Archive for the 'Trabalho' Category

20071127

Tal como já tinha dito noutro post, tenho andado a experimentar com clientes de blogging. Já fiz vários posts com o BlogJet, e gosto bastante do aspecto do "bicho"; é agradável, user-friendly, e, em geral funciona. Peca por duas coisas: é pago (ainda estou a usar a versão não registada, que me dará mais uns 20 dias), e o desenvolvimento não parece muito rápido (o autor principal anda distraído há uns meses com uma aplicação de diário para Mac… e, como eu já disse, não sou rico para ter dessas coisas. :) Daí não suportar, por exemplo, várias features do WordPress 2.3, que já saiu há um mês. Um mês, em informática, é quase uma eternidade.

Este post, para variar, é escrito com o Qumana. O aspecto não me parece tão bom, e desconfio que é feito em Java; a font de default é abominável, por exemplo, e no Help:About aparece a versão de Java instalada. Mas é grátis, e parece ser ter versões novas com mais frequência…. vamos ver o que dá. Eu estou convertido ao uso de clientes de blogging, e nem é pelas razões que muita gente aponta (editor WYSIWYG, spell checker, etc.), mas apenas pela velocidade, pela redução de atrasos ao escrever um post. Também me agrada o poder fazer as coisas offline, se bem que não foi ainda preciso (já que tenho wi-fi tanto no trabalho como em casa, e o portátil ainda não passeou para lá desses sítios).

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20071025

Já não escrevia um post com um título tão brilhante há um bom tempo, não é? :)

Para começar, sim, estou a trabalhar, como tinha dito 2 posts atrás. Faz hoje uma semana que entrei. Até agora, estou a gostar; o ordenado podia ser maior (é o mais baixo que já recebi neste milénio), mas dá para compensar com 1) os sites, e 2) a gasolina que poupo por estar ao pé de casa.

Essa é a única parte negativa. De resto, estou a adorar: o trabalho é variado, é diferente, é novo. Tenho de aprender imenso, mas ao mesmo tempo dá para aplicar alguma da experiência em administração de sistemas dos últimos 10 anos. Mas sinto-me bem: por estar a aprender, por gostar de aprender, e por conseguir aprender, sem problemas, numa idade em que muita gente já se recusa (tristemente) a fazê-lo.

Os colegas também parecem ser simpáticos, competentes, trabalhadores, e, em geral, mais novos do que eu. :) E, pelo que vejo, as pessoas aqui são bem tratadas (o que, mais uma vez, é raro).

Outra novidade: tenho um periquito verde, de nome (naturalmente) Luigi. É verde, e é tímido: tem tudo a ver! :) Ainda não está muito habituado a mim, mas já está a fazer progressos, e é sempre bom ter um novo membro na família. É claro que isso obriga a haver sempre uma porta fechada entre ele e as outras feras de carácter mais felino… mas vai-se sobrevivendo (tanto eu como o Luigi :) ).

E, por último, um novo site. Trata-se de um fórum de convívio, orientado para “pessoal jovem”, de nome Pato Zombie. Pode-se dizer que é como uma versão jovem do meu primeiro fórum, o Pato da Destruição. Está a ter sucesso, com grande parte dos membros vinda de outros fóruns, apesar de ainda não estar a ter hits dos motores de busca. Anyway, espreitem… talvez até gostem.

Novo emprego!

Pois é, amanhã (dia 18 de Outubro) começo num novo emprego.

Não vou para já especificar onde (visto que um pouco de mistério tem sempre alguma piada :) ), mas posso dizer o seguinte:

1- fica bem perto de mim. As in “dá para ir a pé” (e assim penso fazer);
2- é para fazer programação web (sobretudo JavaScript)
3- vou ganhar relativamente pouco… mas juntando isso aos lucros dos sites, e considerando que poupo imenso dinheiro por não gastar gasolina (o que ainda dava, se bem me lembro, uns 150-200 euros mensais), mais o facto de não desperdiçar tempo nem stressar no trânsito… acho que o balanço é positivo
4- ganharei relativamente pouco, precisamente, porque vou fazer uma coisa que se afasta da minha especialidade / experiência (administração de sistemas Unix), o que, de certa forma, faz de mim um “júnior”. Mas era esse, em grande parte, o meu objectivo, como já tinha dito aqui e acolá: mudar. Acho deprimente passar uma vida inteira a fazer a mesma coisa (apesar de, pelos vistos, ser essa a norma), e acho detestável parar de aprender. Fazer algo de novo parece-me a proverbial “lufada de ar fresco”. :)

In other news, tenho andado muito (demasiado?) focado nos fóruns, e tenho dado pouca atenção aos blogs, incluindo este. Espero (mas não prometo nada) conseguir mudar isso um pouco, porque escrever é sempre saudável.

É oficial: estou à procura de emprego. :)

Isto parece contradizer um bocado o que disse no post abaixo, mas, entretanto, cheguei à conclusão de que 1) apesar de me desenrascar bem, sou “júnior” demais em termos de programação, por enquanto, para ganhar decentemente, e 2) quem sabe, em algum lado no mundo (ou mesmo no país), exista alguém que não meça o desempenho por “quão ocupados parecemos”. :)

Assim sendo, estou, desde este momento, à procura de emprego na área de Lisboa.

Idealmente, gostaria de trabalhar como um “híbrido” de administrador de sistemas Linux “sénior” / programador PHP “júnior”, mas estou aberto a alternativas.

Como já disse em mais detalhe noutro sítio, não estou interessado em outsourcing, tecnologias Microsoft, ou helpdesk. Não encaro isto como “arrogância” da minha parte, mas apenas como uma forma de evitar que ambas as partes percam o seu tempo.

Para mais detalhes, incluindo o CV completo, é favor visitar: www.pedrotimoteo.com/cv . Obrigado. :)

Porque é que já não sou um Sysadmin

Ontem escrevi, noutro blog, algo que já andava para escrever há um bom tempo: as minhas reflexões sobre os meus anos como administrador de sistemas Unix / Linux, as minhas razões para não o querer ser mais, e também um certo (mas ligeiro) desabafo sobre como isso é uma profissão que, em termos de satisfação pessoal e de carreira, é um “beco sem saída”, sobretudo para quem é competente e honesto.

Without further ado… Why I’m not a Sysadmin anymore.

Quase livre!

Hoje (25 de Agosto) é o meu último dia de trabalho, no meu quase-ex-emprego.

Se tudo correr bem, nunca mais, na minha vida, voltarei a ter patrões. Serei livre - um “escritor freelancer”.

É um risco… e mais de metade das pessoas têm-me dito que estou completamente insano. :) Mas eu acredito que, além de me sentir muito melhor e de ir ser muito mais feliz, conseguirei, também, ter muito mais sucesso em termos financeiros.

Afinal, nunca mais me poderei encostar à parede, sabendo que ganho aquilo, fixo, no fim do mês (como acontece com quase toda a gente). Muito pelo contrário - vou ter de melhorar, e crescer, constantemente. Algo que assusta quase toda a gente, mas que, para mim, fará com que me volte a sentir vivo. :)

Já agora, este é, somando todos os meus blogs, o meu 999º post! O que é que farei com o 1000º? Em qual blog será? Não percam o próximo episódio…

10 Razões Para Não Ter Um Emprego

Li, há pouco, aquele que é, possivelmente, o melhor blog post que já li até hoje. Absolutamente brilhante, e, para mim, correcto, da primeira à última palavra.

O post é do Steve Pavlina, e chama-se 10 Reasons You Should Never Get a Job.

É comprido, mas vale, sem dúvida, a pena ler. É daqueles posts que ofenderão muita gente - ele é bem mais directo do que eu costumo ser em relação a este assunto… mas ele tem razões para isso, afinal, já que ele já chegou há anos onde eu quero chegar. Eu acredito que vou conseguir, mas é impossível não ter, ocasionalmente, algumas dúvidas - sobretudo porque quase toda a gente à minha volta as alimenta.

Anyway, algumas “pérolas” (mas, mais uma vez, recomendo a leitura do post todo, de preferência mais do que uma vez):

It’s funny that when people reach a certain age, such as after graduating college, they assume it’s time to go out and get a job. But like many things the masses do, just because everyone does it doesn’t mean it’s a good idea. In fact, if you’re reasonably intelligent, getting a job is one of the worst things you can do to support yourself.

Why is getting a job so dumb? Because you only get paid when you’re working. Don’t you see a problem with that, or have you been so thoroughly brainwashed into thinking it’s reasonable and intelligent to only earn income when you’re working? Have you never considered that it might be better to be paid even when you’re not working? Who taught you that you could only earn income while working? Some other brainwashed employee perhaps?

The problem with getting experience from a job is that you usually just repeat the same limited experience over and over. You learn a lot in the beginning and then stagnate.

And if your limited skill set ever becomes obsolete, then your experience won’t be worth squat. In fact, ask yourself what the experience you’re gaining right now will be worth in 20-30 years? Will your job even exist then?

Many employees believe that getting a job is the safest and most secure way to support themselves. […] Does putting yourself in a position where someone else can turn off all your income just by saying two words (i.e. “you’re fired”) sound like a safe and secure situation to you? Does having only one income stream honestly sound more secure than having 10?

The idea that a job is the most secure way to generate income is just plain silly. You can’t have security if you don’t have control, and employees have the least control of anyone. If you’re an employee, then your real job title should be professional gambler.

Many people treat their jobs as their primary social outlet. They hang out with the same people working in the same field. Such incestuous relations are social dead ends. An exciting day includes deep conversations about the company’s switch from Sparkletts to Arrowhead, the delay of Microsoft’s latest operating system, and the unexpected delivery of more Bic pens.

EDIT: nem de propósito… o Dilbert de hoje:

Dilbert 20060724

As part of their obedience training, employees must be taught how to dress, talk, move, and so on. We can’t very well have employees thinking for themselves, now can we? That would ruin everything.

Have you noticed that employed people have an almost endless capacity to whine about the problems at their companies? But they don’t really want solutions – they just want to vent and make excuses why it’s all someone else’s problem. It’s as if getting a job somehow drains all the free will out of people and turns them into spineless cowards. If you can’t call your boss a jerk now and then without fear of getting fired, you’re no longer free. You’ve become your master’s property.

E há muito, muito mais.

Claro que a maioria de vocês vai dizer que aquilo “não é realista”, que nem toda a gente tem capacidade para ser criativa e inteligente a vida toda, e que é muito mais fácil e viável aprender um pequeno número de skills, e passar o resto da vida a fazer isso e apenas isso… afinal, “é o que toda a gente faz”.

Pois é.

Carta de demissão

E pronto. Depois de tanto mistério, finalmente, chegou a hora da revelação. :)

Entreguei, há segundos, a minha carta de demissão, depois de quase 2 anos aqui. Trabalho até dia 25 de Agosto. Depois disso, estou totalmente livre para os meus sinistros projectos.

Acho que, apesar de tudo, consigo sair a bem.

A pena que sinto é só uma: não o ter feito mais cedo. Não um mês ou dois, mas um ano. Apesar de tentar ser sempre racional, é fácil ficarmos prisioneiros dos nossos medos, e preferirmos o conforto de uma situação à incógnita da mudança.

Faz-me lembrar uma secção do GURPS Space, que explicava porque é que muita gente suporta (de corpo e alma, não apenas por medo de represálias) regimes ditatoriais. O governo diz que “nada é pior do que o caos”, enquanto os rebeldes dizem que “nada é pior do que a escravatura”. O triste é que muita gente teme muito mais o caos do que a escravatura… Preferem o mau ao desconhecido.

E eu próprio fui culpado disso, durante quase um ano em que sabia qual era a coisa certa a fazer, mas fui adiando. :(

Mas mais vale tarde do que nunca, não é?

Em pouco mais de um mês, estarei livre. E já me sinto aliviado.

Basta.

Se tudo correr bem, é hoje. Se não, talvez também seja hoje.

Não aguento mais esta m*rda. Desculpem o desabafo.

Regresso?

Sim, eu sei que não tenho andado muito por aqui, nem pelos outros blogs. Falta de tempo, de energia, de disponibilidade… além de que, quando se interrompe uma coisa, a cada dia que passa torna-se mais difícil regressar (”o que é que eu vou escrever para explicar a ausência de quase 2 meses?”).

Mas… paciência. Não é que este seja um post brilhante :), mas os próximos vão ser. E pelo menos já ultrapassei a barreira inicial.

O que é que andei a fazer durante este tempo todo? Nada do outro mundo. Fiquei sem carta de condução, e só a recupero para a semana; tenho ido para o trabalho graças à boleia de uma simpática colega que, por acaso, é minha vizinha. Fui passear durante uns dias, para o norte do país, tendo visitado sítios como Unhais da Serra, Guarda, Foz Côa, Bragança e Alcanena. Adorei as férias, foram uma maravilha… e não, não fui sozinho. ;)

O trabalho continua, basicamente, o mesmo, se bem que até me têm chateado menos do que habitualmente. Houve uma semana em que até tive de fazer alguma programação, o que é, sem dúvida, infinitamente mais interessante do que as habituais tarefas tipo “Marvin, can you pick up that piece of paper?” (fica sempre bem citar o Douglas Adams). Here I am, brain the size of a planet… :)

Anyway. Não tenho jogado imenso. Mount&Blade, e desde hoje Hearts of Iron 2: Doomsday em PC, e alguns jogos na DS e GBA (Tetris, Resident Evil, Harvest Moon: Friends of Mineral Town, etc.).

Andei às voltas com uns estranhos crashes deste servidor, mas acredito que já estão resolvidos. Vamos ver se é desta.

E por agora é tudo. Vou ver se amanhã arranjo tempo para escrever nos outros. :)

Ainda bem que é sexta…

… porque estou mesmo farto de estar aqui.

Depois de duas semanas de férias e uma no Porto, em trabalho, mas que, apesar de ter passado os dias a trabalhar, “soube a férias”, estou agora no fim da primeira semana em que estou de volta ao trabalho, no sítio “normal”. E, apesar de não ter sido uma semana muito má - deu para fazer vários trabalhos interessantes, como upgrades a vários servidores e serviços, e até alguma programação para uma coisa que tinha feito há um ano - como eu não sou de “esticar” as coisas, e como o que gosto de fazer é feito depressa… agora tenho duas coisas chatíssimas e demoradas para fazer, e ainda faltam várias horas para sair daqui. Com chefe, ainda por cima. :(

Vou ver se amanhã crio mais um mini-site, se bem que estou completamente sem ideias. Terei de inventar alguma coisa…

De resto, a vida continua. O Advance Wars: Dual Strike está excelente; apesar de ainda não ter acabado o primeiro (estou quase no fim) e não ter jogado o segundo (ambos na GBA), não resisti a experimentar o DS na DS :), e tem sido mesmo difícil não fazer mais uma missão. Mas vou ver se no fim de semana acabo o primeiro, de uma vez por todas, e começo o segundo.

Entretanto, também chegaram o disco e a memória que tinha encomendado, bem como o OpenBSD 3.9, pelo que vou tentar fazer o upgrade ao servidor. Provavelmente será no sábado à tarde; nessa altura, obviamente, tudo isto estará em baixo. Vou tentar que seja rápido…

Ando com ideias para um outro blog, de “personal development”, que é um assunto que me tem interessado recentemente. Mas esse não deve ser lançado já; de momento, não tenho tempo suficiente para dar atenção a tudo isto. Eventualmente..

Porto (carago)

De amanhã (segunda) até quinta-feira, vou estar no Porto (aquela terra onde se come tripas a todas as refeições, pelo que ouço dizer… :)), em trabalho. Ainda não estou a ver o que é que pode demorar 4 dias a fazer, mas, pronto, logo se verá. O trabalho em si será provavelmente uma seca, mas talvez a parte de conhecer o pessoal de lá, e, quem sabe, a cidade em si (prevejo que os dias sejam passados nas instalações da empresa, mas talvez à noite se explore outras coisas) sejam interessantes.

Sendo assim, é pouco provável que possa escrever aqui ou nos outros; aceder dos telemóveis não é muito prático, e durante o dia devo estar ocupado. Mesmo assim, espero ler o mail todos os dias à noite, e talvez me ligue aos messengers (MSN e Google Talk) nas horas vagas - se as houver. Essa parte até funciona bem nos telemóveis. :)

Espero mesmo é ter algumas ideias para posts e mini-sites, para quando voltar. Nas 2 semanas de férias que acabei de ter, apesar de não ter feito tanto como queria, ainda tive resultados melhores do que esperava, confirmando que isto resulta, e que posso concretizar os meus sinistros planos em tempo útil.

Workaholics

Definitivamente, não gosto de workaholics.

Posso “gostar” de pessoas que o sejam, mas será apesar disso, não por causa disso. Será sempre uma parte da personalidade da pessoa em questão que me incomoda.

Ainda por cima, tenho o “azar” de ter, ao longo da vida, conhecido imensos!

Muita gente (mesmo não-workaholics) não compreende bem o conceito, e confundem “workaholic” com “pessoa responsável e trabalhadora” - logo, algo positivo. Mas estão erradas. Ser workaholic é algo irracional, doentio - como disse, uma pessoa pode ser boa pessoa apesar disso, mas é, e será, sempre um defeito, e um problema.

Há também quem pense que se trata simplesmente de alguém adorar o que faz. Mas não - muitos workaholics andam deprimidos, stressados, e com problemas de saúde (física e mental). Aquilo é mais uma compulsão, uma obsessão.

O que é que ser workaholic diz sobre uma pessoa? Um ou mais dos seguintes: Continue reading ‘Workaholics’

Liberdade

Acabo de vir da rua, de um passeio a pé. Está um dia bonito, e apeteceu-me - aliás, tenho-o feito todos os dias, desde que estou de férias. Tem piada explorar Tercena e arredores - curiosamente, não conheço quase nada disto.

Hoje as minhas andanças levaram-me a um descampado… Ok, mais uma “mini-colina”, com vegetação, que fica mais ou menos entre Tercena e Barcarena. Um sítio onde até já tinha visto ovelhas pastar, mas não, não fui lá por causa disso. :)

Já não andava em terrenos deste género há um bom tempo, e foi uma sensação agradável. E, a certa altura, vi uma placa meio enferrujada no cimo da “mini-colina”… tive, obviamente, de ir lá ver. Era uma placa a citar o fim de uma zona qualquer, relacionada com a Fábrica da Pólvora (que é aqui para estes lados). O curioso é que a placa citava um decreto de lei de 1892! Não me parece que a placa em si seja tão velha, obviamente, mas mesmo assim deve ter umas boas décadas.

No regresso, fui pensando em como é bom fazer isto: estar em casa a trabalhar, apetecer-me ir dar um passeio, e fazê-lo. Isto é vida, isto é o que é - ou devia ser - natural para o ser humano. Não é estar num escritório, como se fosse numa prisão, a perder dias inteiros, e a chegar a casa tão cansado do stress de aturar idiotas que só me apetece dormir - para no dia seguinte repetir a dose.

Mas, em algum ponto da história, o ser humano, imbecilmente, trocou tudo (como tem o hábito de fazer), e o horror tornou-se “natural”. E o que era natural passou a ser “coisa de malucos”.

Bah.

A obsessão por um "emprego estável"

Já o mencionei aqui antes, mas quero aprofundar mais esta questão, já que a considero um dos maiores problemas neste país: a obsessão por um “emprego estável”. Continue reading ‘A obsessão por um "emprego estável"’






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