Arquivo da Categoria ‘Pessoal’

De regresso

Segunda-feira, 1 de Fevereiro, 2010

Sim, estive de férias estas 2 últimas semanas; voltei ao trabalho hoje. Daí ter estado tão calado por estes lados. :)

Passei as férias em casa; o objectivo delas foi descansar, poupar dinheiro e pôr os jogos em dia; acho que atingi bem as 3 coisas. :) Por isso, não tenho grandes histórias ou novidades para contar (suponho que ninguém estará interessado em saber que finalmente acabei o Jade Empire). Nem escrevi nos blogs, nem cuidei dos outros sites, nem avancei na programação do ultra-secreto jogo online que estou a criar. Vou ter de voltar agora à carga nessas diversas “frentes de batalha”, durante esta semana; uma pessoa perde certos hábitos que não se recuperam de um momento para o outro.

20090925: várias novidades

Sexta-feira, 25 de Setembro, 2009
  • Já tenho fibra óptica em casa! ZON 100 megas, com 6 megas de upload. A instalação correu bem e tudo. :) Passei a ter também mais canais de TV, e uma box que permite gravar coisas e “alugar” filmes.
  • Tendo sextuplicado a largura de banda de upload, resolvi experimentar passar todos os sites outra vez para o meu PC caseiro. Neste momento parece estar tudo bem; a única coisa chata é que as ligações de SSH (a partir do emprego) parecem “morrer” passado um bocado, o que não acontecia no sistema anterior (também da ZON, mas por cabo, com um modem diferente). Ando a fazer experiências com keepalives e afins para ver se dá para contornar. De qualquer forma, se tudo correr bem, poderei eliminar um dos servidores externos e downgradar o outro para o mínimo (ainda preciso dele por causa do mail), poupando assim uns 50 euros todos os meses (considerando que estou a pagar mais 10 em relação ao que pagava antes, reduzo os meus gastos mensais em 40 euros).
  • Saiu finalmente o Gridrunner Revolution! Tens Windows? Experimenta a demo! É dos jogos mais lindos e mais psicadélicos (mas bem mais acessível que o Space Giraffe) que vi nos últimos tempos, e jogá-lo é um delírio. Tenho de experimentar ligá-lo à televisão grande…
  • Este site é hilariante, especialmente para um ateu como eu. :)
  • Voltei a escrever aqui.

EDIT: já contornei o problema dos SSHs: ServerAliveInterval 30 no /etc/ssh/ssh_config no PC do trabalho.

EDIT 2: escrevi mais sobre o Gridrunner Revolution aqui.

Oh dear…

Quarta-feira, 9 de Setembro, 2009

thundershower-090909

Painkiller Sixty-Nine

Sábado, 18 de Abril, 2009

Acabei de conseguir chegar ao fim, pela primeira vez, na última música do modo de carreira do Rock Band 2, como vocalista, em modo Hard:

Pontuação? 69%.

Man, I love Judas Priest. :)

Páscoa em Santo André

Segunda-feira, 13 de Abril, 2009

Fotos aqui. Tiradas com o meu N81, e mais viradas para paisagens e afins, mas é o que me vem à cabeça (nunca terei futuro como fotógrafo, eu sei. Pelo menos não sou como o Pip the Troll, que apenas pintava quadros do céu com estrelas… :) ).

As férias foram boas; estar com a família é sempre agradável, é óptimo mudar de ares e sair da rotina, e toda a gente gostou do Kang. Houve pouquíssimo acesso à net, mas isso até tem as suas vantagens, nesta situação. Afinal, a ideia das férias não é levar o nosso “mundo” às costas… para isso, ficava em casa.

A comida também foi boa, o que provavelmente me fez engordar um bocado, mas… paciência. Acho que só um completo idiota é que é um “health nut” nas férias. :)

O meu novo projecto: Developing Myself

Quarta-feira, 18 de Março, 2009

Já o tinha mencionado antes, e aqui está ele, finalmente pronto (mais ou menos) para consumo: Developing Myself, o meu novo blog sobre desenvolvimento pessoal pessoal. Não, não me enganei escrevendo a mesma palavra duas vezes. :)

Para verem rapidamente do que se trata, é melhor começarem por esta página: About “Developing Myself”. Lá explico sobre o que é o blog, e quais as minhas sinistras intenções com ele (basicamente, auto-melhorar-me (em parte “envergonhando-me” para não desistir a meio), e partilhar a experiência com o resto do mundo, na suposição de que ela pode ser útil e, quem sabe, interessante para alguém). Ler a FAQ também pode ser útil, já que aposto que várias perguntas lá mencionadas (e respondidas) vos vão passar pela cabeça. E, naturalmente, imagino que aquilo fará mais sentido lendo por ordem a partir do início, que já não está na front page (daí ter demorado tanto a divulgá-lo, já que havia uns 12 posts – o “my baseline” – que precisavam de estar escritos antes de lhe “abrir as portas ao mundo”).

Não estou a ver o novo blog a interessar a uma boa parte dos leitores deste blog (em especial os que o lêem pelo Planet Geek), mas talvez alguém ache piada. Talvez alguém até se inspire com ele para fazer algo semelhante. Estejam à vontade para comentar lá, mas em inglês, please.

P.S. – já havia links para o blog em 3 sítios diferentes há vários dias, e ninguém os descobriu. :P ;)

Comer demais, educação, desperdício e hábitos

Terça-feira, 17 de Março, 2009

Uma das razões pelas quais não sou tão elegante como fui em “tempos de juventude” é, curiosamente, um hábito que a minha família me incutiu em criança, e que é muito normal os pais ensinarem (ou, em muitos casos, tentarem ensinar) aos filhos: não deixar nada no prato. Comer até ao fim.

Isso é um hábito que faz imenso sentido, até certo ponto. Uma criança pode estar a fazer “birra”, seja ela de sono (e aí é bom comer alguma coisa antes de dormir), seja de embirrar com / não gostar dessa comida (é bom aprender a não ser tão “esquisito”, para não ficar como certas crianças que só comem hambúrguer com batatas fritas a todas as refeições porque é o seu prato preferido e os pais não se querem maçar quando ela faz “fita”), seja de qualquer outro tipo. É comum ver pais a queixar-se de que é um inferno fazer os filhos comer, que passam todos os dias várias horas nisso; daí, os pais que se preocupam com a nutrição e saúde dos filhos (e que estão para se maçar, que parecem ser cada vez menos) fazem tudo, desde cedo, para eles comerem tudo o que têm no prato. Além de que em geral os pais não dão aos filhos comida em quantidades exageradas, logo faz mesmo sentido que estes comam tudo o que lhes é dado (claro que há sem dúvida excepções que exageram, mas não penso que tenha sido o caso da minha família, e até aos 20 e poucos eu até era relativamente magro).

E comigo isso resultou. Se calhar, bem demais… já que aos 34 anos, sem ser pressionado a isto desde a infância, e estando a viver sozinho há 10 anos, ainda ajo, geralmente de forma inconsciente, como se fosse um “pecado” deixar alguma coisa no prato. Muitas vezes esforço-me para acabar, mesmo que já me sinta satisfeito ou até cheio. Quando lá consigo ultrapassar isso, os restos vão inevitavelmente para o frigorífico, para comer na próxima refeição. Tenho um horror a desperdícios que se acaba por tornar um problema.

Já não tenho o apetite que tinha há 5 ou 10 anos, mas continuo, por hábito, a encher o prato como se o tivesse – não por “gula”, mas simplesmente porque o faço sem pensar, e tenho o hábito de fazer o que fiz na maior parte da vida. Por isso, como realmente mais do que devia, em muitos casos.

Mas, pior ainda, é quando vou a restaurantes. Apesar de haver excepções, a maior parte dos restaurantes a que vou com alguma regularidade (ex. um certo chinês) ainda serve relativamente bem as doses; a maioria das pessoas não come uma inteira, e é mais razoável pedir-se dois pratos para três pessoas, ou mesmo um para duas, se forem pessoas que comam pouco. No entanto, eu – salvo raríssimas excepções – acabo sempre a travessa. Faz parte de mim; é algo inconsciente. Incomoda-me o facto de ter pago a travessa toda e parte dela voltar para trás, ser desperdiçada. É estúpido, eu sei. Conscientemente, sei-o bem. O que está pago está pago, e seria melhor para a minha saúde comer um pouco menos. O mesmo para quando como em casa: o dinheiro já foi gasto, não ganho nada em prejudicar a minha saúde só para “aproveitar” o que gastei. Mas a educação que tive foi eficaz demais.

É algo a que tenho de passar a ter atenção no futuro. O hábito que me serviu positivamente na infância agora é-me prejudicial, logo tenho de o mudar – e mudar um hábito implica sempre esforço consciente.

Sexta-Feira 13

Sexta-feira, 13 de Março, 2009

Já repararam? :)

Anyway, como não sou supersticioso, tenho de falar de outras coisas neste post.

Por exemplo: quem me conhece (ou mesmo quem simplesmente tenha lido certo tipo de posts aqui) sabe que muitas vezes me irrito muito com o trânsito, tanto por causa da incompetência dos outros condutores, como, mais ainda, pelo facto de eles se estarem completamente nas tintas para o facto de porem outros em perigo. Não fico violento de forma externa (se bem que já cheguei a perturbar passageiros), mas sou capaz de me irritar a sério “para dentro”, ao ponto de ficar a pensar nisso mesmo depois de sair do carro. Não devia, eu sei.

E isso acontece quer esteja em silêncio, quer esteja a ouvir música, coisa que adoro fazer, e que em geral é algo que faço sempre que conduzo. Por muito que esteja a adorar o que estou a ouvir, o facto de o idiota da frente não saber fazer uma rotunda na sua faixa e me ter obrigado a fazer uma travagem brusca para não levar com ele deixa-me sempre furioso.

Mas descobri uma excepção a isto: quando ouço audiobooks.

Não sei porquê, deixam-me num estado de calma que nada parece abalar. Já o tinha notado há tempos, ao ouvir o “World War Z”, e estou a notar isso outra vez desde ontem, quando comecei a ouvir o “The God Delusion”. E, uns anos atrás, aconteceu o mesmo a ouvir a série de rádio do “Hitchhiker’s Guide to the Galaxy” (que existiu antes do livro). Curiosamente, nos três casos eu já tinha lido os respectivos livros em papel; talvez isso me deixe mais relaxado ao ouvir aquilo, porque tenho memória suficiente dos assuntos para não perder o fio à meada por alguma distracção ou ruído exterior me fazer perder uma palavra.

O que é certo é que é uma paz. Conduzir – mesmo em bichas (blá blá blá, sempre quis dizer “fila” em português, não me chateiem com influências brasileiras, etc. etc.) – deixa de ser um pesadelo para quem tem pouca paciência; pelo contrário, se o trânsito está lento, é uma forma de “ler” mais.

Nunca o experimentei fazer, mas já vi quem dissesse que lê a maior parte dos livros na sua vida enquanto faz jogging. Será que existe uma maneira de fazer exercício sem me aborrecer de morte? Tenho mesmo de experimentar (e ver se o leitor de MP3 portátil que tenho lá em casa ainda mexe, ou então tentar fazer uso do telemóvel para isso).

Por falar em livros, acabei hoje o “Personal Development for Smart People” do Steve Pavlina, e vou agora para o “Dreams of My Father” do Barack. Já li os primeiros capítulos deste, e parece-me óptimo.

Infelizmente, não ando a jogar virtualmente nada (se bem que tenho andado a fazer os tutoriais no Chessmaster 11), mas hoje vi que o Red Alert 3 estava no Steam, e deixei-o em casa a downloadar. Já vi a intro dele (na demo na Xbox 360), com o grande Tim Curry, e é de partir a rir. :)

Novo projecto

Sexta-feira, 6 de Março, 2009

Com o objectivo descarado de criar mistério, menciono aqui, como quem não quer a coisa, que estou já há dias a criar um novo projecto… um bocado diferente de tudo o que eu já fiz, apesar de, sim, ser um blog.

Para a semana já o devo anunciar… :)

Obrigado…

Quinta-feira, 5 de Março, 2009
  • à família, em especial o meu pai, pela ajuda que me prestaram ontem.
  • aos comentadores deste post pelo apoio, em especial o Khorazyn pela sua resposta detalhada. Tenho andado a pensar bastante nestas questões (em parte por isso é que não escrevo aqui há 2 dias), e acredito que será possível resolver tudo, eventualmente – incluindo as “dúvidas extenciais” de que falo nesse post.

Não sei o que quero

Terça-feira, 3 de Março, 2009

(Aviso aos leitores do Planet Geek: este post é de um género que normalmente não se vê no referido agregador, sendo bem mais pessoal do que a maioria dos que lá estão. É, no entanto, algo previamente existente (se bem que de forma infrequente) no meu blog. Se divagações pessoais introspectivas intermináveis vos aborrecem, saltem à frente, eu não me ofendo.)

Acho que não sei o que quero.

Isto é uma coisa estranha de dizer, e, de certa forma, nada fácil de admitir, porque sempre acreditei que, efectivamente, sabia o que queria, em geral até melhor do que as outras pessoas. Quer dizer, tenho os meus gostos e as minhas paixões, a maior parte delas há alguns anos (videojogos, livros, fantasia, ficção científica, heavy metal, comics, zombies, gatos, etc.) e outras mais recentes (papagaios).

Mas isso são gostos. Não são objectivos, não são aquilo que realmente quero da vida. E o que é que é isso?

(mais…)

Face Your Manga

Sábado, 28 de Fevereiro, 2009

Andava há meses com curiosidade sobre de onde é que vinham as várias caras estilizadas de várias pessoas que conheço, muito usadas em Twitters, blogs, agregadores de blogs e coisas do género. Mas nunca perguntei às várias pessoas, talvez por querer descobrir isto sozinho, talvez, paradoxalmente, por preguiça de o fazer (é mais fácil googlar do que meter conversa com alguém com quem não falo há meses, e passar por todos os “olás como estás, o que tens feito”… já sei, sou um anti-social nojento). Não é que tenha passado meses a procurar isto; lembro-me de há tempos ter googlado por “face generators” ou “face creators”, e variantes disso, mas não achei este, especificamente.

Mas hoje, finalmente, cheguei lá. É o Face Your Manga, e é bem fácil de usar.

Aqui está o meu auto-retrato, feito em menos de 5 minutos (um pouco optimista em relação ao comprimento do cabelo, que ainda está a um mês ou dois de chegar aí, mas é preciso pensar no futuro, e essas coisas):

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