Arquivo da Categoria ‘Blogging’

Novo projecto

Sexta-feira, 6 de Março, 2009

Com o objectivo descarado de criar mistério, menciono aqui, como quem não quer a coisa, que estou já há dias a criar um novo projecto… um bocado diferente de tudo o que eu já fiz, apesar de, sim, ser um blog.

Para a semana já o devo anunciar… 🙂

Os Sites Que Leio Todos Os Dias

Sexta-feira, 30 de Janeiro, 2009

Sem ser por nenhuma ordem de prioridade:

  • Gmail: porque o email ainda é das formas de comunicação mais eficientes e usadas, e este, especificamente, funciona realmente bem.
  • Google Reader: muitos dos blogs, sites de notícias, webcomics e agregadores de blogs que me interessam são actualmente lidos por aí. Se neste momento tu (sim, tu) estás a perguntar porque é que não menciono o teu blog nesta lista, acabei de o fazer. 😉 Realço do que tenho ali agregado, por uma questão de volume e interesse geral, o Prt.Sc e o PlanetGeek, cada um deles agregador de imensos blogs portugueses na sua maioria “geeky”.
  • Planet Atheism: um agregador mantido por mim, que não leio pelo Google Reader (apesar de o poder fazer), com cento e tal blogs com temas ateus, ateu-agnósticos, cépticos, racionais e humanistas. Tenho sido um preguiçoso nojento a responder a pedidos de novos bloggers para entrar, mas mesmo assim o que há já me proporciona (e a mais algumas boas centenas de visitantes) leitura interessante – muitas vezes fascinante – todos os dias. Posso dizê-lo sem problemas, já que o autor dessa leitura fascinante não sou eu 🙂 (OK, tenho eu próprio um blog lá agregado, o Way of the Mind). Sabe muito bem ler racionalidade num mundo irracional e supersticioso.
  • Google News: Aqui o “todos os dias” talvez seja um pouco exagerado, visto que em geral é só quando está a acontecer alguma coisa de interessante. Por exemplo, nos últimos tempos das eleições nos EUA, ia lá várias vezes por dia (e a outros sites mais específicos sobre eleições e política). Agora isso “acalmou” um pouco, mas ainda vou ver o que se passa no mundo, ocasionalmente (já que não vejo televisão nem ouço rádio).
  • Estatísticas dos meus sites e blogs: ok, sou um viciado em estatísticas. Processem-me. 🙂

Nota: não incluo aqui alguns dos sites que mais visito, como a Wikipedia, pela simples razão que, usando esse exemplo, é um site que visito quando quero aprender / ler sobre alguma coisa, mas não costumo abri-la na página inicial todos os dias, como faço com os sites mencionados acima. Ou seja, provavelmente acabo por visitar a Wikipedia todos os dias, mas isso vem do facto de ler imenso e constantemente (ver lista acima), e de não saber tudo. 🙂

Ainda sobre os clientes de blogging…

Terça-feira, 27 de Novembro, 2007

Este post é escrito com o Windows Live Writer, do Império do Mal. Até não está mau de todo, se bem que ainda tenho de o explorar mais.

Entretanto, parece que afinal o Qumana também não é actualizado assim com tanta frequência: pelos vistos, a última versão é de Fevereiro. Isso não é uma eternidade, são várias eternidades. 🙂

Ainda não decidi com qual vou ficar, e mesmo que me decida por um sou capaz de ir variando no futuro. We’ll see. 🙂

P.S. – se tu (sim, tu) estás curioso em relação a esta história dos clientes de blogging, mas estás a pensar "ah, pois, mas eu não tenho um servidor com uma instalação de WordPress como tu, eu tenho o meu blog no Blogger…" Desengana-te. Qualquer dos 3 clientes que mencionei funciona com esse, também. E com o TypePad, com o WordPress.com (que não é a mesma coisa que instalarmos o nosso próprio WP), Movable Type, e tudo o mais.

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Terça-feira, 27 de Novembro, 2007

Tal como já tinha dito noutro post, tenho andado a experimentar com clientes de blogging. Já fiz vários posts com o BlogJet, e gosto bastante do aspecto do "bicho"; é agradável, user-friendly, e, em geral funciona. Peca por duas coisas: é pago (ainda estou a usar a versão não registada, que me dará mais uns 20 dias), e o desenvolvimento não parece muito rápido (o autor principal anda distraído há uns meses com uma aplicação de diário para Mac… e, como eu já disse, não sou rico para ter dessas coisas. 🙂 Daí não suportar, por exemplo, várias features do WordPress 2.3, que já saiu há um mês. Um mês, em informática, é quase uma eternidade.

Este post, para variar, é escrito com o Qumana. O aspecto não me parece tão bom, e desconfio que é feito em Java; a font de default é abominável, por exemplo, e no Help:About aparece a versão de Java instalada. Mas é grátis, e parece ser ter versões novas com mais frequência…. vamos ver o que dá. Eu estou convertido ao uso de clientes de blogging, e nem é pelas razões que muita gente aponta (editor WYSIWYG, spell checker, etc.), mas apenas pela velocidade, pela redução de atrasos ao escrever um post. Também me agrada o poder fazer as coisas offline, se bem que não foi ainda preciso (já que tenho wi-fi tanto no trabalho como em casa, e o portátil ainda não passeou para lá desses sítios).

(mais…)

Cortesia em blogs

Terça-feira, 30 de Janeiro, 2007

Este blog tem 2 anos e 2 meses, e neste momento tem 558 comentários de leitores. Neste tempo todo, sem contar com o spam (e como sou, entre outras coisas, informático, só chamo “spam” a publicidade e afins, não meramente a coisas que não me agradam, como muita gente faz), acho que não devo ter “cortado” nem 5 comentários… até esta semana. Nunca tive problemas em que discordem de mim, e (talvez devido à minha maneira de ser) sou, talvez, permissivo demais; dou sempre segundas chances às pessoas, dou-lhes sempre o benefício da dúvida, e preciso de ter a certeza das intenções nocivas de alguém para lhe fazer o equivalente a, caso se tratasse de alguém fisicamente em minha casa, lhe mostrar a porta.

Aliás, essa comparação é, na minha opinião, bastante apropriada. Vejo um blog, fórum, ou outro tipo de site como o equivalente à casa de alguém. Quando se é um convidado numa casa alheia, pode-se, obviamente, discordar do anfitrião, e expressar esse desacordo, mas não se pode ser mal-educado com ele, nem desrespeitador ou insultuoso, nem sujar ou estragar a casa. Para mim, isso é óbvio — e acho que alguém que seja convidado a sair por estar a passar dos limites não irá (a não ser que esteja muito bêbado) barafustar porque “estão a atentar contra a sua liberdade”, porque “tem o direito de expressar a sua opinião”, ou porque “a casa onde está é um sítio público” (!).

Infelizmente, a Internet permite um tipo de anonimato que leva a que as pessoas não tenham em mente, por vezes, essas noções de cortesia básica…

É o caso, por exemplo, de alguns comentários aos meus posts sobre o aborto, que eu não aceitei, e que chegaram a um nível de insultos e desrespeito que, simplesmente, não é bem-vindo aqui. A maior parte desses comentários é da mesma pessoa, e, não, não é alguém que tenha comentado aqui no passado. Neste momento, hesito em aprovar algum comentário futuro dessa pessoa, mesmo que seja “decente”, porque o sistema, aí, passa a aceitar esses comentários automaticamente. Sim, é possível dar a volta a isso, mas não quero prejudicar o blog — nem o resto dos leitores — por causa disso.

O referido comentador pode, obviamente, criar o seu próprio blog, no qual pode insultar quem quiser, e ao qual eu terei todo o prazer em não ir. Mas eu não tenho qualquer obrigação — incluindo moral — de lhe dar uma plataforma para me insultar.

Antes que comecem a gritar “censura!!!”, vejam os últimos posts sobre o aborto, e vejam o tipo de comentários que eu permiti que passassem. A maior parte deles não concorda comigo (muito pelo contrário, não podiam discordar mais), e alguns chegam a não ser nada simpáticos — e são específicos para mim, não para “quem pense como eu”. E, mesmo assim, estão lá. Agora, imaginem os que não passaram…

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Terça-feira, 21 de Novembro, 2006

Pequenos progressos são progressos, não são? 🙂

Infelizmente, tenho escrito pouco aqui no Ostras, porque a minha atenção tem andado dividida pelos outros blogs e sites, e pelo Gyakuten Saiban 2. 🙂 Neste último, já vou no início do 3º caso, mas agora é que vêm os mais difíceis, por isso ainda vai dar alguma luta. 🙂

Tenho neste momento um servidor virtual nos EUA, para ver se o tráfego vindo de motores de busca (em especial, do Google americano/internacional) muda. Já passei para lá o Way of the Mind, que também mudou de domínio (agora é www.wayofthemind.org em vez de wayofthemind.dehumanizer.com), e criei o meu 3º fórum, obviamente associado ao WotM: o Way of the Mind Forum! Este último já conta com 50 posts em 2 dias, o que é bastante promissor; até agora, ainda não está nos motores de busca, e conta apenas com alguns dos “regulares” do WotM, mas acho que vai mesmo ser um sucesso… e ainda por cima uma fonte de discussões bastante interessantes. Tenho adorado participar em algumas. 🙂

Infelizmente, só terei resultados da experiência de mudar o WotM para os EUA daqui a umas semanas. Mas, se tudo correr bem, devo mudar para lá os meus outros blogs e sites em inglês. Os na nossa língua vão continuar aqui. 🙂

Entretanto, o blog de desenvolvimento pessoal não vai arrancar tão cedo. Acho que o que actualmente (atenção a essa qualificação!) teria para dizer no mesmo não é suficiente para fazer dele um sucesso, ou mesmo simplesmente algo que “faça falta” na Internet. Devo, no entanto, criar outro blog num futuro próximo… mas isso logo se verá. 🙂

De resto, estou bastante entusiasmado com a chegada da Nintendo Wii, dia 8 de Dezembro. A consola vai mesmo ser um espectáculo. 🙂

Novo blog de citações!

Sexta-feira, 3 de Novembro, 2006

Já não criava um blog há muito tempo, não é? 🙂

O de Personal Development ainda está a marinar; logo, como este é mais fácil, saiu primeiro: quotes.dehumanizer.com. Sim, esse é mesmo o nome dele. Não é muito original, eu sei… mas pronto. 🙂

As quotes são em inglês, e, pelo menos durante o arranque, está a ter vários posts por dia. Aliás, até já pus lá alguns que só aparecerão daqui a um ou mais dias, para não haver várias citações do mesmo autor muito próximas. Isto é prático, dá para escrever agora e elas só aparecem depois. 🙂

Espero que gostem. Dá para comentar as citações, e eu próprio já o fiz para algumas. Mas os posts são somente as citações (e a respectiva atribuição).

Ah, e, para variar um pouco, há também posts da namorada lá. 🙂 Ela tem preferências e conhecimentos diferentes dos meus, o que permite uma maior variedade (e número) de citações.

O futuro do "Ostras"

Sexta-feira, 20 de Outubro, 2006

Se leram o último post (leram, não leram? :)), repararam certamente nesta parte:

Ando a considerar uma alteração a este blog. Mas ainda não sei… Talvez faça mais sentido começar outro. É algo a pensar…

E já pensei, depois de consultar os meus conselheiros e assessores. Como talvez tenham deduzido, a questão era se era preferível acrescentar um novo tema a este blog, ou começar um novo.

E, sinceramente, estou mais virado para a primeira hipótese, apesar de todas as vantagens que há em ter cada blog com o seu tema.

Assim sendo, a partir de agora, o “As Ostras vão dominar o Mundo!” vai, além de ser o meu blog pessoal, passar a ser também um blog filosófico. Ou, se não quisermos usar esse termo muitas vezes usado de forma pretensiosa, vai ser um blog com divagações, dissertações, opiniões, e afins.

Alguns dos posts serão completamente novos, e outros serão traduzidos do Way of the Mind. Aviso desde já: eu sou ateu. Sim, ateu mesmo, e não agnóstico (ou seja, já pensei no assunto). E não tenho “papas na língua” ao expôr a religião, a fé em geral, e as várias crenças das pessoas como ridículas, irracionais e perigosas. Se tu (sim, tu aí) achas que religião é tabu, e por isso incriticável (e muita gente – crentes ou não – o acha), então é melhor passares a ter cuidado com o que lês aqui… talvez seja boa ideia parares de ler logo que vires a categoria “religião” ou “ateísmo” num post… ou simplesmente deixares de cá vir. Desculpa, mas eu não me vou auto-censurar para não ofender as pessoas. Não vou ser intencionalmente agressivo ou “polémico”, mas vou ser sempre sincero, e dizer exactamente o que penso. Doa a quem doer. Séculos atrás, quem dissesse mal da escravatura também incomodaria muita gente, mas a referida era um mal que precisava de ser combatido. Assim como a religião actualmente, na minha opinião.

O “Ostras” vai, no entanto, continuar a ser também um blog pessoal. Acho que dá para ter os dois tipos de posts, e, de certa forma, até se podem fundir. Acredito que o pensamento não tem de ser impessoal.

E não fica por aqui. 🙂 Eventualmente (espero que antes de segunda-feira) vou começar o meu blog de desenvolvimento pessoal (em inglês), e alguns dos posts também poderão vir aqui parar, traduzidos.

Já agora, só por piada, este blog teve início em Novembro de 2004, portanto, há quase 2 anos. E mesmo aí já era o recomeçar de um outro blog, chamado “Raptado por Ninjas”, que chegou a estar assente em Movable Type… mas já não resta nada desse, actualmente. Anyway, o “Ostras”, como o conhecemos, faz 2 anos no próximo dia 9 de Novembro. 🙂

Incidentalmente, este é o 292º post. 🙂

DS Power! :)

Terça-feira, 17 de Outubro, 2006

Este fantástico post foi escrito no Opera… na minha Nintendo DS.
Funciona e tudo! 🙂

Novo theme

Segunda-feira, 16 de Outubro, 2006

Que tal? Gostam?

As cores são mais ou menos as mesmas, mas há um logo novo, e novas features. 🙂

Milésimo post

Segunda-feira, 28 de Agosto, 2006

Pois é. Este é o meu 1000º post, somando todos os meus blogs.

E, tal como aqueles episódios de séries de TV, em que, para poupar dinheiro, eles mostram os personagens a lembrar-se de cenas do passado, o que permite que 90% do episódio já esteja filmado… 🙂 acho que é altura de olhar um pouco para o que ficou para trás. (Infelizmente, ao contrário dessas séries, não me posso limitar a fazer copy & paste de posts anteriores para poupar trabalho… sniff…)

Não vou aqui falar dos meus blogs ou coisa parecida; quem lê este, já ouviu, de certeza, falar dos outros, e, de qualquer forma, eles são fáceis de descobrir. Quero, no entanto, contar uma curta história – curta até agora, porque, de certa forma, ainda só está a começar.

Basicamente, eu trabalhei, para outros (com alguns intervalos pelo meio), nos últimos 15 anos, e, depois de N empregos, cada vez mais fui vendo que não era bem isso que eu queria. Até que, há pouco mais de um ano, decidi que ia tentar ganhar a vida de outra forma: como um “entrepeneur”. É uma palavra meio curiosa, porque as traduções mais usuais, “empresário” ou “empreendedor”, não sugerem bem o que a referida quer dizer.

Como acho que até escrevo um pouco melhor do que a média (e tenho potencial para muito mais do que actualmente vêem), e como sou meio anti-social – além de querer lidar o mínimo possível com idiotas -, decidi pôr de parte algumas das possibilidades, como montar uma empresa, e ter clientes. Clientes são um problema: por causa de um ditado estúpido, têm a mania de que “têm sempre razão”, apesar de não perceberem nada do assunto, e de muitas vezes não fazerem sequer a mínima ideia do que querem. E, de certa forma, não há assim tanta diferença entre um “cliente” e um “patrão”. Ambos detêm poder sobre nós, poder quase sempre usado para pôr prepotência, ignorância e “birras” acima de verdadeiros conhecimentos e de razões concretas para fazer as coisas de determinada forma. Não, obrigado.

Assim sendo, a minha ideia for escrever, em vários blogs e mini-sites (mas sem me limitar a isso – nada me impede, por exemplo, de criar o maior site de receitas em Portugal amanhã, por exemplo :)), criando material de qualidade, interessante e, nos casos em que seja apropriado, útil. Por exemplo, guias técnicos, conselhos e afins, além de posts que, simplesmente, façam as pessoas pensar sobre determinado assunto.

Mas como é que isso dá dinheiro? Com publicidade, como, por exemplo, jornais, rádio ou televisão. Ninguém liga a televisão para ver anúncios (excepto alguém muito doente), mas são estes que dão dinheiro… só que, para que estes sejam vistos, é necessário que sejam mostrados juntamente com programas que interessem ao público.

Infelizmente, a certa altura do campeonato, o meu chefe terá, conscientemente ou não, percebido que estava a planear conseguir ganhar a vida de outra maneira, escrevendo nos tempos livres, de forma a, de seguida, sair da empresa, pelo que fez tudo para me prejudicar a vida, lá, ao máximo – desde ser ultra-controlador e “micro-manager”, até me impedir de fazer qualquer coisa vagamente interessante, e ocupar-me o tempo com coisas repetitivas e inúteis. Andei, durante meses, tão afectado com isso que, mesmo em casa, à noite, não conseguia escrever ou criar nada de jeito… e, por isso, os vários blogs estiveram sem posts novos durante meses.

Até que tive de tomar uma atitude, que foi arranjar dinheiro, emprestado, de forma a poder demitir-me e viver em casa uns meses até os sites começarem a dar lucros reais. E foi o que fiz, apesar de quase toda a gente me dizer que tinha enloquecido de vez. 🙂

Agora, talvez pela primeira vez na vida, estou em casa, estou livre, e o que conseguir – ou não – depende só e exclusivamente do meu trabalho, inspiração e ambição. Depende de mim. Não vou poder estar, como parece ser o sonho de quase todos os portugueses, “com os pés em cima da mesa”, por saber que no fim do mês recebo “aquilo”, fixo. Mas, ao mesmo tempo, também trabalharei para mim, sabendo que posso ultrapassar o “aquilo fixo” – e penso fazê-lo, em muito, e em breve.

Muita gente – incluindo ex-colegas, amigos, família, e até por vezes a namorada – duvidam disto. Acham – em parte, com razão – que, se isto fosse fácil, toda a gente o faria. É verdade que muita gente tenta e falha. Mas também é verdade, acho eu, que muita gente que até teria potencial para o fazer, não o tenta, precisamente por causa desses medos – e, também, porque é algo novo, é território quase inexplorado.

E… porque é que eu acho que consigo? Porque acho que tenho algo em comum com o grande Rob Hubbard. 🙂

Não, não estou a falar do L. Ron Hubbard, o lunático que fundou a Cientologia. O Rob Hubbard é um músico britânico que ganhou fama, nos anos 80, como o melhor músico do Commodore 64, um computador de 8 bits (contemporâneo do ZX Spectrum) cujas músicas de jogos ainda são “covered”, hoje em dia, por músicos e bandas “a sério”. Ainda hoje, ele é o músico dessa época mais conhecido.

E porquê? Porque, na época, havia muitos bons músicos, e muitos bons programadores. Mas ele tinha uma vantagem sobre uns e outros: era ambas as coisas. Não só era um excelente compositor, como levou o chip de som do C64 a fazer coisas que os próprios designers do chip não julgavam possíveis. Por outras palavras: uns tinham a criatividade, e outros tinham os meios; ele, por outro lado, teve ambos.

Foi essa combinação de duas qualidades que o levou mais longe do que os outros.

Um outro exemplo é o Steve Pavlina, que já mencionei aqui antes. O que ele faz, actualmente, é escrever sobre desenvolvimento pessoal, um campo onde tem imensa concorrência, incluindo autores mais famosos do que ele “cá fora” (livros, cursos, etc.). No entanto, ele tem uma tremenda vantagem sobre eles: é um informático (chegou a ser programador de jogos). Isso permite-lhe ganhar aos outros autores em coisas como optimização do site para motores de busca, novas features no site, e afins. Enquanto os outros não ganham nada com os seus sites (que tiveram de pagar a empresas para desenvolver), ele ganha – aliás, é a fonte principal de rendimento dele.

O meu caso é semelhante. Muitos informáticos não sabem escrever decentemente, e muitos escritores não sabem mudar uma lâmpada. 🙂

As minhas desculpas se tudo isto dá a ideia de que me estou a vangloriar. De certa forma, estou, em parte, a escrevê-lo para mim próprio, para aumentar a auto-confiança. Afinal, ao contrário do que podem pensar, não me acho um super-homem, e tenho dúvidas como toda a gente. 🙂

E pronto. Agora estou livre – livre como nunca estive – e acho que ainda nem “interiorizei” esse facto, apesar de hoje ter sido o primeiro dia em que não fui trabalhar, como faria se ainda estivesse empregado. Tudo isto parece, de certa forma, um sonho, ou “bom demais para ser verdade”… mas não é. Estou livre. Independente. Sem poder culpar ninguém, caso isto corra mal. Estou como sempre quis.

A partir de agora, é comigo. And the sky’s the limit.

Projectos para o futuro próximo

Sexta-feira, 21 de Julho, 2006

Ainda tenho mais um mês de emprego (mas que prevejo ser calmo, porque 1) é Agosto, e 2) o chefe está de férias :)), e depois começo a trabalhar em casa. A questão é, por onde é que vou começar?

Tenho já uma boa ideia disso. Muito por alto, vou voltar a pegar a sério nos vários blogs, fazer mais mini-sites, e… criar mais uns blogs.

Sim, sou um eterno insatisfeito. 🙂 Mas quais vão ser os novos blogs?

Neste momento, tenho duas ideias: um de humor (afinal, eles têm um, eu não posso ficar atrás :)), e um de “desenvolvimento pessoal“.

O que é este último? Basicamente, sugestões para os leitores se tornarem pessoas melhores, melhorarem as suas vidas, resolverem problemas, e afins.

Um exemplo disto é o blog do Steve Pavlina que, se tirarmos as partes de misticismo (aqui, o tipo delira completamente), é absolutamente brilhante. Mas esse é provavelmente mais “hard core” do que o meu será. Pelo menos, os meus posts serão mais pequenos. 🙂

Quanto a línguas, penso que o de humor será em português, e o de desenvolvimento será em inglês. Mas ainda não tenho a certeza, logo se verá.

Claro que não me fico por aqui… isto é só o início. 😉

Regresso?

Terça-feira, 13 de Junho, 2006

Sim, eu sei que não tenho andado muito por aqui, nem pelos outros blogs. Falta de tempo, de energia, de disponibilidade… além de que, quando se interrompe uma coisa, a cada dia que passa torna-se mais difícil regressar (“o que é que eu vou escrever para explicar a ausência de quase 2 meses?”).

Mas… paciência. Não é que este seja um post brilhante :), mas os próximos vão ser. E pelo menos já ultrapassei a barreira inicial.

O que é que andei a fazer durante este tempo todo? Nada do outro mundo. Fiquei sem carta de condução, e só a recupero para a semana; tenho ido para o trabalho graças à boleia de uma simpática colega que, por acaso, é minha vizinha. Fui passear durante uns dias, para o norte do país, tendo visitado sítios como Unhais da Serra, Guarda, Foz Côa, Bragança e Alcanena. Adorei as férias, foram uma maravilha… e não, não fui sozinho. 😉

O trabalho continua, basicamente, o mesmo, se bem que até me têm chateado menos do que habitualmente. Houve uma semana em que até tive de fazer alguma programação, o que é, sem dúvida, infinitamente mais interessante do que as habituais tarefas tipo “Marvin, can you pick up that piece of paper?” (fica sempre bem citar o Douglas Adams). Here I am, brain the size of a planet… 🙂

Anyway. Não tenho jogado imenso. Mount&Blade, e desde hoje Hearts of Iron 2: Doomsday em PC, e alguns jogos na DS e GBA (Tetris, Resident Evil, Harvest Moon: Friends of Mineral Town, etc.).

Andei às voltas com uns estranhos crashes deste servidor, mas acredito que já estão resolvidos. Vamos ver se é desta.

E por agora é tudo. Vou ver se amanhã arranjo tempo para escrever nos outros. 🙂

Balanço das férias

Segunda-feira, 10 de Abril, 2006

Amanhã volto ao trabalho, como já mencionei no post abaixo. Sendo assim, porque não fazer um balanço destas duas semanas? (mais…)