Arquivo da Categoria ‘Zombies’

Avon vs. Umbrella Corp.: os zombies vêm aí! E vão ser mulheres de meia idade!

Quarta-feira, 1 de Abril, 2009

Anúncio do Avon Anew (Março de 2009):

Trailer do Resident Evil: Apocalypse (2004):

OK, é desta. O apocalipse zombie vem aí. É melhor começar a barricar as casas e a juntar mantimentos e armas.

Nota: isto não é coisa de 1 de Abril. O anúncio da Avon é 100% real, e não foi lançado hoje.

Como matar um zombie à porta de casa

Quinta-feira, 5 de Fevereiro, 2009

Naquele que vai provavelmente ganhar o prémio de “post mais estranho do blog” (est. 2004), para não dizer “post que fará muita gente passar a ter medo de mim e nunca mais me convidar para nada”, eis o resultado de algum tempo (desde que li o Zombie Survival Guide pela primeira vez) de reflexão sobre como lidaria com o problema de haver um zombie do lado de fora da porta da minha casa.

Dados: refiro-me à porta do apartamento, não a da rua. Moro num 3º andar, num prédio com 4 andares (não há R/C), com esquerdo e direito em cada um. Tenho um descampado do outro lado da rua, e um ainda maior mais à distância. E refiro-me a zombies tipo Max Brooks: lentos, estúpidos, querem comer humanos, não têm memórias ou empatia das vidas anteriores, morrem com a destruição do cérebro, e infectam com uma dentada ou contacto sanguíneo.

Bom, imaginemos, então, que estou em casa, e há um zombie do outro lado da minha porta, que já me ouviu e está a bater na porta (tentando entrar), a gemer (uuurhn), e essas coisas. Como é que eu me livraria dele?

Isto é uma questão mais complexa do que parece. Porque matar o zombie é só o início. É também importante 1) impedir que ele infecte seja quem for, e 2) não ser, eu próprio, preso.

Primeiro, é importante ter em atenção de que ninguém acreditaria que aquilo é, efectivamente, um morto-vivo que quer comer humanos e cuja dentada provocará inevitavelmente a morte e reanimação da sua vítima. Logo, não só pedir ajuda aos vizinhos está completamente fora de questão (isso iria apenas criar mais zombies no meu prédio), como, mesmo sem o fazer, teria de ter cuidado para resolver a situação muito depressa, para evitar que alguém abra a porta do seu apartamento para perguntar o que é que está a fazer aquele barulho todo, se eu acho que são horas, e afins.

Da mesma forma, chamar a polícia (mesmo que ela chegasse antes de algum vizinho abrir a porta) teria o mesmo problema: inevitáveis infecções de agentes que não acreditariam que aquilo é um cadáver reanimado, em vez de alguém sob efeito de drogas, ou afins.

Aceitando então que isto é algo com que tenho de lidar depressa, para evitar intervenções externas, a primeira hipótese que se põe é abrir a porta, deixar o zombie entrar, e matá-lo com algum objecto (ex. um martelo ou outra coisa dura para destruir o cérebro, ou uma faca num olho, ou… bem, em casa não tenho muito mais; de qualquer forma, um tiro não silenciado implicaria polícia na mesma, e aí seria suspeito de assassínio). O problema aí é que eu não sou exactamente um mafioso com experiência em livrar-se de cadáveres sem levantar suspeitas, pelo que teria de, com cuidado para não ser infectado (o vírus continua activo durante mais tempo), me livrar completamente de um cadáver putrefacto na minha casa, de limpar tudo o que se tivesse sujado, de cortar o corpo e levá-lo para fora de casa em sacos… tudo isso sem levantar suspeitas dos vizinhos. E provavelmente não teria tanto jeito para isto, se bem que ainda há quem me diga que isto seria a melhor solução.

Resta a opção que ainda acho ser a melhor (se bem que não é, de forma alguma, perfeita): abrir a porta, “fintar” o zombie (não é difícil; é como lidar com alguém completamente alcoolizado, ao ponto de cambalear e não ter qualquer coordenação), deixar que ele me siga pelas escadas abaixo (eles são relativamente lentos), sair pela porta da rua, e ir até ao descampado à distância. E matá-lo aí, deixando o corpo nesse sítio. Com sorte não há testemunhas (aquilo é longe de qualquer prédio, seriam precisos uns binóculos bem potentes para ver alguma coisa), não há outras infecções (sobretudo se for a uma hora em que não haja gente na rua), não há polícia a suspeitar de mim, e, importantíssimo, não sujo a casa com pedaços de zombie. 🙂

Vá, digam lá “you’re sick”. Ou perguntem-me o inevitável. 🙂

World War Z: absolutamente imperdível

Sexta-feira, 22 de Setembro, 2006

World War Z

Dos melhores livros que li nos últimos tempos. Uma obra de arte, do autor do Zombie Survival Guide.

O livro passa-se 10 anos depois do Grande Pânico e da guerra mundial com os zombies, que esteve para ser perdida. O autor entrevista inúmeros personagens ao redor do mundo, que participaram em várias fases da guerra – desde o médico chinês que examinou o “Paciente Zero”, passando por soldados, políticos, um otaku japonês, um treinador de cães, e muitos outros. Os relatos são tão realistas como… bem, como se tudo isto fosse real. Não é um livro de “terror” ou coisa parecida. Lê-se mais como um documentário, mas um documentário pessoal, de quem esteve lá. É daqueles livros que, a meio, nos obriga a dizer a nós próprios: “calma, não existem realmente zombies…”

Recomendo vivamente.

Mais um mini-site: Zombie Types

Terça-feira, 28 de Março, 2006

Este é só em inglês, porque os portugueses parecem não apreciar este tipo de filmes…

Zombie Types: uma comparação de como são os zombies nos vários filmes, livros, jogos, etc. – ou seja, nas várias mitologias.

Interessante para quem goste do género, mas nada do outro mundo. E deu para brincar com CSS em tabelas. 🙂

Um mini-site mesmo estúpido…

Segunda-feira, 27 de Março, 2006

Apeteceu-me fazer uma paródia do Real Ultimate Power, mas com zombies. Aqui está: Real Ultimate Zombies.

O código do original era mesmo horrível… Word ou FrontPage, suspeito. Eeeek. Só a correcção automática do código fê-lo ficar com metade do tamanho… depois foi só corrigir o que não validava. Ainda tem imenso lixo (melhor dizendo, código válido, mas que é um desperdício), mas não me está a apetecer mexer mais naquilo.

Sim, o site é mesmo estúpido. 🙂
É só a primeira página (a mais famosa), não inclui o resto do site.

E se estão confusos e não fazem ideia do que estou a falar, vão aqui.

Zombies!!! :)

Segunda-feira, 29 de Agosto, 2005

Filmes de zombies!

Sim, a imagem é clickável. 🙂

The Serpent and the Rainbow

Segunda-feira, 22 de Agosto, 2005

Já o vi. Gostei. É sobre zombies voodoo, baseado num livro de um tal Wade Davis, e tem o Bill Pullman (bem puto) no papel principal. Basicamente, ele vai ao Haiti investigar uma história sobre um tipo que foi dado como morto por um médico, e enterrado, mas que anos mais tarde apareceu por lá a passear. Eles (os tipos que mandam o Bill Pullman na sua quest) suspeitam que é algum tipo de veneno ou sedativo que anula as funções vitais durante algum tempo, de tal forma que mesmo um médico treinado declarará a vítima como morta, mas depois esta pode ser “ressuscitada” e usada para trabalho escravo – até porque normalmente ficam “brain damaged”. São esses, supostamente, os “zombies” no Haiti. Para que é que eles vão investigar o tal veneno? Pode ser usado, imaginam eles, como uma anestesia muito superior às conhecidas pela ciência, ou mesmo para pôr astronautas em animação suspensa em grandes viagens espaciais. Claro que o filme vai um pouco mais longe, há romance, um vilão mesmo “evil”, magia real, um mistério maior a resolver… e não digo mais nada, porque acho que vale a pena ver o filme.

Um aviso: se têm claustrofobia, sobretudo um medo irracional de serem enterrados vivos… preparem-se para uns pesadelos.

Como eu sou imune a tudo e não possuo emoções, claro que não tive problemas. 🙂 Mas gostei do filme.

Filmes de zombies

Sábado, 20 de Agosto, 2005

Antes de me vir este “fascínio”, já tinha visto… o primeiro Resident Evil.

Entrentanto, já vi:

– Resident Evil 2
– Night of the Living Dead
– Dawn of the Dead
– Dawn of the Dead (remake de 2004)
– 28 Days Later
– The Serpent and the Rainbow

Ainda tenho aqui, por ver:

– Day of the Dead
– Zombie Flesh Eaters

Porque é que eu gosto disto? Bem, eu digo amanhã. Hoje estou “meio demasiado” sonolento para dissertar sobre os meus estranhos gostos. 🙂

Como ser um especialista em filmes de zombies

Sexta-feira, 12 de Agosto, 2005
  1. Os zombies não são a verdadeira ameaça. Sim, eles querem devorar humanos, mas são lentos, estúpidos, incapazes de trabalhar em equipa, de utilizar armas, ou de fazer qualquer coisa que não seja cambalear em direcção ao humano mais próximo, braços estendidos, a gemer.
  2. A verdadeira ameaça são sempre os outros humanos. Em qualquer filme de zombies que se preze, haverá sempre:
    • um ou mais tipos para quem a coisa mais importante é fazer prevalecer a sua autoridade, e fazer com que seja o seu plano a ser seguido – ao ponto de ameaçar ou tentar matar quem não concorde;
    • um ou mais humanos que entram em pânico e que deitam a perder um plano que até iria funcionar, por fugirem ou “se passarem” na hora H em vez de fazerem a sua parte no plano;
    • um homem que, depois de alguns sucessos iniciais contra os zombies, ficará sobre-confiante ou mesmo “wild”, tipo ir para o meio dos zombies com uma caçadeira e gritar “come and get me!” ou coisa parecida, e que terá uma morte horrível, além de que provavelmente outros morrerão por causa disso;
    • um tipo, normalmente black, que será o mais racional de todos, e ou se safa ou é o último a morrer, normalmente por outra causa que não os zombies;
    • um ou mais personagens cujos entes queridos se transformam em zombies, e que continuam a vê-los como se ainda fossem os entes queridos, fazendo tudo para os proteger, incluindo, possivelmente, alimentá-los com carne humana e/ou atacar outros humanos que queiram eliminar os referidos zombies
  3. Com excepção de um ou dois dos personagens principais, a maioria das pessoas continua a ser irracional em relação aos zombies (mesmo que eles já existam há anos, mesmo que a maioria do mundo esteja dominado por zombies e a raça humana esteja quase extinta): continuam a vê-los como os seus entes queridos, ou pelo menos como se ainda fossem pessoas vivas, e a protegê-los (ver última parte do ponto anterior). Apesar de apelos das autoridades, são completamente incapazes de fazer coisas tão simples como:
    • destruir o cérebro do corpo de alguém que tenha acabado de morrer;
    • cremar imediatamente cadáveres, em vez de (tentar) fazer longas vigílias, funerais, etc.;
    • matar de forma rápida e “limpa” alguém que tenha sido infectado e que esteja a horas ou minutos de se transformar num morto-vivo e tentar devorar os ex-companheiros;
  4. Nunca, mas nunca se usa a palavra “zombie”. São “them”, são “those things”, são “the dead”, são “the living dead”, são “undead”, são “ghouls”, são “crazies”, são “infected”, são “bodies”, são “corpses”, mas nunca se chamam “zombies”. O “Shaun of the Dead” goza brilhantemente com isso: quando um dos personagens pergunta “any zombies out there?”, o outro fica chocado e ralha com ele para não lhes chamar “the Z word”. 🙂

Isto é contagioso…

Quinta-feira, 28 de Julho, 2005

Coisas que acabei de encomendar:

  • Night of the Living Dead (DVD)
  • Dawn of the Dead (DVD)
  • Day of the Dead (DVD)
  • Resident Evil: Zero Hour (livro)
  • Resident Evil: The Umbrella Conspiracy (livro)
  • Resident Evil: Caliban Cove (livro)
  • Resident Evil: City of the Dead (livro)
  • Resident Evil: Underworld (livro)
  • Resident Evil: Nemesis (livro)
  • Resident Evil Code: Veronica (livro)
  • Resident Evil: Apocalypse (DVD)
  • Resident Evil Zero (GameCube)
  • Shaun of the Dead (DVD)
  • 28 Days Later (DVD)

Total: 6 filmes de zombies, 7 livros de zombies e 1 jogo de zombies. Sou insano, não sou?

Mais zombies

Quinta-feira, 28 de Julho, 2005

Acabei ontem de ler o “Zombie Survival Guide” (já mencionado anteriormente). Depois voltei a ler várias partes do mesmo, e até fui investigar (Wikipedia e afins) sobre algumas coisas mencionadas no livro.

Apesar de saber que zombies não existem realmente (?), lá para o fim do livro tive de dizer isso a mim mesmo uma ou duas vezes. A parte final, onde são descritos “outbreaks” de zombies ao longo da História, é mesmo “creepy”. Sobretudo porque muito do que lá é descrito é baseado na realidade – alguns do exemplos são, realmente, até hoje, mistérios, como a “colónia desaparecida” de Roanoke.

(mais…)

Como sobreviver a um ataque de zombies

Segunda-feira, 25 de Julho, 2005

O que estou a ler:

The Zombie Survival Guide

Está lindo! Recebi-o ontem e já li metade (e não é assim tão pequeno). A parte melhor do livro é que em parte alguma o autor trata aquilo como uma brincadeira – muito pelo contrário, o tom de todo o livro é 100% sério; aprendemos a preparar-nos para um ataque de zombies (que pode vir a qualquer momento, como toda a gente sabe), para onde fugir, que armas usar em caso de ser necessário combater, etc.. Aprende-se tudo sobre o que é um zombie, a origem deles, do que eles são capazes, a psicologia deles, o que estudos sobre os mesmos revelaram. O livro chega ao ponto de descrever o que fazer num mundo dominado por zombies, caso eles surjam em número tal que a civilização, tal como a conhecemos, caia.

Recomendo vivamente. Pode parecer absurdo, mas nunca se sabe quando nos pode salvar a vida.