Acabei de conseguir chegar ao fim, pela primeira vez, na última música do modo de carreira do Rock Band 2, como vocalista, em modo Hard:
Pontuação? 69%.
Man, I love Judas Priest.
Acabei de conseguir chegar ao fim, pela primeira vez, na última música do modo de carreira do Rock Band 2, como vocalista, em modo Hard:
Pontuação? 69%.
Man, I love Judas Priest.
De vez em quando, há surpresas agradáveis. Sem ter intenção de comprar fosse o que fosse na Fnac (fui lá só levantar o portátil… pois é, já o tenho! Mas vou ter de passar horas a reconfigurar tudo de raiz…), passei naturalmente pela micro-secção de jogos de Xbox 360 (que até dá pena, ao compará-la com a de PS3… os portugueses são mesmo incultos, compram algo só pelo nome…
), e qual não é o meu espanto quando vejo o Fallout 3, um jogo bem recente (fim de 2008) e com notas altíssimas na crítica, por… 29 euros!
Havia outros jogos lá em promoção, com a tal etiqueta vermelha, mas eram todos jogos bastante mais antigos (ex. PES 2008) ou jogos de que nunca ouvi falar. Mas este… bem, é o Oblivion num futuro pós-apocalíptico com um delicioso humor negro. É o número 3 de uma série popularíssima, cujos fãs esperaram 10 anos desde o número dois. É, por tudo o que tenho lido (tenho o jogo aqui, mas estou no trabalho até à noite) uma obra de arte.
Daí o mistério. Será que alguém se enganou? (Na Worten estava ao preço normal de uns 68 euros) Ou será que um jogo destes realmente não vende em Portugal, porque não é um clone do Counter-Strike, nem envolve carros ou futebol? Se assim for, é deprimente…
Anyway, já o tenho. Não o vou começar a sério logo à noite (quero acabar o GTA 4 e o Ace Combat 6 primeiro), mas claro que quero ver como é que ele se mexe.
Estou a pensar começar, com este, uma série de posts regulares sobre o tema descrito no título. É bem possível que eventualmente me farte, e é bem provável que ocasionalmente salte semanas. Além disso, estes posts têm a ver com entretenimento: livros, videojogos, filmes, música, e afins. Questões diferentes, quando as quiser partilhar com os meus infindáveis
leitores1, terão os seus próprios posts.
Anyway:
Sem ser por qualquer ordem:
Star Control 2 (PC) |
Doomdark’s Revenge (ZX Spectrum) |
Planescape: Torment (PC) |
Sid Meier’s Alpha Centauri (PC) |
Lords of Midnight (ZX Spectrum) |
Gabriel Knight: Sins of the Fathers (PC) |
Chaos (ZX Spectrum) |
Rock Band 2 (Xbox 360) |
Wii Sports (Wii) |
Laser Squad (ZX Spectrum) |
![]() Gridrunner++ (PC) |
![]() Ultima VII (PC) |
Este sou eu.
OK, não sou só isto. Mas é uma parte de mim – e do que eu sou – bem maior do que “o gajo gosta de jogar de vez em quando quando não tem mais nada para fazer”.
Alguns dos meus leitores regulares, possivelmente, estavam cientes que eu administro, há quase um ano, um fórum sobre a Nintendo DS, o NDS-PT.
Já há uns dias que andava a pensar expandi-lo para incluir também a Wii (que já tinha secções, mas estas eram estavam em segundo plano, já para não falar do nome do fórum). Outra hipótese era tornar o fórum mais geral sobre a Nintendo, mas estava reticente em fazê-lo, por já existir um fórum maior e mais antigo, o NintendoPT, e dessa forma eu ir entrar em competição com eles.
Coincidentalmente, há 2 dias o NintendoPT acabou (de uma forma meio estranha, diga-se), pelo que, sem querer agir muito como um “abutre”, preferi (com o apoio dos membros do NDS-PT) seguir a hipótese que já tinha pensado, de tornar o fórum sobre a Nintendo em geral. Creio que neste momento é o maior do país.
Assim sendo, without further ado… NintenForum-PT – fórum de Nintendo em Portugal. Enjoy.
Pequenos progressos são progressos, não são?
Infelizmente, tenho escrito pouco aqui no Ostras, porque a minha atenção tem andado dividida pelos outros blogs e sites, e pelo Gyakuten Saiban 2.
Neste último, já vou no início do 3º caso, mas agora é que vêm os mais difíceis, por isso ainda vai dar alguma luta.
Tenho neste momento um servidor virtual nos EUA, para ver se o tráfego vindo de motores de busca (em especial, do Google americano/internacional) muda. Já passei para lá o Way of the Mind, que também mudou de domínio (agora é www.wayofthemind.org em vez de wayofthemind.dehumanizer.com), e criei o meu 3º fórum, obviamente associado ao WotM: o Way of the Mind Forum! Este último já conta com 50 posts em 2 dias, o que é bastante promissor; até agora, ainda não está nos motores de busca, e conta apenas com alguns dos “regulares” do WotM, mas acho que vai mesmo ser um sucesso… e ainda por cima uma fonte de discussões bastante interessantes. Tenho adorado participar em algumas.
Infelizmente, só terei resultados da experiência de mudar o WotM para os EUA daqui a umas semanas. Mas, se tudo correr bem, devo mudar para lá os meus outros blogs e sites em inglês. Os na nossa língua vão continuar aqui.
Entretanto, o blog de desenvolvimento pessoal não vai arrancar tão cedo. Acho que o que actualmente (atenção a essa qualificação!) teria para dizer no mesmo não é suficiente para fazer dele um sucesso, ou mesmo simplesmente algo que “faça falta” na Internet. Devo, no entanto, criar outro blog num futuro próximo… mas isso logo se verá.
De resto, estou bastante entusiasmado com a chegada da Nintendo Wii, dia 8 de Dezembro. A consola vai mesmo ser um espectáculo.
Sim, eu sei que não tenho andado muito por aqui, nem pelos outros blogs. Falta de tempo, de energia, de disponibilidade… além de que, quando se interrompe uma coisa, a cada dia que passa torna-se mais difícil regressar (“o que é que eu vou escrever para explicar a ausência de quase 2 meses?”).
Mas… paciência. Não é que este seja um post brilhante
, mas os próximos vão ser. E pelo menos já ultrapassei a barreira inicial.
O que é que andei a fazer durante este tempo todo? Nada do outro mundo. Fiquei sem carta de condução, e só a recupero para a semana; tenho ido para o trabalho graças à boleia de uma simpática colega que, por acaso, é minha vizinha. Fui passear durante uns dias, para o norte do país, tendo visitado sítios como Unhais da Serra, Guarda, Foz Côa, Bragança e Alcanena. Adorei as férias, foram uma maravilha… e não, não fui sozinho.
O trabalho continua, basicamente, o mesmo, se bem que até me têm chateado menos do que habitualmente. Houve uma semana em que até tive de fazer alguma programação, o que é, sem dúvida, infinitamente mais interessante do que as habituais tarefas tipo “Marvin, can you pick up that piece of paper?” (fica sempre bem citar o Douglas Adams). Here I am, brain the size of a planet…
Anyway. Não tenho jogado imenso. Mount&Blade, e desde hoje Hearts of Iron 2: Doomsday em PC, e alguns jogos na DS e GBA (Tetris, Resident Evil, Harvest Moon: Friends of Mineral Town, etc.).
Andei às voltas com uns estranhos crashes deste servidor, mas acredito que já estão resolvidos. Vamos ver se é desta.
E por agora é tudo. Vou ver se amanhã arranjo tempo para escrever nos outros.
Mais um título brilhante.
Finalmente, já estou a ultrapassar a dependência do café – já não me dói a cabeça. Very nice.
Acabei o Metroid Fusion. Finalmente! Foi um fim heróico – depois de ter pedido ajuda aos meus irmãos para cuidar de um dos botões – estava-me a faltar a concentração necessária para fazer tudo aquilo ao mesmo tempo – acabei por o conseguir, sozinho. Nem foi assim tão difícil, afinal – eu é que estava a fazer a coisa da forma errada.
Vou agora passar para o Metroid: Zero Mission, e continuar o Advance Wars e o Fire Emblem (este último está lindo). Depois… vou acabar o resto dos jogos que tenho. Ando a comprar mais do que jogo, o que não é bom – é altura de parar um bocado, e jogar o que já tenho. A mesma coisa em relação a livros.
Vi dois filmes no fim de semana: o “Pink Floyd – The Wall” e o “Land of the Dead“. Adorei os dois, se bem que, obviamente, por razões diferentes. O primeiro, nem sei como é que conseguiram fazer aquilo sem o censurarem – é muito perturbante, sobretudo conhecendo já o álbum e as letras das músicas. Além de que tem certas imagens que são mesmo… bem, não vou spoilar a coisa. O filme é como um videoclip do álbum inteiro, no fundo – não é um filme “normal”. Para quem goste da música, e não seja impressionável, recomendo.
O “Land of the Dead”, versão Director’s Cut, do grande George A. Romero… brilhante. Um bocado mais comercial do que os outros 3, mas ainda é claramente *dele*, os efeitos são óptimos, tem alguns actores conhecidos, e é óptimo voltar a ver zombies “clássicos” – não correm, não falam, e não comem só os cérebros. E continua bem o plot do “Day of the Dead”… e mais não digo sobre isso.
Não é um filme de terror – é, tal como os outros filmes do Romero, uma crítica social… com zombies. Acho que todos os filmes deviam ter zombies!
Comédias com zombies, romances com zombies, guerra com zombies, acção com zombies, terror com zombies (!), drama com zombies, ficção científica com zombies, filmes históricos com zombies…
O almoço de sábado correu bem, se bem que as iscas não foram tão boas como habitualmente. Na próxima terei de em empenhar mais na coisa – acho que tenho de ser mesmo eu a virá-las, e os temperos foram deficientes. Estavam boas, mas não estavam óptimas – e eu consigo fazer iscas “óptimas”. Hmm, iscas.. já estou a ficar com fome.