Arquivo da Categoria ‘Estupidez’

“Onde há fumo há fogo”? Please.

Quarta-feira, 17 de Fevereiro, 2010

Livraram-se do ateísmo (pub descarada), agora levam com política. 🙂 Ou não… porque a questão aqui nem é tanto a política, mas a estupidez de certas mentalidades.

Vi ontem no Google Buzz (que terá muito mais piada quando as pessoas — incluindo eu — começarem a usar aquilo sem ser como uma cópia do Twitter) este artigo no Bitaites, sobre o Sócrates e as acusações de “censura” e “ataques à liberdade da imprensa” que aparentemente têm feito bastante tinta correr.

Eu não sei. É que realmente não tenho estado atento às notícias sobre Portugal (ando numa altura em que as minhas únicas fontes de notícias são esta (versão internacional) e esta), e acredito que não faz muito sentido mandar postas de pescada sem estar ao corrente do assunto. Ou seja, não vou agir como um português típico. 😛

Vou, no entanto, comentar duas parvoíces que vi em comentários a esse post.

Uma delas era isto: “onde há fumo há fogo“. Ou seja, se há as acusações que há à volta do Sócrates, ele tem de ser culpado de alguma coisa.

Eu pergunto: quem é que é tão idiota que acredite em algo assim?

A questão aqui não é a culpa ou inocência do primeiro-ministro; é, sim, a ideia espatafúrdia de que acusações são prova de algo. Ou seja, assume-se quem faz acusações é 100% honesto e fiável, e, portanto, basta acusar-se alguém de algo para esse alguém ser culpado de algo — seja do que foi acusado, seja de algo parecido. E quem não tenha uma mas muitas acusações é claramente um criminoso, um mentiroso, etc..

Sem estar aqui a comparar uma coisa a outra, isto também era assim nos tempos da Inquisição: uma acusação constituia prova suficiente. Se uma mulher fosse acusada de ser uma bruxa, mesmo que depois os acusadores retirassem a acusação, ela já não se safava de prisão, tortura e morte… a não ser que acusasse outros como “cúmplices”, caso esse em que podia ter a pena reduzida. Não era preciso arranjar evidências ou provas; a acusação bastava.

Bem, caro leitor, caso alguma vez tenhas usado o argumento de “se há fumo, há fogo”, eu acuso-te de seres um espião Soviético. Logo, és obviamente um espião, já que a acusação não existiria se não houvesse um fundo de verdade. (O quê, já não existe União Soviética? Isso é o que eles querem que pensemos! 🙂 )

O outro argumento, não menos idiota, é este: que não importa se o Sócrates é inocente ou culpado porque, com tantas acusações, tem de passar todo o tempo a defender-se delas, e já não pode governar. Alguém percebe imediatamente o ridículo da coisa, ou é preciso dizê-lo? É preciso explicar que, se é assim, basta inventar umas dezenas de acusações, e com isso derruba-se quem quer que seja? Desde quando houve algum primeiro-ministro, ou qualquer tipo de governante, que não estivesse rodeado de acusações de inúmeros tipos? Se aceitamos a ideia de que não importa se as acusações são falsas ou não, porque a sua mera existência “algema” um governante e torna necessária a sua demissão … bem-vindos à nova república das bananas, onde cada governo dura meses.

A forma de lidar com as acusações é determinar a veracidade delas, e fazer alguma coisa — seja punir o acusado (se este for efectivamente culpado), seja punir os acusadores (por difamação, por exemplo — por fazerem acusações que sabem ser falsas, em proveito próprio). Porque acusações falsas devem ter consequências para quem as faz.

Nota: isto não é uma defesa do Sócrates; como disse, não estou actualmente informado sobre o que se tem passado nesta história toda.

O que nos últimos anos tem sido cada vez mais a minha opinião sobre o “Natal”

Quarta-feira, 16 de Dezembro, 2009

I want YOU to spend a lot to prove you love your family

Sim, eu continuo a celebrá-lo (é um feriado muito mais antigo do que o Cristianismo, por curiosidade), mas as pessoas à minha volta estão avisadas de que não devem contar com prendas e afins, e que obviamente também não espero recebê-las. A parte de estar nessa noite e dia com a família e conviver? Venha ela. O consumismo desenfreado, filas enormes para tudo (incluindo na estrada), centros comerciais como latas de sardinhas, a preocupação de achar a “prenda perfeita” para cada pessoa, e com o valor “psicologicamente correcto” (isto é, sem parecermos uns pobretões ou forretas, mas também sem parecer exibicionismo da nossa parte por darmos algo acima das possibilidades do destinatário, ou acima do que ele/a nos vai dar), o stress de nos podermos ter esquecido de alguém que (a lata dele/a!) não se esqueceu de nós, e tudo o mais? Dispenso. Saí desse joguinho parvo e doentio, e não me arrependo nem um pouco.

E se achasse a minha família tão superficial e mesquinha que, como a imagem diz, tivesse de “provar” que gosto deles através de prendas na noite de 24 para 25, estaria a insultá-los.

Tudo o que precisam de saber em relação ao aquecimento global

Terça-feira, 15 de Dezembro, 2009

Climate: what if it's a big hoax and we create a better world for nothing?

(Nota: para quem ache isto tão óbvio que nem precisava de ser mencionado, considerem que, nos EUA, quase metade da população acredita que o aquecimento global é uma mentira, uma ficção anti-americana criada por cientistas e outros “ultra-liberais”, destinada a destruir as empresas nacionais e a competitividade das mesmas a nível mundial. Estamos, é claro, a falar do mesmo país em que mais de metade da população rejeita a realidade da evolução darwinista das espécies – conhecida há mais de 150 anos –, e acredita que as mesmas foram criadas magicamente há uns 6000 anos… altura em que os Sumérios já tinham inventado a cola há cerca de um milhar de anos.)

99500 euros por um site em Drupal?

Segunda-feira, 30 de Novembro, 2009

Notícia aqui.

Centenário da República

Valores vistos aqui.

Além do preço espatafúrdio (500-1000 euros são valores normais para um site deste tipo), do uso tanto de software open source grátis como de um theme também grátis1 e do facto de não ter havido concurso, chamo também a atenção para o prazo: 120 dias. 4 meses.

Centenário da República

Eu — que não sou programador nem designer — acredito que fazia aquilo em menos de uma semana (instalar o Drupal, instalar o theme, mudar cores aqui e ali, pôr as imagens que já me teriam dado, criar utilizadores e permissões para quem vai tratar dos conteúdos). Talvez até menos.

Ponho agora a questão: alguém vai pagar por isto (além dos contribuintes, naturalmente)?

  1. o problema não é fazer uso desse software, até apoio que tal seja feito (é bem melhor do que dar dinheiro à Microsoft ou à Oracle para obter resultados muitas vezes inferiores); simplesmente, desta forma não há realmente qualquer justificação — mesmo que má e estúpida, como “custos de licenças de software” — para um valor deste tipo. []

Coisas que me irritam, parte 10

Quarta-feira, 4 de Novembro, 2009

Pessoas que se referem à sua apatia geral com orgulho.

Particularmente:

  1. pessoas que acham que tal apatia é sinónimo de “maturidade”, considerando o “importar-se com algo” um sinal de falta dela;
  2. pessoas que acham que a sua apatia em relação a tudo ou quase tudo o que as rodeia as torna (ou pelo menos as faz parecer, o que parece ser o que realmente conta para este tipo de gente) “exigentes” e “sofisticadas”.

Discussões, subjectividade e irracionalidade

Terça-feira, 27 de Outubro, 2009

Não, este não é sobre religião. 🙂

Quero apenas partilhar com os meus leitores — tu e aquele ali — parte de um comentário num post da Greta Christina, post esse, sim, sobre religião… mas o comentário, de uma “Maria”, não é sobre esse tema, mas sim sobre a frustração — bem conhecida por mim — de tentar discutir racionalmente com quem acha que uma discussão é apenas uma troca de opiniões totalmente subjectivas sem nenhuma base na realidade, e usa argumentos “new age” como “isto é verdade para mim, e pronto”.

Passo a citar:

One thing that really annoys me when I discuss things with people like that is that they treat all such discussions as a “getting along-process”. We are each supposed to give a little, and so if they agree on some things that I say, then can’t I agree on that there is an afterlife and that psychics can contact the dead? After all I can’t PROVE it’s NOT so! If I don’t, I am stubborn and a ‘know it all’. Especially with my friends I can’t really use all the arguments I have (things like you write about here on this blog) because they see discussing such things as exchanging subjective opinions about any given subject. If I don’t, if I insist that these are claims that are either true or not, I am not playing nice.

The other week I asked my friend, after a long and totally useless discussion, if it wasn’t reasonable of me to insist that I was right if someone else claimed that 2 + 2 = 5 and I know it’s 4? She thought it would be wrong of me to do that, because no matter how right I am (and she admitted I was) it’s TRUE FOR THEM! There is just no way around such a view of the world.

I think it’s this that makes the modern progressive and moderate religions, and the new age woo people so infuriating to discuss with on the whole. What they believe is ‘true for them’ and whatever anyone else believes is ‘true for them‘ – they think maximum tolerance and goodness lies in this assertion (after all, what could be nicer than allowing all people their very own reality?) and any attempt to discuss the objective is doomed.

It’s even more infuriating since they don’t actually live like that in their every day life. My friend is a nurse and would never insist, in her work, that any person can eat any medicine for any illness and still become well because it would be ‘true to them’. She will administer the right medicine to the right person like the responsible and very good nurse she is. She never use these idiotic arguments and conversation stoppers (stoppers at least if you want to keep the friendship) when we discuss every day stuff like what is the right answer to a question on a quiz show we are watching, or other every day practical things. But when ever the subject of beliefs, and the afterlife, and a soul, and watching stupid psychics on TV comes up (and believe me I avoid it as the plague) then suddenly, the ‘it’s true for ME’ is used to defend anything!

Chuva e condução

Terça-feira, 20 de Outubro, 2009

Vamos supor que és um condutor típico português. Depois de meses de bom tempo, chega o primeiro dia de chuva. É de manhã e tens de ir para o trabalho. Como é que conduzes? Tens 3 hipóteses:

  1. Conduzes como fizeste o Verão todo, isto é, a 2 centímetros do veículo da frente. És completamente apanhado de surpresa quando o teu carro já não trava tão bem e bates no da frente.
  2. Entras em pânico, e não passas dos 20 km/h, ou 30 km/h na auto-estrada. Mesmo na faixa da esquerda. Afinal, estás numa situação nova, pela qual nunca passaste na vida, é compreensível.
  3. Eu menti. Não existe terceira hipótese.

Saramago e a religião

Segunda-feira, 19 de Outubro, 2009

Tenho visto vários comentários, tanto no artigo do Público como em vários blogs portugueses, a criticar José Saramago por ter dito… bem, vejam o link anterior.

Comentários esses que chamam “banais” às afirmações de Saramago, insinuam que é preciso estudar teologia antes de se poder criticar a religião, dizem o chorrilho de disparates habitual sobre os ateus e o ateísmo, e… bem, já se sabe como é. O mais triste são os comentários de quem não tem qualquer crença religiosa, mas mesmo assim se sente chocado e ofendido com isto, porque caiu na lavagem cerebral de que a religião merece “paninhos quentes” e um respeito especial e inquestionável.

Como a paciência para estar sempre a corrigir os mesmos erros já não é muita, e me sinto enojado só por ler, quanto mais citar, certas coisas que já li hoje, prefiro comentar isto na forma de pequenos parágrafos, mais ou menos independentes uns dos outros. Nem todos se aplicam a todas as críticas, obviamente.

  • Não há qualquer tipo de evidências, provas, etc. da existência de qualquer tipo de deus. Nada. Nicles. Zero. Logo, a teologia é uma não-disciplina, tem tanto mérito e importância como a painatal-logia ou a gambozinologia. E, sim, caros teólogos, vocês desperdiçaram a totalidade das vossas vidas. Deal with it (se bem que sei que nunca o farão, é muito mais fácil manter uma ilusão confortável do que quebrá-la).
  • Chamar “banal” à afirmação de que Deus não existe é o mesmo que chamar “pouco sofisticado” a quem diz que 2+2=4, porque quem está num “nível espiritual mais elevado” tem “fé” de que 2+2=5, ou isso é verdade num plano espiritual tão ou mais importante do que o físico, ou para ele os números têm um significado “mais profundo”, ou outras baboseiras new-age sem significado. Dizer as coisas como elas são de forma simples e directa (como “o rei vai nu”, bem aplicável a este caso) não é “banal” ou “pouco sofisticado”.
  • Crenças religiosas não merecem mais respeito e consideração do que qualquer outro tipo de crenças (ex. “a Terra é redonda” ou “há ovnis a mutilar gado nos EUA”) apenas por serem religiosas. A única coisa que importa é: é verdade?
  • Hitler era católico! Párem lá de o incluir nessa absurda lista de “monstros ateus”. O facto de já terem sido corrigidos relativamente a isso centenas de vezes e mesmo assim o continuarem a fazer demonstra bem quanta importância dão a factos e à realidade… e quão honestos são.
  • Quanto aos outros, há muito de religião em sistemas como o Estalinismo: culto ao líder, rituais, “rezas”, livros “sagrados” (ex. o livro vermelho de Mao), supressão de ideias contrárias, controlo de “pureza” ideológica, irracionalidade, dogma acima de factos, e afins. Se perseguiam as religiões estabelecidas, era apenas porque não queriam competição. Religião e “Deus” não são a mesma coisa, e é possível haver uma sem crença no mesmo. Nenhum povo alguma vez sofreu por excesso de racionalidade e cepticismo.
  • De qualquer forma, quando dizem que “monstros ateus fizeram isto e isto”, querem dizer que o fizeram por não terem medo de um castigo divino. Já pensaram na hedionda distorção de moralidade que isso é? E estão, portanto, a dizer que vocês iriam para a rua roubar, violar e matar se neste momento perdessem a vossa fé, porque não vêem nenhuma razão para não fazer tais coisas, excepto o medo do inferno? O que é que isto diz sobre vocês?
  • Houve quem falasse da “necessidade do Homem para com a espiritualidade”. Isso tem outro nome quando se é mais jovem: “amigo imaginário”. Uma coisa não é real só porque se quer muito. Mesmo que a vida fosse cinzenta e sem sentido sem a existência de um deus e de vida depois da morte (não o é), isso não tornaria mais provável a sua existência.
  • Quem diz que “as críticas de Saramago à Bíblia só se aplicam relação ao Antigo Testamento, porque a mensagem do Novo é paz e amor” está a precisar de realmente ler a Bíblia (além de que Jesus supostamente disse que não vinha para mudar uma letra da lei antiga). Mas, tipicamente, os ateus conhecem-na melhor do que quem acredita que existe um livro escrito pelo criador do universo, do qual depende a sua salvação, mas mesmo assim nunca arranjou tempo para o ler…
  • Não me venham dizer que “mais vale acreditar, por via das dúvidas“, please. Isso é completamente idiota (pista: há mais do que uma religião no mundo…)

O ultra-mega-importante caso Maitê

Quarta-feira, 14 de Outubro, 2009

Tudo o que tenho ou posso ter a dizer está aqui.

P.S. – se levaram esta questão minimamente a sério, não clickem no link acima, pois vão ser insultados. E merecem-no.

Fantasias e realidades políticas

Sexta-feira, 5 de Junho, 2009

Fantasia: uma elevada percentagem de abstenção / voto em branco transmitirá, de forma clara e não ignorável, a mensagem de que o povo está absolutamente insatisfeito e revoltado com a política e os políticos actuais, e que é necessária uma mudança a sério. Por outras palavras, é a melhor forma de iniciar a mudança.

Realidade: abster-se ou votar em branco não é nada mais do que dizer “está tudo bem como está”.

Se acham que os políticos alguma vez irão ter “vergonha na cara” por abstenções / votos em branco (há realmente alguma diferença? sim, eu sei a teoria, mas há realmente alguma diferença?) na ordem dos 60, 70, 80, 90%, então tenho uma ponte para vos vender. É vermelha, fica no Tejo, e foi herança de família. Estou a precisar de dinheiro para pagar dívidas, comprar jogos, e comprar queijo derretido (não necessariamente por essa ordem), daí estar a vender algo que tem tanto valor sentimental para mim (além de ser importantíssima para quem vive na margem sul).

Não se demorem a falar comigo sobre a ponte; há muito mais gente que acredita nisto, pelo que tenho visto…

P.S. – faz-me lembrar uma fantasia parecida, e quase tão ingénua:

security 

P.P.S. – não me venham com desculpas de que “eles são todos iguais”. Mesmo que assim fosse, não há melhor forma de mostrar insatisfação do que votar em quem não está no poder.

P.P.P.S. – não vejam isto como um apelo incondicional ao voto. Eu aceito perfeitamente que não se vote por preguiça, ou por se achar que o resultado destas eleições não nos afecta em nada significativo. O que acho absurdo é que se trate o não-voto como um marcar de posição, coisa que é completamente ingénua, adolescente (no pior sentido), absurda e fantasista.

O regresso da vingança do Papa parte II

Quarta-feira, 1 de Abril, 2009

Visto num comentário no Pharyngula:

Given the other stuff he believes, his stand on condoms makes perfect sense. They do “make the situation worse,” when you understand that for him a baby dying of AIDS is not as bad as people having sex while paying no price whatsoever.

É o que eu já disse aqui, mas de forma muito mais sucinta e directa. Acho que tenho de ler mais. 🙂

Por uma vez na vida, concordo com fanáticos religiosos…

Segunda-feira, 30 de Março, 2009

Reason is the greatest enemy that faith has

Fonte: Pharyngula

Nota: isto não é criado pelo Church Sign Generator. É real, visto no Arkansas. (Mas não foi inventado por eles.)

E, curiosamente para fundamentalistas religiosos, eles estão completamente certos.

Rapariga de 14 anos presa por pornografia infantil por postar fotos… dela.

Sexta-feira, 27 de Março, 2009

Via Peter David. O post dele é curto, por isso reproduzo-o aqui:

The authorities in New Jersey who have arrested a fourteen-year-old girl on charges of child pornography. Why? Because she posted on line, supposedly for her boyfriend to see, naked pictures of herself.

Yes. Herself.

Supposedly if she’s convicted, she will be facing jail time and be forced to register as a sex offender under laws that were designed to protect people like her from…well…people like her.

Look, obviously this girl’s not the brightest bulb in the box, and were I her father I’d be mortified beyond belief. But wait…what? Child pornography? A sex offender? For putting up pictures of herself? Seriously?

PAD

O mundo está louco. 🙂

O que é que virá a seguir? “Adolescente preso por ter sexo com um menor. Estava a masturbar-se.”  🙄

Hell’s Most Wanted: quantas vezes vais para o Inferno?

Sábado, 21 de Março, 2009

Se me tenho queixado do Catolicismo recentemente, por causa de certas afirmações papais, por outro lado tenho de me sentir muito feliz por os Católicos estarem em maioria por cá, em vez destes simpáticos, amigáveis e porreiros fundamentalistas Cristãos americanos:

hellsmostwantedMas, ei, não quero que me digam que não consigo brincar com estas coisas. Sendo assim, deixo-vos dois desafios, cuja resposta apreciaria em comentário:

  1. segundo essa lista, eu iria para o Inferno seis vezes. Adivinhem quais são. Pista: “child molesters” e “psychics” não são escolhas correctas. 🙂
  2. e vocês? Quantos? Menos de 6? Mais de 6?

Nota: sem exageros, please. Ter jogado no Totoloto meia dúzia de vezes não faz de ninguém um “gambler”, e assim por diante.

EDIT: passei de 5 a 6. Reparei que “fornicator” quer dizer ter alguém que tem ou teve sexo fora do casamento (e não um obcecado por sexo, tarado sexual, predador sexual, ou outros significados menos simpáticos desse género). E com isto já sabem uma. 🙂