Arquivo da Categoria ‘Música’

Ronnie James Dio em 1974 – “Carolina County Ball”, dos Elf

Segunda-feira, 17 de Maio, 2010

Para quem esteja curioso em relação ao tipo de que falei no último post, mas realmente tenha algo contra heavy metal, fica aqui esta música, “Carolina County Ball”, do álbum dos Elf com o mesmo nome, gravada no ano em que eu nasci.

Ronnie James Dio 1942-2010 :(

Segunda-feira, 17 de Maio, 2010

Ronnie James Dio Soube da notícia ontem à noite, e é como perder um familiar. 🙁

Não quero entrar aqui em grandes detalhes (até porque nestas alturas em geral fico um bocado sem saber o que dizer), mas desde que comecei propriamente a “gostar de música” (isto é, interessar-me, conhecer, distinguir, apreciar, etc., em vez de a tratar como ambiente de fundo ou como um mero “ritmo fixe”), lá para o início dos anos 90, que este tipo foi sempre parte da minha vida, tanto como vocalista como como “songwriter”. Alguns dos meus álbuns preferidos ainda hoje — “Elf”, “Ritchie Blackmore’s Rainbow”, “Rising”, “Long Live Rock ‘n’ Roll”, “Heaven and Hell”, “Mob Rules”, “Live Evil”, “Holy Diver”, “The Last In Line”, “Dream Evil”, “Dehumanizer”, “Strange Highways”, “Angry Machines” e “The Devil You Know” — têm-no como vocalista e são co-compostos por ele. Pensei que este ano ia realizar o meu sonho de ver a formação do “Dehumanizer” ao vivo, já que eles estavam anunciados para vir ao Optimus Alive em Julho (ainda há poucos meses ele estava supostamente a melhorar), mas não deu… e nunca vai dar.

É provavelmente egoísta da minha parte, mas não consigo deixar de pensar que, além da parte de nunca o poder ver ao vivo e falar com ele, também nunca mais vou ter o prazer de descobrir um novo álbum dele, o que tem sido uma alegria semi-regular na minha vida nos últimos 20 anos.

Assusta também pensar como uma vida pode acabar tão depressa, já que o cancro no estômago de que Ronnie foi vítima foi diagnosticado em 2009, ainda há menos de um ano, e ainda há poucos meses havia sinais de melhoria tão positivos que estavam previstos concertos dos Heaven and Hell para este verão. Menos de um ano entre estar-se saudável e a morte. Dá sempre que pensar.

Ficam cerca de 50 anos de carreira, dezenas de álbuns com várias bandas, e inúmeros momentos “mágicos” (em CD ou DVD, e nas memórias de quem lá esteve) de um músico que sempre deu o seu melhor pelos fãs.

Deixo-vos com Ronnie James Dio, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice, em Junho de 2009 (sim, há menos de um ano): “Follow The Tears”.

Bares com Metal em Lisboa?

Segunda-feira, 5 de Abril, 2010

Já perguntei noutros sítios, agora pergunto aos infindáveis leitores (yeah, right) deste blog: conhecem algum bar com heavy metal em Lisboa ou arredores? Pelo menos com noites temáticas desse género, como o antigo Tocsin tinha às sextas-feiras?

Obrigado desde já. 🙂

Press Play On Tape: “The Man With The Gun”

Quarta-feira, 10 de Março, 2010

Nada como um pouco de escapismo (e videojogos) para uma pessoa se sentir bem. 🙂

“There’s one place where I am the king”, indeed.

(“não vejo vídeo nenhum”, “blablabla“)

Vejam isto do início ao fim…

Sexta-feira, 5 de Fevereiro, 2010

… e depois digam-me que o Eric Adams não é um grande vocalista.

Eu sei que a expressão está muito usada, mas isto para mim é de provocar arrepios… e não estou com frio.

Um pouco de história: eles costumam acabar os concertos, depois de saírem do palco, com uma gravação desta música, a versão original do álbum. Em geral não a tocavam / cantavam eles próprios, por a música ser muito orquestral, cheia de coros, e também não ser das mais fáceis de cantar. Mas, em 2008 (exactamente 20 anos depois), resolveram fazê-lo, com órgão e coros, mesmo. Adorava ver isto ao vivo, um dia. 🙂

(não vês um vídeo? Vem aqui.)

Black Sabbath – “Computer God”, ao vivo, 1992

Sexta-feira, 6 de Novembro, 2009

Tinha a original do álbum “Dehumanizer”, é claro, e também a versão deles (como Heaven and Hell) ao vivo em 2007, em DVD. Mas não imaginava a energia e poder que estes tipos tinham ao vivo em 1992…

Se tu (sim, tu aí, não penses que te escondes) não estiveres pelo menos a semi-headbangar1 no último minuto desta versão desta música, é caso para citar o Dr. Leonard “Bones” McCoy: “He’s dead, Jim.” 🙂

(num agregador, do que é que este gajo está a falar… ah, pois, posso clickar aqui.)

  1. só dos ombros para cima; dá até para fazer num local de trabalho, se os colegas não forem muito “cuscos” []

Heaven and Hell – Bible Black (ao vivo, 2009)

Quarta-feira, 4 de Novembro, 2009

Perde um pouco de atmosfera por ser de dia e ao ar livre, mas a música e a presença dos tipos continuam divinais…

P.S. – se estiveres a ler isto num agregador e não aparecer um vídeo entre este parágrafo e o primeiro, é só vires aqui.

Greta Christina: música nova, nostalgia, e o perigo de se ficar um “velho resmungão”

Terça-feira, 5 de Maio, 2009

(Nota: este é o primeiro de 3 artigos a divulgar e comentar posts recentes da Greta Christina, cujo blog é das coisas mais inteligentes e interessantes que para aí andam.)

O post em questão chama-se Against Nostalgia, or, I’m In Love with the Modern World: On Not Being a Crank, Part 2. Título um bocado grande 🙂 , mas faz sentido. Como o mesmo implica, é a continuação de outro post dela, ambos tendo como tema a preocupação dela de, com a idade, não ficar “resmungona”, fechada, presa aos seus hábitos, a dizer mal de tudo o que é novo, e assim por diante. Mais ou menos como estes tipos (ela própria usa esta imagem):

velhos-marretas

Neste caso específico, ela refere-se à música, mas o que ela aqui diz podia adaptar-se a qualquer outro campo. Ela avisa quanto à possibilidade de ficarmos presos à nostalgia (coisa muito forte em mim, se bem que não acho que ela me limite, pelo menos por agora – but, then again, tenho uns meros 34 anos), que facilmente faz com que vejamos o passado – quase sempre, a época da nossa adolescência ou princípio dos “vintes” – com “óculos cor-de-rosa”, e fiquemos presos a isso, rejeitando tudo o que há de novo. Ela propõe-se o seguinte:

Listen to music that’s being made now.

My rule is this: I don’t let myself just listen to music that was recorded when I was in college and my early twenties (or earlier). I make a conscious effort to listen to at least some music that’s being made now, by musicians and bands who are still alive and still working. (And no, reunion tours don’t count.)

Olhando para mim, eu acho que não estou (para já) muito mal neste aspecto. É certo que muita da música que ouço – Black Sabbath, Pink Floyd e afins – tem origens relativamente antigas (anos 60), se bem que continuaram a fazer música nova até aos anos 90, e eu continuei a segui-la (ou explorá-la, no caso dos Pink Floyd, que só “descobri” bem depois). É também certo que o que ouço em geral não está de forma alguma na moda, se bem que me posso orgulhar de isso não ter qualquer influência nos meus gostos – ou seja, se por um lado não ouço algo só por estar na moda, também não o ouço só por não estar, ou não deixo de o ouvir só por estar. O anti-conformismo cego é tão estúpido e “em segunda mão” como o conformismo cego. 🙂

Acredito também que não rejeito algo – banda, álbum, música – só por ser novo. Em geral afasto-me um bocado da rádio e afins, mas não por na mesma se ouvir música moderna; é, sim, por se ouvir música de plástico, comercial, e em geral toda igual. Não assumo isso em relação a tudo o que se faz; apenas àquilo que, por razões comerciais compreensíveis, as rádios em geral passam. Mas se me mostrarem algo muito bom e for o primeiro álbum de um novo artista ou banda, vamos a isso. Acredito que isso ainda é assim. Por outro lado, é um facto que continuo a seguir bandas da minha “juventude”, como Iron Maiden, Judas Priest, Blind Guardian, ou membros e ex-membros dos Black Sabbath.

Mas muita gente que seja tão ou mais discernente do que eu, e em idades semelhantes ou superiores à minha, dirá que “a música de hoje é toda igual, é toda uma merda”. Será verdade? Eu próprio tenho um pouco essa ideia (se bem que estou sempre preparado para abrir excepções). Mas a Greta Christina diz algo em que ainda não tinha pensado:

I think there are two things that make it easy to think everything was better in the good old days. There’s Sturgeon’s Law — and there’s the filtering process of time.

Sturgeon’s Law states, quite simply, that 90% of everything is crap. Romantic comedies, symphonies, science fiction novels, porn videos, dress designs, epic poems, comic books, popular music… 90% of all of it is crap.
But time has a tendency to filter out the crap. We don’t listen to the mediocre 18th century operas; we don’t read the mediocre 19th century novels; we don’t watch the mediocre silent movies. We listen to Mozart, read Jane Austen, watch Buster Keaton. We listen to Janis Joplin and The Who. “To Sir With Love”? Not so much.

It’s not a perfect filtering process. Some good stuff gets filtered out; some mediocre crap gets through the screen. But on the whole, we let the crap get swallowed into the maw of history, and hang onto the good stuff. Which makes it very, very easy to mistakenly think that the operas and novels and movies and popular songs of the old days were so much better than any of the crap they’re making today.

Acho que isto é inteiramente verdade. Acrescentaria ainda que uma música que conhecemos e ouvimos há anos é como um “velho amigo”; conhecemos cada nota, cada sílaba. Algo acabado de ouvir pela primeira vez, sobretudo em géneros mais complexos, soa… estranho; muitas vezes um álbum inteiro parece “todo igual”, porque as melodias precisam de algum tempo para serem absorvidas. A música, tal como o vinho 🙂 é, em grande parte, um gosto adquirido – se rejeitamos algo à primeira vista (ou audição, neste caso), estamos a pôr de parte coisas que poderíamos vir a adorar.

Relativamente ao “dantes era tudo muito melhor”, querem um desafio? Pensem naquela que consideram a “época de ouro” da música, aquela altura em que adoravam o que se fazia na altura, aqueles anos nos quais se inclui mais de metade da vossa colecção de MP3s. Provavelmente é a vossa adolescência. É bem provável que sejam os anos 80.

Agora, investiguem o que estava nos tops em várias semanas / meses nesses anos. Não apenas as músicas da altura que ouvem hoje. Vejam mesmo o que estava efectivamente nos tops. Há formas (a net é uma delas, assinar a Retro Gamer é outra 🙂 ) de o saber.

E digam lá quantas músicas conhecem. E quantas foram esquecidas pelo mundo desde essa altura. Vejam também quão horríveis algumas são. 🙂

You know what? If what you truly love is old- time bluegrass or ’60s psychedelia? That’s cool. It might behoove you to check out some modern music anyway — there are contemporary musicians doing some interesting interpretations of bluegrass and psychedelia — but life is too short to listen to music that you hate. There are wonderful things from the past, and by all means, we should be enjoying them and preserving them and keeping them alive.

But we shouldn’t treat our aesthetic preferences as a moral imperative. We shouldn’t pretend that it’s a serious life philosophy to gripe about kids these days and their crazy fashions. We shouldn’t act as if shutting out the modern world somehow makes us discerning and superior.

Adoro o último parágrafo. E isto é algo que vejo, infelizmente, em pessoas até mais novas do que eu: tratar o “só gosto disto” como uma questão de princípios a não trair, fechar-se completamente a coisas novas, e achar que dizer mal de tudo os faz ser (ou pelo menos parecer) superiores. É triste.

Heaven & Hell – “The Devil You Know”

Terça-feira, 5 de Maio, 2009

Já o tenho! Em CD, original, comprado, essas coisas todas!

Heaven & Hell - "The Devil You Know"

Delicioso, até agora. 🙂 Um pouco mais lento (em velocidade, não em “heaviness” ou intensidade) do que o incomparável “Dehumanizer” – eles estão, afinal, uns 17 anos mais velhos –, mas continua a ser metal intenso, “dark”, quase “doom metal” (um género curiosamente muito inspirado nos Sabbath do início dos anos 70), e que deixa 99% do resto do mundo musical (IMO) a um canto.

É o primeiro CD de música que compro este ano, e muito provavelmente o último. A vida está cara… 🙁 Mas Heaven & Hell / Black Sabbath tem de ser uma excepção. Se não fazemos quaisquer excepções nas nossas vidas, estamos semi-mortos; somos como o estereotípico velhote na cadeira de baloiço a dizer mal de tudo (e a gritar aos putos para saírem do seu quintal). 🙂

Painkiller Sixty-Nine

Sábado, 18 de Abril, 2009

Acabei de conseguir chegar ao fim, pela primeira vez, na última música do modo de carreira do Rock Band 2, como vocalista, em modo Hard:

Pontuação? 69%.

Man, I love Judas Priest. 🙂

Novidades Heaven and Hell

Quarta-feira, 1 de Abril, 2009

Sim, é mais um post completamente desprovido de umdeabrilices! Quantos mais é que vou conseguir fazer hoje?

Primeiro, Heaven and Hell no Twitter!! O Ronnie James Dio já fez updates (incluindo uns nada “pressreleaseísticos”), e o Geezer Butler e Tony Iommi também vão, supostamente, passar a usar. (Coitado do Vinny Appice…)

Segundo, é possível ouvir o novo single deles, “Bible Black”, por streaming na página deles no MySpace. Absolutamente delicioso… e é a primeira coisa nova que ouço destes 4 tipos desde o grande, magnífico, incomparável, capaz-de-me-fazer-usar-um-nick-para-todo-o-sempre-e-registar-o-domínio “Dehumanizer”, de 1992. (As 3 novas músicas no “The Dio Years” são só Dio e Iommi, não são da banda toda)

Terceiro, dia 28 de Abril sai o tão esperado (por mim, pelo menos) novo álbum desta formação, “The Devil You Know”. Promete muito; estes tipos, ao contrário de muitas bandas antigas e “reuniões” das mesmas (que se tornam quase uma paródia do início da sua própria carreira), continuam a dar-lhe muito forte; por exemplo, tomariam muitos vocalistas de 20 anos ter a voz deste tipo de 60 e talagora.

Já agora, para quem não me conheça nem leia este blog há algum tempo, os Heaven and Hell são os Black Sabbath com o Dio. E alguém que diga baboseiras tipo “Sabbath é com o Ozzy” merece bananas quentes enfiadas pelo nariz acima! 😛

Heaven and Hell 2009 Chapman Baehler / Courtesy Rhino EntertainmentFonte: Black Sabbath Online

Last.fm, 3 dólares por mês… serei só eu a achar que as queixas são absurdas?

Quarta-feira, 25 de Março, 2009

Muito se tem falado (por exemplo aqui) do facto de o last.fm ir passar a cobrar 3 dólares por mês para os utilizadores poderem fazer ouvir rádio (em geral baseado em recomendações segundo os gostos dos utilizadores) por streaming, para países que não sejam os EUA, Grã-Bretanha e Almanha, quando isso até agora era gratuito.

Primeiro, um disclaimer: eu não vou pagar, por uma simples razão: já não usava, mesmo de graça. Nunca fui de ouvir rádio, nem em casa, nem no carro, nem pela net; gosto sempre de escolher o que ouço. Quando quero ser surpreendido, prefiro pôr a colecção de uns 5000 oggs e mp3s em shuffle. Ouvir música escolhida por outros, ou escolhida aleatoriamente, não faz mesmo o meu género, até porque sempre preferi ouvir álbuns de uma ponta a outra, ao invés de ouvir só “aquela música de que eu gosto”; sempre que me apetece ouvir X, ponho um ou mais álbuns de X na playlist (ou, antigamente, punha o CD no leitor). É esta a minha estranha forma de ouvir música, que é completamente incompatível com o conceito de ouvir rádio. Uso o last.fm para ter estatísticas do que ouço, mas isso vai continuar a ser de graça. Logo, a parte de rádio não me interessa mesmo, e naturalmente não vou pagar pelo que não consumo.

Mas isto sou eu.

Se fosse uma pessoa “normal”, que gostasse de ouvir rádio pelo last.fm, não teria qualquer problema em pagar os patéticos 3 dólares por mês. Sim, eu sei, estamos em crise e essas coisas todas, mas, bolas, 3 dólares! São pouco mais de 2 euros! Dá menos de 30 euros por ano, coisa que muitas vezes se gasta num almoço ou jantar com os amigos!

E, se usufruem do site, e o usam para ouvir música onde quer que estejam, sem a terem comprado, não acham que, sei lá, o site merece?

Porque é que em Portugal há todo este horror – mesmo de quem ganha bem – a gastar dinheiro em coisas não palpáveis? Porque é que isto está a ofender tanta gente? Podia-se falar da questão de haver 3 países que continuam a pagar, mas nem me parece que seja isto.

Acho que é a mesma história do “este programa é um espectáculo, tenho de ver se acho o crack”. Ou então como várias pessoas que já vi, que compram jogos nas lojas para as novas consolas, mas “nunca na vida, estás maluco” comprariam algo (bem mais barato) na Xbox Live Arcade / Wii Virtual Console e WiiWare / Playstation Network. Isto da parte de quem gastou mais ao almoço do que o registo vitalício do software ou compra do jogo downloadável custariam, da parte muitas vezes de quem ganha vários milhares de euros por mês. Em Portugal, parece que pagar por algo não palpável (como software, ou a assinatura de um serviço) vai contra os “princípios” de muita gente.

Mas, como sempre, posso estar errado. Se sim, agradeço que alguém me explique porque é que isto o/a ofende e revolta tanto.

Sim! Há um… universo em que tudo pode acontecer!

Quinta-feira, 5 de Março, 2009

Conhecem aquela expressão “there is a god!”, normalmente precedida de um “yes!!!”? Que se exclama quando algo de muito bom acontece, sem estarmos à espera?

Bem, eu sou um “ateu fanático activista fundamentalista estridente”, e, por isso… o que é que eu digo quando leio uma notícia destas?

Tim 'Ripper' Owens

Um dos meus vocalistas preferidos vai fazer um álbum a solo que inclui aqueles músicos? Hell yeah!

Northern Kings

Sexta-feira, 27 de Fevereiro, 2009

Não concordo com muito do que o autor diz neste post sobre o metal e os seus fãs (ou talvez no Brasil os fãs de metal sejam diferentes dos daqui e do resto do mundo… não sei… e, ei, eu gosto de covers de metal a metal), mas tenho de lhe agradecer sem reservas por esta descoberta: os Northern Kings.

Tal como uma ou duas covers dos Gamma Ray e dos Avantasia, e do álbum “Metal Jukebox” dos Helloween, os dois álbuns lançados pelos Northern Kings são uma colecção de covers metálicas de músicas nada metálicas.

Olhem-me para esta lista e esta lista