Tal como os judeus dizem em relação ao Holocausto, “nunca mais.”

Abuso de crianças? “Trivialidades.” Tudo é justificável para um culto de morte que acredita que a vida terrena não tem qualquer importância, e que a única coisa que importa é salvar almas.

Criaturas das Profundezas

Sexta-feira, 3 de Abril, 2009

Aviso: este post contém Nightmare Fuel. Para proteger as mentes mais sensíveis, há uma divisão a seguir, e precisam de clickar no “Ler o resto desta entrada” para ver o resto. Para quem esteja a ver isto num agregador… tough luck. 😈

(mais…)

Novidades Heaven and Hell

Quarta-feira, 1 de Abril, 2009

Sim, é mais um post completamente desprovido de umdeabrilices! Quantos mais é que vou conseguir fazer hoje?

Primeiro, Heaven and Hell no Twitter!! O Ronnie James Dio já fez updates (incluindo uns nada “pressreleaseísticos”), e o Geezer Butler e Tony Iommi também vão, supostamente, passar a usar. (Coitado do Vinny Appice…)

Segundo, é possível ouvir o novo single deles, “Bible Black”, por streaming na página deles no MySpace. Absolutamente delicioso… e é a primeira coisa nova que ouço destes 4 tipos desde o grande, magnífico, incomparável, capaz-de-me-fazer-usar-um-nick-para-todo-o-sempre-e-registar-o-domínio “Dehumanizer”, de 1992. (As 3 novas músicas no “The Dio Years” são só Dio e Iommi, não são da banda toda)

Terceiro, dia 28 de Abril sai o tão esperado (por mim, pelo menos) novo álbum desta formação, “The Devil You Know”. Promete muito; estes tipos, ao contrário de muitas bandas antigas e “reuniões” das mesmas (que se tornam quase uma paródia do início da sua própria carreira), continuam a dar-lhe muito forte; por exemplo, tomariam muitos vocalistas de 20 anos ter a voz deste tipo de 60 e talagora.

Já agora, para quem não me conheça nem leia este blog há algum tempo, os Heaven and Hell são os Black Sabbath com o Dio. E alguém que diga baboseiras tipo “Sabbath é com o Ozzy” merece bananas quentes enfiadas pelo nariz acima! 😛

Heaven and Hell 2009 Chapman Baehler / Courtesy Rhino EntertainmentFonte: Black Sabbath Online

Ah, a raça humana…

Terça-feira, 31 de Março, 2009

Leitor! Sim, tu. Já te decepcionaste com a raça humana hoje? Ainda não? Então continua a ler.

Há pouco notei que este blog estava, nos últimos dias a ter um número invulgar de acessos, o que me despertou a curiosidade. Que post era? Nada menos do que este: Rapariga de 14 anos presa por pornografia infantil por postar fotos… dela. E, sim, estão a chegar cá por procurarem exactamente pelas palavras e frases (várias combinações e variantes delas) que estão a pensar. Obviamente, não há qualquer pornografia (infantil ou não) nesse post.

Eu quero que este blog seja lido por muita gente, mas assim… 😕

Rapariga de 14 anos presa por pornografia infantil por postar fotos… dela.

Sexta-feira, 27 de Março, 2009

Via Peter David. O post dele é curto, por isso reproduzo-o aqui:

The authorities in New Jersey who have arrested a fourteen-year-old girl on charges of child pornography. Why? Because she posted on line, supposedly for her boyfriend to see, naked pictures of herself.

Yes. Herself.

Supposedly if she’s convicted, she will be facing jail time and be forced to register as a sex offender under laws that were designed to protect people like her from…well…people like her.

Look, obviously this girl’s not the brightest bulb in the box, and were I her father I’d be mortified beyond belief. But wait…what? Child pornography? A sex offender? For putting up pictures of herself? Seriously?

PAD

O mundo está louco. 🙂

O que é que virá a seguir? “Adolescente preso por ter sexo com um menor. Estava a masturbar-se.”  🙄