Archive for the 'Diversos' Category

Quando não desculpar os outros

A maior parte das pessoas aprende exactamente como os cães: através de reforços positivos ou negativos, ou seja, de consequências agradáveis ou desagradáveis para as suas acções. Idealmente, isto não seria assim, e as pessoas teriam empatia, ética e racionalidade suficientes para perceber que uma atitude é errada mesmo que as consequências imediatas sejam positivas — como, por exemplo, ao roubar alguém. Mas tal não acontece. Se uma pessoa faz algo “mau”, como causar sofrimento a outros, e é “recompensada” por isso, fará o mesmo ou pior no futuro. E não falo de casos patológicos extremos, mas da generalidade das pessoas.

Por outras palavras, se alguém te trata mal e tu deixas passar, a pessoa tratar-te-á ainda pior no futuro. Não vale a pena pensares que a pessoa, “magicamente”, se vai aperceber do seu erro. Isso é coisa de contos de fadas. Se a pessoa for minimamente normal — e, mais uma vez, não me refiro a uma pessoa anormalmente cruel ou autista —, vai inconscientemente ser “treinada” para o facto de que as coisas correm bem — ou, pelo menos, não há consequências indesejáveis — ao magoar-te, ao fazer-te mal, ou ao usar-te de alguma forma.

Isto tudo para dizer que, muitas vezes, perdoar os outros não é uma coisa boa. Porque ao fazê-lo só estás a “treiná-los” para te continuarem a magoar impunemente.

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Multados por cumprir a lei? Os ridículos limites de velocidade

Há anos (basicamente, desde que comecei a conduzir) que digo que os limites de velocidades em Portugal são absolutamente ridículos, e que toda a gente é obrigada a desrespeitá-los, caso contrário o trânsito não andava. Que esses limites foram calculados há décadas, quando os carros eram muito menos seguros, era muito mais fácil (ou pelo menos mais barato) tirar a carta, e que são, de qualquer forma, “estimativas conservadoras” para abranger tanto os bons condutores como aqueles que nunca na vida se deviam aproximar de um volante (então porque é que os deixam conduzir?).

Existem sítios em Lisboa, por exemplo, que são rectas enormes, com 3 faixas para cada lado, e separadas no meio por uma barreira. O limite? 50 km/h. Alguém anda a essa velocidade? Uma vez experimentei, e parecia que estava parado em relação aos outros carros. No entanto, a polícia pode (e às vezes fá-lo) multar quem quiser… o limite é tão ridiculamente baixo que ninguém o segue, obviamente, logo 100% dos condutores ali está a quebrar a lei.

Bem, um tipo no Canadá obviamente concorda comigo, e fez uma experiência: ele e um amigo andaram, durante algum tempo, numa auto-estrada com 2 faixas para cada lado, lado a lado, exactamente no limite de velocidade.

O resultado? Provocaram uma fila enorme atrás deles, e foram multados… por cumprir a lei!

Obviamente, o que eles quiseram com isto foi sensibilizar as pessoas para como os limites são estupidamente baixos… mas não, as reacções continuam a ser “queres é conduzir à maluca”, “se os limites subirem, vai haver mais acidentes”, e parvoíces semelhantes. Porque as pessoas são incapazes de pensar e argumentar… e por isso fazem apelos idiotas para a emoção (“pensem nas criancinhas!!!”).

Feliz vocês-sabem-o-quê

Provavelmente já não verão isto a tempo (que tipo sem vida é que lê blogs na tarde de dia 24 de Dezembro?), mas… feliz Natal, e essas coisas todas que se dizem nestas alturas.

E não, não é nenhuma contradição um ateu comemorar o Natal. Primeiro, o feriado era originalmente pagão, e é bem mais antigo do que o suposto nascimento de Jesus Cristo; segundo, para mim, tem mais a ver com tradição, com a família reunir-se, possivelmente trocar prendas, e conviver, o que, por alguma estranha (e estúpida) razão, está aparentemente proibida de fazer durante o resto do ano. :)

20061018

Mais um com a DS.

Ando com uma micro-crise existencial. Não, não é nada de especial. Sao só umas pequenas coisas que tenho de resolver. Amanhã espero tratar já de algumas.

Ando a considerar uma alteração a este blog. Mas ainda não sei… Talvez faça mais sentido começar outro. É algo a pensar…

Amanhã levo os gatos ao veterinário, de manhã.

E fico por aqui. Já é tarde.

EDIT: afinal levo-os à tarde. Acordei menos cedo do que devia, e o veterinário só está aberto hora e meia de manhã; de tarde estou mais à vontade, e posso estar lá à hora de abertura.

DS Power! :)

Este fantástico post foi escrito no Opera… na minha Nintendo DS.
Funciona e tudo! :)

Algo que não se vê todos os dias…

Thunderstorm

Milésimo post

Pois é. Este é o meu 1000º post, somando todos os meus blogs.

E, tal como aqueles episódios de séries de TV, em que, para poupar dinheiro, eles mostram os personagens a lembrar-se de cenas do passado, o que permite que 90% do episódio já esteja filmado… :) acho que é altura de olhar um pouco para o que ficou para trás. (Infelizmente, ao contrário dessas séries, não me posso limitar a fazer copy & paste de posts anteriores para poupar trabalho… sniff…)

Não vou aqui falar dos meus blogs ou coisa parecida; quem lê este, já ouviu, de certeza, falar dos outros, e, de qualquer forma, eles são fáceis de descobrir. Quero, no entanto, contar uma curta história - curta até agora, porque, de certa forma, ainda só está a começar.

Basicamente, eu trabalhei, para outros (com alguns intervalos pelo meio), nos últimos 15 anos, e, depois de N empregos, cada vez mais fui vendo que não era bem isso que eu queria. Até que, há pouco mais de um ano, decidi que ia tentar ganhar a vida de outra forma: como um “entrepeneur”. É uma palavra meio curiosa, porque as traduções mais usuais, “empresário” ou “empreendedor”, não sugerem bem o que a referida quer dizer.

Como acho que até escrevo um pouco melhor do que a média (e tenho potencial para muito mais do que actualmente vêem), e como sou meio anti-social - além de querer lidar o mínimo possível com idiotas -, decidi pôr de parte algumas das possibilidades, como montar uma empresa, e ter clientes. Clientes são um problema: por causa de um ditado estúpido, têm a mania de que “têm sempre razão”, apesar de não perceberem nada do assunto, e de muitas vezes não fazerem sequer a mínima ideia do que querem. E, de certa forma, não há assim tanta diferença entre um “cliente” e um “patrão”. Ambos detêm poder sobre nós, poder quase sempre usado para pôr prepotência, ignorância e “birras” acima de verdadeiros conhecimentos e de razões concretas para fazer as coisas de determinada forma. Não, obrigado.

Assim sendo, a minha ideia for escrever, em vários blogs e mini-sites (mas sem me limitar a isso - nada me impede, por exemplo, de criar o maior site de receitas em Portugal amanhã, por exemplo :)), criando material de qualidade, interessante e, nos casos em que seja apropriado, útil. Por exemplo, guias técnicos, conselhos e afins, além de posts que, simplesmente, façam as pessoas pensar sobre determinado assunto.

Mas como é que isso dá dinheiro? Com publicidade, como, por exemplo, jornais, rádio ou televisão. Ninguém liga a televisão para ver anúncios (excepto alguém muito doente), mas são estes que dão dinheiro… só que, para que estes sejam vistos, é necessário que sejam mostrados juntamente com programas que interessem ao público.

Infelizmente, a certa altura do campeonato, o meu chefe terá, conscientemente ou não, percebido que estava a planear conseguir ganhar a vida de outra maneira, escrevendo nos tempos livres, de forma a, de seguida, sair da empresa, pelo que fez tudo para me prejudicar a vida, lá, ao máximo - desde ser ultra-controlador e “micro-manager”, até me impedir de fazer qualquer coisa vagamente interessante, e ocupar-me o tempo com coisas repetitivas e inúteis. Andei, durante meses, tão afectado com isso que, mesmo em casa, à noite, não conseguia escrever ou criar nada de jeito… e, por isso, os vários blogs estiveram sem posts novos durante meses.

Até que tive de tomar uma atitude, que foi arranjar dinheiro, emprestado, de forma a poder demitir-me e viver em casa uns meses até os sites começarem a dar lucros reais. E foi o que fiz, apesar de quase toda a gente me dizer que tinha enloquecido de vez. :)

Agora, talvez pela primeira vez na vida, estou em casa, estou livre, e o que conseguir - ou não - depende só e exclusivamente do meu trabalho, inspiração e ambição. Depende de mim. Não vou poder estar, como parece ser o sonho de quase todos os portugueses, “com os pés em cima da mesa”, por saber que no fim do mês recebo “aquilo”, fixo. Mas, ao mesmo tempo, também trabalharei para mim, sabendo que posso ultrapassar o “aquilo fixo” - e penso fazê-lo, em muito, e em breve.

Muita gente - incluindo ex-colegas, amigos, família, e até por vezes a namorada - duvidam disto. Acham - em parte, com razão - que, se isto fosse fácil, toda a gente o faria. É verdade que muita gente tenta e falha. Mas também é verdade, acho eu, que muita gente que até teria potencial para o fazer, não o tenta, precisamente por causa desses medos - e, também, porque é algo novo, é território quase inexplorado.

E… porque é que eu acho que consigo? Porque acho que tenho algo em comum com o grande Rob Hubbard. :)

Não, não estou a falar do L. Ron Hubbard, o lunático que fundou a Cientologia. O Rob Hubbard é um músico britânico que ganhou fama, nos anos 80, como o melhor músico do Commodore 64, um computador de 8 bits (contemporâneo do ZX Spectrum) cujas músicas de jogos ainda são “covered”, hoje em dia, por músicos e bandas “a sério”. Ainda hoje, ele é o músico dessa época mais conhecido.

E porquê? Porque, na época, havia muitos bons músicos, e muitos bons programadores. Mas ele tinha uma vantagem sobre uns e outros: era ambas as coisas. Não só era um excelente compositor, como levou o chip de som do C64 a fazer coisas que os próprios designers do chip não julgavam possíveis. Por outras palavras: uns tinham a criatividade, e outros tinham os meios; ele, por outro lado, teve ambos.

Foi essa combinação de duas qualidades que o levou mais longe do que os outros.

Um outro exemplo é o Steve Pavlina, que já mencionei aqui antes. O que ele faz, actualmente, é escrever sobre desenvolvimento pessoal, um campo onde tem imensa concorrência, incluindo autores mais famosos do que ele “cá fora” (livros, cursos, etc.). No entanto, ele tem uma tremenda vantagem sobre eles: é um informático (chegou a ser programador de jogos). Isso permite-lhe ganhar aos outros autores em coisas como optimização do site para motores de busca, novas features no site, e afins. Enquanto os outros não ganham nada com os seus sites (que tiveram de pagar a empresas para desenvolver), ele ganha - aliás, é a fonte principal de rendimento dele.

O meu caso é semelhante. Muitos informáticos não sabem escrever decentemente, e muitos escritores não sabem mudar uma lâmpada. :)

As minhas desculpas se tudo isto dá a ideia de que me estou a vangloriar. De certa forma, estou, em parte, a escrevê-lo para mim próprio, para aumentar a auto-confiança. Afinal, ao contrário do que podem pensar, não me acho um super-homem, e tenho dúvidas como toda a gente. :)

E pronto. Agora estou livre - livre como nunca estive - e acho que ainda nem “interiorizei” esse facto, apesar de hoje ter sido o primeiro dia em que não fui trabalhar, como faria se ainda estivesse empregado. Tudo isto parece, de certa forma, um sonho, ou “bom demais para ser verdade”… mas não é. Estou livre. Independente. Sem poder culpar ninguém, caso isto corra mal. Estou como sempre quis.

A partir de agora, é comigo. And the sky’s the limit.

A "morte" do cepticismo?!?

Ainda há pouco tinha falado da tendência de “misticismo new age” do Steve Pavlina, e cá está um post, The Death of Skepticism.

O tipo é, sem dúvida, muito inteligente, e escreve extremamente bem. Mas… há algo de seriamente errado num post como este. Amanhã ou depois talvez comente isto em mais detalhe no WotM, mas quero deixar o post dos mitos sobre o ateísmo como “último post” durante pelo menos um dia, por isso… vai aqui. As I said, isto é só “por alto”, e não vou abordar todo o post dele, só algumas partes que deviam “tocar os sinos de alerta” em qualquer ser humano racional.

Apparently it’s cool to be a doubter these days.

Excuse me? Em que planeta é que ele vive? Naquele planeta fictício em que vivem os cristãos que se dizem “perseguidos”, apesar de serem uma maioria esmagadora da população, incluindo a maior parte dos governantes, só porque o foram durante algumas décadas no tempo dos Romanos?

Steve, meu rapaz, NÃO É COOL DUVIDAR NOS DIAS DE HOJE! Muito pelo contrário, se duvidas, se és um céptico, chamam-te um “materialista”, um “tipo frio e cinzento”, e coisas piores. E isso é aqui; nos EUA, onde tu vives, as coisas são bem piores: chamam-te “comunista”, “traidor”, “terrorista”, “anti-americano”, e outras baboseiras. Menos de 10% da população dos States é minimamente céptica, e há uma grande discriminação contra ateus, ou seres puramente racionais em geral.

I realized that if the universe were actually subjective, I’d never recognize it as such if I believed it was objective, since I’d simply manifest an objective universe.

Vários problemas com isso:

1- nunca sonhaste? Em criança, nunca acreditaste que havia, realmente, monstros debaixo da cama, ou coisas do género? E os monstros apareceram, passaram a existir? I don’t think so.

2- és o único ser vivo no mundo? Por essa “lógica”, se os pensamentos criam a realidade, mas não o fazias por acreditares que esta é objectiva, então outros deviam estar a fazê-lo, na mesma. Aconteceu alguma coisa? Tinhas um vizinho com “poderes estranhos”? Não me parece.

Unfortunately, testing for subjectivity is an oxymoron. You can’t actually test for a subjective universe. The whole idea of testing implies doubt, and doubt will corrupt the test if the universe really is subjective.

Puro disparate. Esta mentalidade implica uma redução intelectual de tal ordem, que se passa a ver “relações” onde elas não existem. A mente humana é, realmente, muito influenciável, e, se efectivamente nos convencermos de alguma coisa, é provável que “vejamos” essa coisa mesmo que ela não esteja, de facto, a acontecer.

Se te convenceres de que tens poderes mentais, que sentes “flashes” precognitivos, então senti-los-ás, mas só te lembrarás daqueles que coincidiram. Os outros serão esquecidos; afinal, estás a “mentalizar-te” para acreditar.

Ou vejamos as coisas de outra forma: se, para os teus “poderes” funcionarem, é necessário não teres qualquer espécie de dúvida, então porque não pedir a outra pessoa para os testar? Podes ter a “certeza” absoluta, e deixar o cepticismo para a outra pessoa. Ou os teus poderes são assim tão débeis que mesmo o cepticismo da pessoa ao pé de ti os afecta? Só funcionam se estiveres rodeado de crentes cegos, totalmente desprovidos de espírito crítico? A proximidade de um ser racional é como kryptonite para ti? :)

A sério, até me faz bem ver posts destes, como lição de que até tipos geniais podem ser totalmente irracionais, ocasionamente, e deixar-se levar pelo “wishful thinking”.

And, Steve, if you’re reading this, I’ll write about this in English in a day or two. :)

16 Mitos Sobre Ateus

Ocasionalmente - não sempre, mas ocasionalmente - escrevo coisas das quais, ao reler, me orgulho mesmo. :)

Aqui está uma dessas coisas: 16 Common Myths About Atheists.

Espero que gostem. Acho que não está muito ofensivo para crentes religiosos, mas nunca se sabe, afinal estes constituem as pessoas mais susceptíveis do planeta… :)

Televisão? O que é isso?

O Steve Pavlina volta a atacar: 8 Changes I Experienced After Giving Up TV.

Um excelente post, como todos aqueles que ele escreve que não envolvem misticismo “new age”. :) Não posso, no entanto, dizer que me identifico muito, porque, desta vez, estou anos à frente dele. Anos e anos. :)

“Televisão”? Ah, aquela coisa para ver DVDs e jogar jogos de consola? Sim, tenho. :D

As coisas que um gajo descobre…

Vão a esta página no MySpace.

Façam scroll para baixo, tendo atenção aos comentários à direita. Achem as latas de SPAM.

Conhecem a foto? Pois é, fui eu que a tirei no Continente do Colombo. :)

Mais calor!!!

35 graus

O que faz o governo???

Algumas frases que eu detesto (parte 1)

  • “O teu problema é pensares demais nas coisas.” Não. O “problema” é pensares, ponto… num mundo em que o “normal”, feito por quase toda a gente, é não pensar absolutamente nada, e viver num estado de permanente apatia, em que não se sente nada de mau… ou de bom. Viver implica pensar, e pensar implica sentir. Mas as pessoas são tão cobardes que o normal hoje em dia é não pensar, não sentir, e não viver.
  • “As pessoas hoje em dia são muito individualistas.” Quem diz isto está a precisar que lhe batam na cabeça com um dicionário - de preferência grande, pesado e com uma capa bem dura. Porque só demonstra que não sabe o que quer dizer “individualista”, já que, se soubesse, não veria isso como um defeito (uma pista: a humanidade não é suposto viver como uma colónia de formigas), e, mais importante, nunca diria que hoje as pessoas, em geral, o são. Olhando à volta, vejo muito pouco individualismo… o que vejo, e muito, é estupidez, mesquinhice, e pequenez. O individualismo é heróico, não é medíocre… olha à tua volta, e diz-me qual destas qualidades (heroísmo ou mediocridade) vês mais.
  • “Os <inserir grupo musical>? Ah, só gosto da <inserir música>.”. Só? A sério? Conheces todas as outras? Conheces alguma outra? Ah, nunca as ouviste, não é? Então não digas mais disparates.
  • “Eu quero lá saber!” Ainda bem que não somos todos como quem diz isto, ou ainda viveríamos em cavernas. São a razão, a curiosidade, e a vontade de aprender que nos tornam humanos - negá-las é tão estúpido e auto-destrutivo como um pássaro recusar-se a usar as suas asas.

Calor!!!

Aposto que a culpa é do governo, ou coisa parecida.

Decisões, decisões…

Hoje, finalmente, tomei uma decisão que vai afectar, em grande parte, a minha vida.

Não a vou revelar aqui, por enquanto. E só se vai ver alguma mudança daqui a uns tempos. Mas a decisão está tomada, e não voltarei atrás.

Aliás, sinto alguma vergonha pela cobardia (sim, as coisas devem ser chamadas pelos nomes, mesmo estando a falar de mim mesmo) que me levou a demorar tanto tempo. Mas mais vale tarde que nunca, não é?

Entretanto, a vida continua. Ainda estou “desencartado”, mas, espero eu, está quase - é amanhã à noite que volto a poder conduzir legalmente. :)






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