Nada como um pouco de escapismo (e videojogos) para uma pessoa se sentir bem.
“There’s one place where I am the king”, indeed.
(“não vejo vídeo nenhum”, “blablabla“)
Nada como um pouco de escapismo (e videojogos) para uma pessoa se sentir bem.
“There’s one place where I am the king”, indeed.
(“não vejo vídeo nenhum”, “blablabla“)
EDIT: já contornei o problema dos SSHs: ServerAliveInterval 30 no /etc/ssh/ssh_config no PC do trabalho.
EDIT 2: escrevi mais sobre o Gridrunner Revolution aqui.


Parece que a nova obra de arte psicadélica (mas menos que o Space Giraffe) e com ovelhas (naturalmente) do Jeff Minter está quase a sair. Os novos ecrãs são brilhantes, mas recomendo sobretudo que vejam o vídeo…
Já repararam?
Anyway, como não sou supersticioso, tenho de falar de outras coisas neste post.
Por exemplo: quem me conhece (ou mesmo quem simplesmente tenha lido certo tipo de posts aqui) sabe que muitas vezes me irrito muito com o trânsito, tanto por causa da incompetência dos outros condutores, como, mais ainda, pelo facto de eles se estarem completamente nas tintas para o facto de porem outros em perigo. Não fico violento de forma externa (se bem que já cheguei a perturbar passageiros), mas sou capaz de me irritar a sério “para dentro”, ao ponto de ficar a pensar nisso mesmo depois de sair do carro. Não devia, eu sei.
E isso acontece quer esteja em silêncio, quer esteja a ouvir música, coisa que adoro fazer, e que em geral é algo que faço sempre que conduzo. Por muito que esteja a adorar o que estou a ouvir, o facto de o idiota da frente não saber fazer uma rotunda na sua faixa e me ter obrigado a fazer uma travagem brusca para não levar com ele deixa-me sempre furioso.
Mas descobri uma excepção a isto: quando ouço audiobooks.
Não sei porquê, deixam-me num estado de calma que nada parece abalar. Já o tinha notado há tempos, ao ouvir o “World War Z”, e estou a notar isso outra vez desde ontem, quando comecei a ouvir o “The God Delusion”. E, uns anos atrás, aconteceu o mesmo a ouvir a série de rádio do “Hitchhiker’s Guide to the Galaxy” (que existiu antes do livro). Curiosamente, nos três casos eu já tinha lido os respectivos livros em papel; talvez isso me deixe mais relaxado ao ouvir aquilo, porque tenho memória suficiente dos assuntos para não perder o fio à meada por alguma distracção ou ruído exterior me fazer perder uma palavra.
O que é certo é que é uma paz. Conduzir – mesmo em bichas (blá blá blá, sempre quis dizer “fila” em português, não me chateiem com influências brasileiras, etc. etc.) – deixa de ser um pesadelo para quem tem pouca paciência; pelo contrário, se o trânsito está lento, é uma forma de “ler” mais.
Nunca o experimentei fazer, mas já vi quem dissesse que lê a maior parte dos livros na sua vida enquanto faz jogging. Será que existe uma maneira de fazer exercício sem me aborrecer de morte? Tenho mesmo de experimentar (e ver se o leitor de MP3 portátil que tenho lá em casa ainda mexe, ou então tentar fazer uso do telemóvel para isso).
Por falar em livros, acabei hoje o “Personal Development for Smart People” do Steve Pavlina, e vou agora para o “Dreams of My Father” do Barack. Já li os primeiros capítulos deste, e parece-me óptimo.
Infelizmente, não ando a jogar virtualmente nada (se bem que tenho andado a fazer os tutoriais no Chessmaster 11), mas hoje vi que o Red Alert 3 estava no Steam, e deixei-o em casa a downloadar. Já vi a intro dele (na demo na Xbox 360), com o grande Tim Curry, e é de partir a rir.
O portátil continua no arranjo… o que significa que não tenho nenhum PC com Windows em casa, e nem tenho nenhum PC livre (e suficientemente potente) para usar para computador de jogos. Naturalmente, o que é que isso faz? Faz com que eu, que já praticamente nem jogava em PC, ande agora com uma tremenda vontade de o fazer.
E parte da “culpa” é deste post, que neste momento ainda está na primeira página do Ostras, e para o qual olho sempre que aqui venho por qualquer razão. Está lá o Planescape: Torment. Está lá o Sid Meier’s Alpha Centauri. Acho que não preciso de dizer mais nada (poderia mencionar o Star Control 2, mas ainda o acabei há relativamente pouco tempo, e de qualquer forma esse é multi-plataforma e joga-se bem em Linux).
É claro que, além desses dois clássicos, há outros jogos de PC que adorava poder jogar, e os quais não tenho PC para o fazer, mesmo quando tinha o portátil lá em casa. Por exemplo, o Medieval: Total War 2, jogo que me fascina pela sua imensidão e pelo meu interesse por história, e que humilhou totalmente o meu portátil quando o tentei instalar nele. Sim, tenho lá em casa um original, na sua caixa, à espera de um dia ter um PC “a sério”. Mas o dinheiro não abunda, e não posso pensar nessas coisas agora.
De qualquer forma, só poder jogar o Alpha Centauri e o Torment já me faria sorrir.
Até lá, comecei há dias a explorar o Grand Theft Auto 4 na Xbox 360, e estou a adorá-lo. Quem não tem cão…
Primeiro: tenho sono. E já estive mais bem disposto (fisicamente) do que neste preciso momento. Mas daqui a pouco vou almoçar, o que é sempre bom.
Segundo: é curioso como às vezes um site nosso “pega” mesmo sem intervenção nossa. Case in point: o WoWForum-PT: fórum de World of Warcraft em Portugal. É um fórum que já tinha criado em 2007, mas que por preguiça minha e dos dois moderadores (ambos membros regulares dos almoços BattleCattle), nunca foi devidamente promovido, nem tinha tido intervenção da equipa do fórum há cerca de um ano. Qual não é o meu espanto quando recebo, não um, mas vários mails de membros, no espaço de dias, a pedir moderação para o fórum, e verifico que ele tem, curiosamente, crescido bem nos últimos dias.
E quem sou eu para recusar pedidos tão simpáticos?
Até consegui fazer com que metade da anterior equipa de moderação voltasse ao fórum, e estou em negociações com a outra metade da equipa.
Aproveitei também para actualizar o software (que estava com uma versão pré-histórica), e corrigir outras pequenas coisas. Tenho é de ver se acabo finalmente a tradução para português… tenho de arranjar umas horitas para isso. Não é um trabalho difícil, mas é chato…
Sem ser por qualquer ordem:
Star Control 2 (PC) |
Doomdark’s Revenge (ZX Spectrum) |
Planescape: Torment (PC) |
Sid Meier’s Alpha Centauri (PC) |
Lords of Midnight (ZX Spectrum) |
Gabriel Knight: Sins of the Fathers (PC) |
Chaos (ZX Spectrum) |
Rock Band 2 (Xbox 360) |
Wii Sports (Wii) |
Laser Squad (ZX Spectrum) |
![]() Gridrunner++ (PC) |
![]() Ultima VII (PC) |
Este sou eu.
OK, não sou só isto. Mas é uma parte de mim – e do que eu sou – bem maior do que “o gajo gosta de jogar de vez em quando quando não tem mais nada para fazer”.
Sim, eu sei que não tenho andado muito por aqui, nem pelos outros blogs. Falta de tempo, de energia, de disponibilidade… além de que, quando se interrompe uma coisa, a cada dia que passa torna-se mais difícil regressar (“o que é que eu vou escrever para explicar a ausência de quase 2 meses?”).
Mas… paciência. Não é que este seja um post brilhante
, mas os próximos vão ser. E pelo menos já ultrapassei a barreira inicial.
O que é que andei a fazer durante este tempo todo? Nada do outro mundo. Fiquei sem carta de condução, e só a recupero para a semana; tenho ido para o trabalho graças à boleia de uma simpática colega que, por acaso, é minha vizinha. Fui passear durante uns dias, para o norte do país, tendo visitado sítios como Unhais da Serra, Guarda, Foz Côa, Bragança e Alcanena. Adorei as férias, foram uma maravilha… e não, não fui sozinho.
O trabalho continua, basicamente, o mesmo, se bem que até me têm chateado menos do que habitualmente. Houve uma semana em que até tive de fazer alguma programação, o que é, sem dúvida, infinitamente mais interessante do que as habituais tarefas tipo “Marvin, can you pick up that piece of paper?” (fica sempre bem citar o Douglas Adams). Here I am, brain the size of a planet…
Anyway. Não tenho jogado imenso. Mount&Blade, e desde hoje Hearts of Iron 2: Doomsday em PC, e alguns jogos na DS e GBA (Tetris, Resident Evil, Harvest Moon: Friends of Mineral Town, etc.).
Andei às voltas com uns estranhos crashes deste servidor, mas acredito que já estão resolvidos. Vamos ver se é desta.
E por agora é tudo. Vou ver se amanhã arranjo tempo para escrever nos outros.
Li, no fim de semana, o “The Rats”, de James Herbert. Curto (lê-se em poucas horas), mas gostei. Boa atmosfera, e bom “plot”.
O livro é de 74, mas, curiosamente, eu já andava para o ler há uns anos, por causa de um antiquíssimo jogo de Spectrum, do qual tinha lido uma crítica num jornal português, e tinha ficado com o jogo na cabeça. Só o experimentei muitos anos mais tarde, e é, provavelmente, dos jogos de 8 bits mais assustadores e envolventes de sempre, apesar de como jogo nem ser nada do outro mundo. Mas é óptimo a criar a sensação de “suspense” e terror, só através de texto, e do som de um coração a bater mais depressa ou devagar. E o som de ratazanas a roer uma porta… com o coração a bater cada vez mais depressa… é algo a ser experimentado.

Voltando ao livro, ele tem 2 sequelas, que já tenho, e vou ler em breve. Mas vou ver se acabo o “The Magus” primeiro…
Nada de muito novo por estes lados.
Hoje estou mesmo “mole” – com sono, olhos semicerrados (o que soa sempre melhor do que “meio abertos”), não particularmente bem disposto, e ainda por cima a ter de fazer “menial jobs” como montar switches em racks (o que, vá lá, é melhor do que montar racks em switches).

Voltei ao Puzzle Pirates. Não sei porquê, de tempos a tempos sinto vontade de voltar a este jogo… talvez seja porque é o único MMORPG em que 1) o progresso não depende principalmente do tempo investido, 2) a habilidade conta), 3) quase todos os jogadores jogam “in character” (avast, ye landlubbers!). E nem sou grande fã de puzzles…
No Games of my Life: Gridrunner++
E no Tlog: Why I’ll probably buy an Xbox 360
Fluffy sheepies forever!