Arquivo da Categoria ‘Música’

O que ando a fazer (4ª semana de Fevereiro)

Sexta-feira, 27 de Fevereiro, 2009
  • A ouvir: muita variedade: muitos Dio-based Black Sabbath, mas também ouvi coisas como Beatallica, Doro, Guns n’ Roses ou Leonard Cohen.
  • A ler: Continuo no “Equal Rites” do Pratchett (o tempo continua a ser pouco, já que em geral é preciso 1) estar a comer fora, e 2) estar a fazê-lo sozinho), comecei a ler a novelização do “The Incredible Hulk” pelo Peter David (filme que ainda não vi, mas pelo que estou a ler parece ter mais a ver com a era Bruce Jones do Hulk do que a original do Stan Lee, a do Bill Mantlo, ou mesmo a do próprio David), além de, à mesa, estar envolvido no “Essential The Rampaging Hulk” (comic), quase todo pelo Doug Moench, e até agora bem bom, com uma história do Jim Starlin lá pelo meio que é absolutamente brilhante.
  • A jogar: esta é fácil: “Chrono Trigger”. A sério, uma pessoa tem um jogo destes por acabar e pensa sequer em jogar outra coisa? 🙂

O que ando a fazer (3ª semana de Fevereiro)

Segunda-feira, 16 de Fevereiro, 2009
  • A ouvir: andei a deliciar-me com o DVD dos Heaven And Hell, em casa. De resto, não tenho ouvido muita música – é mais no carro, a ir e voltar do trabalho. Hoje, por exemplo, vim a ouvir Kamelot.
  • A ler: continuo no “Equal Rites” do Terry Pratchett e já avancei mais de 2/3 no “Personal Development for Smart People” do Steve Pavlina. Em BD, comecei ontem a ler o “Omega the Unknown” do Steve Gerber e Mary Skrenes; bem esquisito (no bom sentido) e um pouco hippie, como quase tudo o que o Steve “Howard the Duck” Gerber alguma vez fez. Também tenho andado a ler vários livros que tenho sobre papagaios.
  • A jogar: finalmente acabei o “Ace Attorney 3” pela segunda vez. Continuei o “Advance Wars: Days of Ruin” e voltei a pegar no “Fire Emblem: The Sacred Stones” na GBA (já que descobri que o meu cartucho do primeiro “Fire Emblem” deixou de conseguir gravar posições, pelo que tive de ir para o segundo jogo); anyway, está a ser óptimo, se bem que bastante difícil, como é normal na série. Na Xbox 360 saiu na Live Arcade, e comprei logo, o “R-Type Dimensions”, um remake dos R-Types 1 e 2, com novos gráficos 3D (mas opção de jogar com os originais), a possibilidade de jogar com vidas infinitas para conseguir ver o jogo todo (a pontuação aí é inversamente proporcional ao número de vidas perdidas) e um modo cooperativo que não existia nos originais. É, no entanto, muito mais difícil e rápido do que eu me lembrava…

Eu

Terça-feira, 10 de Fevereiro, 2009

 

I am anger
Under pressure
Lost it cages
A prisoner
The first to escape
I am wicked
I am legion
Strength in numbers
A lie
The number is one

I – I – I
Everything that I see is for me
Yes, I am giant
I’m a monster
Breaking windows
In houses
Buildings of glass
Rebel rebel
Holy outlaw
Ride together
Don’t try it
The power’s in one
Heaven and Hell (2)

I – I – I
I am standing alone
But I can rock you

I – I – I
On the edge of the blade
But the knife can’t cut the hero down
I am virgin
I’m a whore
Giving nothing
The taker
The maker of war
I’ll smash your face in
But with a smile
All together
You’ll never
Be stronger than me

I – I – I
Right here on my own
But I still rock you

I – I – I
Don’t follow behind
Just leave me on the outside

I – I – I
I am standing alone
But I can shock you

I – I – I
On the edge of the blade
But no one makes the hero bleed
I am hunger
Feed my head
All together
You’ll never
Never make the hero bleed

 

— Black Sabbath, “I”, 1992

A minha música preferida do álbum “Dehumanizer”. Um hino ao indivíduo (injustamente atacado por uma sociedade colectivista que o vê como um monstro), e com um solo do Iommi de provocar arrepios.

Sem dúvida que quero ir aos Judas Priest…

Segunda-feira, 9 de Fevereiro, 2009

… e gosto de Megadeth e Testament, se bem que já não sigo a carreira / álbuns deles desde cerca de 1994-5… mas neste momento tenho uma bruta inveja dos americanos.

Porque eles, em 2008, com os Judas Priest, tiveram estes gajos:

Heaven And Hell

 

Não os conhecem, pois não? Da esquerda para a direita: Geezer Butler, Ronnie James Dio, Vinny Appice e Tony Iommi. Actualmente chamam-se Heaven And Hell, mas em 1992 esta exacta formação tinha outro nome, e eles lançaram um álbum que considero até hoje brilhante.

E nunca os vi ao vivo, nem verei sem sair do país. Bem, o DVD deles de 2007 é algo absolutamente magnífico… um gajo contenta-se com o que pode arranjar. Pelo menos até ser rico. 🙂

O que ando a fazer (2ª semana de Fevereiro)

Segunda-feira, 9 de Fevereiro, 2009
  • A ouvir: ao contrário da semana anterior, não andei focado especificamente numa banda ou género musical; segundo o last.fm, ouvi mais Death, Accept, Gamma Ray, Andi Deris e Jean Michel Jarre. Claro que o last.fm não apanha o que ouço no carro (ainda!), mas as viagens têm sido suficientemente curtas para não andar a ouvir álbuns inteiros (coisa que sempre preferi, ao contrário das “massas”, que preferem ouvir “hit singles”, e cujas colecções de MP3s em geral incluem 1-3 músicas de cada álbum).
  • A ler: acabei o “The Light Fantastic”, e comecei o “Equal Rites”, também do Terry Pratchett. Estou a gostar cada vez mais do autor. Não avancei mais no livro do Steve Pavlina por falta de tempo, mas tenho andado também a reler partes do “Usagi Yojimbo”, do Stan Sakai, e tenho mesmo de encomendar o resto dos paperbacks (arranja-se quase tudo na net, mas não é a mesma coisa, além de que me sinto estranhamente mal por estar a roubar uma obra em um dos principais temas é a honra e a integridade).
  • A jogar: avancei mais no “Grand Theft Auto 4” e no “Ace Combat 6”, mas neste momento estou encalhado em ambos, curiosamente em missões compridas e nas quais não dá para gravar o jogo a meio. Isto é algo infelizmente muito frequente nos jogos, para esticar artificialmente o tamanho dos mesmos e poder dizer “40-60 horas” na parte de trás da caixa; esquecem-se de que nem toda a gente tem 15 anos e mais tempo livre do que consegue usar. Não vou desistir, mas realmente dá menos vontade de pegar num jogo quando sabemos que vamos ter de passar os primeiros 5-10 minutos a repetir uma missão que já tentámos mais de 10 vezes, e a qual provavelmente não vamos passar nas primeiras vezes. Ainda por cima, a missão no “Ace Combat” é de “stealth”… pessoal, este não é o género de jogo certo para isso! Anyway, além desses, joguei o início do “Fallout 3”, continuei o “Oblivion” (tudo isto na 360, até agora), e, na DS, continuei o “Ace Attorney 3”, e voltei a pegar no “Advance Wars: Days of Ruin” (conhecido como “Dark Conflict” na Europa, mas eu li previamente que a tradução americana estava muito melhor (foram feitas por equipas diferentes), e preferi essa). Por último, na Wii finalmente experimentei o “Endless Ocean”, jogo que quero explorar (literalmente 🙂 ) com mais tempo.

Judas Priest, Megadeth e Testament no Pavilhão Atlântico a 17 de Março!

Sexta-feira, 6 de Fevereiro, 2009

Rob Halford (Judas Priest) 

 

Detalhes aqui. Quem é que me faz companhia? 😉

Para quem gosta de power metal melódico Europeu…

Quinta-feira, 5 de Fevereiro, 2009

… ver isto deve ser como um sonho. Helloween e Gamma Ray no mesmo palco, a tocar um grande clássico:

Morrer feliz? Hell yeah. 🙂

O que ando a fazer (1ª semana de Fevereiro)

Terça-feira, 3 de Fevereiro, 2009

Estou a pensar começar, com este, uma série de posts regulares sobre o tema descrito no título. É bem possível que eventualmente me farte, e é bem provável que ocasionalmente salte semanas. Além disso, estes posts têm a ver com entretenimento:  livros, videojogos, filmes, música, e afins. Questões diferentes, quando as quiser partilhar com os meus infindáveis 🙄 leitores1, terão os seus próprios posts.

Anyway:

  • A ouvir: Death, sobretudo. Refiro-me à banda Death, e não a todo o género death metal. Depois de me ter realmente irritado / ficado triste (para mim há pouca diferença) há uns dias, comecei a ouvir isso no carro2, e, mesmo já tendo resolvido essa questão (andando, por isso, normalmente bem), tem-me apetecido continuar a ouvir o infelizmente falecido Chuck Schuldiner e companhia. Tenho ouvido, sobretudo, os álbuns “The Sound of Perseverance” (ainda o meu preferido, e o primeiro que comprei deles, na altura sem os conhecer de lado nenhum), “Symbolic” e “Human”.
  • A ler: “The Light Fantastic” do Terry Pratchett no telemóvel (ou seja, quando almoço fora de casa, sozinho), e “Personal Development for Smart People” do Steve Pavlina, na cama. Este último terá mais uns posts sobre ele, em breve, mas posso já adiantar que estou a adorá-lo, e ainda não vi nenhum do misticismo new age que às vezes poluía o brilhantismo do blog dele. É mesmo um livro muito inteligente e honesto sobre como nos melhorarmos a nós próprios e às nossas vidas. Quem me conhece perguntará: e então quando comes em casa? Bem, isso inclui-se na secção seguinte, actualmente…
  • A jogar: “Phoenix Wright Ace Attorney: Trials and Tribulations” na DS, quando como sozinho em casa. Joga-se perfeitamente bem com a caneta, pelo que é óptimo para jogar enquanto como. 🙂 Só o acabei uma vez, quando o comprei há mais de um ano, e estou a adorar voltar ao que é, para mim, ainda o melhor dos 4 jogos da série. De resto, na Xbox 360 ando ocupado com o “Grand Theft Auto 4” e “Ace Combat 6: Fires of Liberation”, e comecei também recentemente o “Half Life 2”, do pacote “Orange Box”, que nunca joguei na vida. Acabei de apanhar o pé-de-cabra, mas fico por aqui até acabar um dos outros dois, que já requerem atenção suficiente.
  1. isto porque vocês são muito altos, naturalmente. []
  2. até hoje, e já ouço música há uns bons anos, ainda não descobri nada que me “tirasse da fossa” tão bem, que me fizesse sentir tão rapidamente melhor, do que música extremamente pesada, complexa e técnica, em especial Death, e em especial o “Sound of Perseverance”. Nunca vou entender como é que a maior parte das pessoas ouve música triste (é como curar uma doença apanhando outra) ou alegre (já é melhor, mas, se estamos mesmo mal, parece-nos algo falso, artificial)… []

Death – "To Forgive is to Suffer"

Domingo, 1 de Fevereiro, 2009

Estou com um dia de atraso em relação ao meu estado de espírito, mas enfim… mais vale tarde, e essas coisas.

Throughout our time a thought
Escapes us to enforce a word, no
Holding on to pain it may seem to some

The easy way to say OK, twist your
Knife a little deeper
Words so sharp actions dark
Hide the blade of the deceiver.

Enforce the words no more, be free
Alone you might just find serenity.

To accept another day
We choose to give away
Another piece of life

To forgive is to suffer

Once or twice is kind
Three or four is blind
It is not the end yet a way to begin
The power of words both good and bad

– Death, “To Forgive is to Suffer”, 1998

20060322

Quarta-feira, 22 de Março, 2006

O mini-site de xadrez está a meio. O texto em si está mais ou menos pronto, mas faltam as imagens, os exemplos, e o aspecto da coisa. Depois, é só fazer a versão em inglês.

Não sei é se o acabo hoje à noite, porque amanhã tenho de madrugar, já que vou ser obrigado a ir a uma formação para aumentar a complicação dos nossos procedimentos (ou assim parece), que tem todo o ar de ser inútil, idiota e contra-producente. Mas os engravatados (esses ratos suínos, esses porcos de esgoto) gostam destas coisas. 🙁

De resto, não há grandes novidades. O tempo é pouco, com o trabalho, e depois os mini-sites em casa; nem tenho tido tempo para jogar, por exemplo.

Mesmo assim, a vida progride. Lentamente, mas progride.

Ando a deliciar-me com isto, nos últimos tempos. É realmente uma obra de arte. Eu sei, estou 27 anos atrasado, mas mais vale nunca que tarde, ou algo do género. 🙂

Além do mini-site, logo tenho de ver se ponho em cima o novo blog pessoal do Klawfive. Aquilo não demora, por isso deve dar, mas nunca se sabe… Quando estiver em cima, eu anuncio-o aqui. Entretanto, já foram ao Garrafive hoje? 😉

Sabem o que é isto?

Quinta-feira, 19 de Janeiro, 2006

É o meu 666º post.

Em comemoração, deixo aqui a letra de um clássico de 1982:

(mais…)

Uma grande música…

Quarta-feira, 5 de Outubro, 2005

Vão a este endereço, entrem na secção de Downloads, e puxem o “Max Payne 2 theme”.

Vá, quero opiniões. 🙂

20050913

Terça-feira, 13 de Setembro, 2005

Ainda não pus as fotos do almoço online. Vou ver se me lembro de o fazer logo à noite.

Estou a gostar dos Fates Warning, tanto que até já comprei mais 2 álbuns (eu sou esquisito, compro música, nos dias que correm. Azar. :)). Aquilo é mais ou menos “progressive metal”, se bem que bem menos complexo do que, por exemplo, Dream Theater. Boa voz, bons músicos, e músicas muito agradáveis de ouvir.

Acabei de sair de uma reunião. Continuo a achar que são demasiado longas, e que se fala de muita coisa que ou não necessitava de tanta conversa, ou era algo que podia ser perfeitamente falado fora de uma reunião. Mas pronto, se calhar penso assim porque sou anti-social 🙂 e porque sinto que as reuniões acabam por ser sempre uma interrupção – ainda por cima, longa.

Mas podia ser pior. Podiam estar infestadas com um ou mais engravatados (que são dos seres mais desprezíveis e imundos à face da Terra), e tal não tem acontecido. Felizmente.

Hoje consegui escrever, no WotM, algo que já estava para escrever há algum tempo, sobre a mentalidade típica dos portugueses (e, penso eu, não só), de acharem que uma empresa ou patrão lhes fazem um favor em dar emprego, por muito difícil e mal pago que ele seja, por muito que sejam explorados – vêm sempre com o argumento de que “já se tem muita sorte em se estar empregado” e “as coisas andam difíceis” e “a crise” (que dura, pelos vistos, pelo menos desde que eu nasci…) e “se não queres estas condições, há muita gente que as quer”, etc.. Bem, não vou repetir metade do artigo aqui. Leiam, se quiserem: A job: trade, favor or duty?

No Tlog, só um link para um simulador de ataque de zombies que achei lindo! (mas isso tem, provavelmente, a ver com o meu gosto por zombies… se bem que tem piada como experiência, independentemente disso.)